5 de agosto de 2011

Criadouro de cabos eleitorais? Nem pensar

O ARAS, responsável pelos curos de fé e política da Igreja Católica em Maringá, apresentou ao prefeito SB-II um projeto interessante, como passo inicial da recuperação dos fundos de vale da cidade. O grupo que elaborou a proposta pretendia iniciar com o plantio de 400 mudas de árvores nativas no fundo de vale do Jardim Oásis e só pediu à Prefeitura o custo do plantio e da colocação de uma tela, cercando a área. O resto, inclusive uma pista de caminhada ao redor, seria providenciado poe eles, com a ajuda da OAB e outras entidades engajadas no projeto. No local seria criado um espaço para lazer da população, inlcusive das crianças, e de realização de cursos sobre questões ambientais. Claro, o prefeito gostou da idéia, a aprovou de pronto. Mas com um porém, e foi este porém que desagradou os proponentes: que o espaço fosse administrado por um CC da Administração Municipal, politicamente ligada à família Barros.
Não é nem preciso falar sobre a reação dos entusiasmados ambientalistas. "Continuamos pensando no projeto mas rejeitamos a idéia de transformar os fundos de vale em cevas de cabos eleitorais", disse-me um dos integrantes do grupo.

Um comentário:

Dr. Moacyr disse...

Abaixo-assinado pede definição para caso Anisinho

As sessões da Câmara de Paiçandu foram retomadas esta semana e os vereadores vão encontrar um abaixo-assinado cobrando da presidência do Legislativo uma definição sobre o caso do vereador Anísio Monteschio Junior (PP), que teve sentença condenatória pelo crime de peculato mantida e confirmada no Tribunal de Justiça do Estado e também nas instâncias superiores do STJ e STF. O vereador tem ficado no cargo a custa de reiterados recursos, já classificados pelo STJ como “protelatórios”.

Requer a petição que seja cumprido o que “estabelece a Lei Orgânica do Município em seus art. 17, inciso XIII, combinado com o art.29, incisos I à IX e §§§ 1º ao 5º, no sentido de declarar a perda do mandato e assegurar amplo direito de defesa ao vereador que praticou ato de improbidade contra a administração pública, falsificando Guias de ITBI, visto que o mesmo teve sentença condenatória pelo crime de peculato através do Juízo da Comarca de Maringá, sendo mantido e confirmado condenação no Tribunal de Justiça do Estado e também nas instâncias superiores do STJ e STF e mesmo assim, vergonhosamente, mantém-se no cargo até a presente data. (…) Aguardamos e confiamos na sensibilidade dos membros dessa Casa de Lei, que, na qualidade de legítimos representantes do povo, através de uma atitude sábia, justa e democrática de Vossa Excelência, possa declarar a perda do mandato do vereador, a fim de resgatar os anseios de uma sociedade sofredora e esperançosa que há muito mantem a sede de justiça.” O abaixo assinado também pode ser acessado aqui.