14 de fevereiro de 2012

O socialista do século XII

Para ser um novo socialista, sintonizado com a modernidade da era tecnológica, informática à frente, é preciso que:

"Em primeiro lugar, afastar toda a tradição autoritária que permeou a ação política, sobretudo do stalinismo e variantes, sem abdicar de dois valores importantes: o combate às desigualdades socioeconômicas e uma celebração da diferença, da diversidade, da tolerância. Essa é uma plataforma que dialoga com o pensamento socialista moderno".

São palavras que expressam o pensamento de Fernando Haddad (ex-ministro da Educação), pré-candidato a prefeito de São Paulo pelo PT e com o provável apoio de Kassab (ex-DEM) e agora PSD.

Vale a lembrança de que a vitória de Haddad significaria a presença do segundo socialista na história da prefeitura da maior cidade brasileira. Quem abriu este caminho foi Luísa Erondina, uma ótima prefeita que, provando não ser Rosa (Luxemburgo), fez uma grande parceria com a Shell e modernizou o autódromo de Interlagos.
Depois veio Marta Suplicy, petista mas não socialista, que saiu deixando lado para a direita crescer na paulicéia desvairada. Vou torcer por Haddad, com a expectativa de que a esquerda brasileira ajuizada deixe sua marca, sem nenhum senão à Marta.

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