28 de dezembro de 2010

Reflexão sem dor

Como melhorar a política num país onde as políticas públicas são de partidos e de governo e não de Estado? Pior: os gestores prometem mundos e fundos, anunciam liberação de recursos para projetos apresentados, mas na hora de executar a obra é que anuncia:"Não há dinheiro". E quando o dinheiro rola, a honestidade e a ética tomam, invariavelmente, o caminho das cucuias.
Não é Pedro, não é Paulo, não é João, não é Roberto, não é Orlando, não é Luiz. O problema não está no nome do governante, está nos usos e costumes, está na cultura da pouca vergonha, que não há lei de responsabilidade fiscal que dê jeito.

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