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Mais realistas do que o rei

“Como se previa, o tempo esquentou na sessão de hoje na Câmara Municipal de Maringá. Márcio Lorin falou por 10 minutos, em nome de várias entidades, sobre a necessidade de se respeitar a legislação para não se alterar o Plano Diretor, como quer o prefeito Silvio Barros II. Ele usou da palavra a convite do vereador Carlos Eduardo Sabóia (PMN), mas a tropa de choque de Silvio II - o médico Heine Macieira (PP) e o ex-presidente João Alves (PMDB) - saiu atacando o representante das entidades organizadas. A confusão se instalou, com vereador dando de dedo em vereador, um fuzuê danado que só mostrando em imagens para se entender.
A grosseria dos áulicos dos Barros impressiona”.
. Do blog do Rigon
PS: O John foi deselegante ao criticar a presença do arquiteto e confrontou Heine numa disputa feroz pra ver qual dois conseguia defender a “administração cidadã” com mais paixão. Heine, por sua vez, chegou ao nível extremo da grosseria, recusando-se a dar mão quando o representante da sociedade civil foi cumprimentá-lo. O vereador Mario Verri tomou as dores do convidado do Dr Sabóia e partiu pra cima do líder do prefeito, cuja posição com relação a tentativa de assassinato do Plano Diretor é de um absurdo atroz.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.