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Não duvido nada

"Ouvi bafafá de que a saúde da família em Maringá está a caminho de ser terceirizada. Não sei se o termo correto é terceirizar, privatizar ou cooperativar. Os agentes estão preocupados com o futuro da saúde da família e com o futuro deles. Quem fica e quem sai? Como fica o atendimento à população? O zumzum me fez lembrar da gestão Ricardo Barros, onde a terceirização foi uma das marcas daquele governo, o que não pode ser descartado na gestão atual do irmão dele, Sílvio Barros. Sou apreciador do ditado de que onde há fumaça, há fogo".
. Do blog do Elias Brandão

PS: O PSF é um programa nacional e o município de Maringá recebe uma grana preta para administrá-lo. Maringá administra mal pra burro o Programa Saúde da Família, que já foi bem melhor, tanto em número de equipes quanto em consistência das equipes e na qualidade dos atendimentos de prevenção à saúde. Terceirizar é criar a oportunidade de grupos de empresários amigos tirar uma casquinha nessa verba federal (carimbada). Em se tratando do neoliberalismo de pé quebrado que nos contamina, tudo é possível.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.