Pular para o conteúdo principal

Ossos do ofício

"Estava agora a pouco na fila do supermercado e o celular toca. É a reporter Michele Thomaz. Ela conta que houve uma apreensão de drogas pelo Denarc e pede minha avaliação se deve ou não fazer a matéria.
E eu, esquecendo que estou num supermercado, saio falando: "É crack ou maconha? Só 18 troxinhas? Se tiver armas vale a pena!".
Quando desliguei o celular, o pessoal da fila ficou meio constrangido...
Ou com medo".

. Do Marcelo Bulgarelli (Bar do Bulga)

pS: é uma situação danada de esquisita. Levado pela emoção da notícia, pelo tino do jornalista que atina, Bulgarelli se viu preso na armadilha do celular. O que poderia pensar quem ouviu a fala? Aposto que passou pela cabeça de alguém chamar a polícia, imaginando tratar-se de conversa altamente suspeita. Quando percebeu o ato falho, o jornalista se viu no alto de uma parede, sem escada e com a brocha na mão.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.