30 de março de 2012

Problemas a perder de vista nas penitenciárias do Paraná

Com a presença do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o governador Beto Richa inaugura daqui a pouco a Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste. Com essa unidade penal, que vai abrigar condenados que ajudam a superlotar os cadeiões da região noroeste o Estado cria quase 1.500 vagas no seu sistema prisional. Mas há um problema: as penitenciárias já existentes, inclusive a de Maringá, têm problemas sérios de estrutura e uma defasagem absurda no quadro de agentes penitenciários.
A julgar pela série de reportagens da RPCTV de Foz do Iguaçu, sobre as condições atuais do presídio inaugurado há 10 anos naquela cidade, as unidades penais do Paraná são verdadeiras bombas-relógio, susceptíveis a fugas cada vez mais freqüentes.
Os agentes penitenciários trabalham em condições muito precárias e no dia-a-dia da lida com presos perigosíssimos estão sempre correndo risco de vida. Pode acreditar, mas o diretor do Departamento Penitenciário do Paraná, Maurício Kuehene, trata com desdém os perigos que os agentes correm. Pelo menos foi o que ele deixou claro na entrevista que deu à RPCTV .
A Penitenciária de Foz do Iguaçu era tida como de segurança máxima quando foi inaugurada. Enfim, um modelo de modernidade na área prisional. Hoje, está caindo pelas tabelas, de acordo com a série de reportagem da televisão.Essa de Cruzeiro do Oeste também, novinha em folha é muito segura . Mas é a velha história: vassoura nova varre bem que é uma beleza.

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