23 de março de 2012

O HU vai à UTI e a cidade se cala

Até agora não vi nenhuma manifestação da sociedade organizada e nem do poder político local sobre o caos anunciado do HU, que vai perder dia primeiro de abril 140 servidores, inclusive médicos. Na avaliação do superintendente do Hospital, Dr. Amador, haverá uma guerra entre quem busca atendimento e os funcionários efetivos que ficarão para atender.
Impressionante como nem o reitor da UEM, gestora do hospital-escola, se posicionou publicamente a respeito do assunto.
É descaso pra mais de metro.

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