9 de maio de 2012

Lição (não aprendida) da História

Quando o presidente João Goulart sancionou a lei do 13.o salário em 1962 foi uma grita geral do empresariado. O economista Eugênio Gudin (ministro da fazenda no governo Café Filho) fez duras críticas a “Jango”, dizendo que o salário extra quebraria as empresas, levaria a maioria delas à banca rota. Passado meio século, o 13o. é o motor do consumo e o combustível da prosperidade do próprio setor produtivo que agora, tenta barrar por todos os meios e todos os credos, a redução da jornada de trabalho para 40 horas. Que a História sirva de lição.

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