3 de janeiro de 2011

Leitor escreve sobre o extermínio do passado


"HÁ uma frase mais ou menos como "o povo que não cultiva seu passado, não tem futuro" Ainda bem que em Maringá tem muita gente que zela pelo passado e ama esta cidade. Algumas autoridades, apesar de terem estudadoa "pra burro" ainda não descobriram que preservar a memória do povo é respeitar o povo. Abraço a todos e feliz 2011".
. Orlando Lisboa de Almeida

Esta foto aí pincei do site do Rigon. Vendo-a, me perguntei: o que será que passava pela cabeça do alcaide neste momento? Sentimento de culpa? Não creio, pois afinal, não se sente culpado quem destrói um patrimônio histórico de caso pensado e que, até mesmo por convicção ideológica, liga a mínima para os valores culturais da sua terra.

Um comentário:

JOSÉ ROBERTO BALESTRA disse...

Com o gesto, o tal, exultante, apenas tripudiava a história, mangava do moroso judiciário (onde sabidamente tem diversas condenações), e por fim cuspia na má sorte do solo generoso que decerto dia d'outrora o vira vir.

Mas não s'equeça ele: o Céu pode parecer engambelável, conquistável, mas o Averno, as Trevas, o Tártaro, é bem aqui mesminho-da-silva! A propósito, “inferno” vem de “infernum”, que em latim quer dizer “profundezas da Terra”.

E não s’confunda com “Inferno Verde”, o da Amazônia, onde, aliás, o tal turismara secretarialmente, não?

Nada como o eco do tempo. É só ter sabedoria pra esperar.

Por isso continuo rogando: - Valei-m’ meu São Serapião, protetor dozórfos.