25 de julho de 2012

Secretário incômodo próximo da renúncia

Está no blog do Cícero Catani

"Havia expectativa no Iguaçu que o secretário Ricardo Barros encaminhasse ao governador pedido de demissão, depois de o desembargador Rotoli de Macedo ter negado habeas corpus no processo movido pelo MP. Acredita-se que não restaria outra atitude a Barros, para evitar constrangimento ao governador Beto Richa. Teme-se que a oposição explore o episódio em que ele está envolvido e respingue na campanha eleitoral. Além de secretário da Indústria e Comércio, Ricardo Barros é presidente estadual do PP, partido da base aliada. Na sexta, Barros entrou com um pedido de habeas corpus para trancar a denúncia de negociata interceptada numa escuta telefônica autorizada pela justiça. O desembargador Lídio José Rotoli de Macedo, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná, negou O pedido era para trancamento da investigação da notícia crime do Gaeco. na qual Barros figura como suspeito de manipular licitações no governo do irmão mais velho, Silvio Barros II, prefeito de Maringá. No HC, Barros relata que a denúncia é nula por ser originar de uma denúncia anônima, que levou à interceptação telefônica de vários números de telefone, pedidos feitos pelo Gaeco e deferidos pelo juízo da 2ª Vara Criminal, no final do ano passado. A intercepção acabou flagrando uma conversa entre o secretário e Leopoldo Fiewski, super-secretário de Silvio Barros II e de Carlos Roberto Pupin, levando à instauração da notícia crime, “em face da suspeita de envolvimento do paciente em fraude à licitação para serviços de publicidade e propaganda”. Barros também teve pedida prisão cautelar".
 
. Blog do Cícero Catani
 
PS: no blog do Fábio Campana, Ricardo criticou duramente o Ministério Público, que segundo ele age politicamente para prejudicar o grupo, principalmente o prefeito Silvio, seu irmão:
 
"Ricardo Barros afirma, nesta quarta-feira (25), que a sequência de irregularidades e ilegalidades cometidas pelos promotores José Aparecido Cruz e Laércio Januário de Almeida comprova a interferência política do Ministério Público de Maringá. “Não tenho dúvidas em afirmar que o Ministério Público de Maringá é utilizado para ações políticas, motivadas por interesses pessoais, aquém do interesse público e da função constitucional do MP”.

De acordo com Barros há um longa trajetória de perseguição dos agentes do MP de Maringá ao seu grupo político: incluindo o prefeito Silvio Barros, secretários e servidores municipais e diversos dirigentes e lideranças locais".

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