29 de setembro de 2012

E agora, José?

Alguns amigos do Pupin estão de cara com RB, a quem atribuem culpa pela situação que o candidato do PP está vivendo. Diz-me um experiente advogado, que tem grande apreço por Pupin: “ Não dá para acreditar que o Pupin tenha caído nessa, pois qualquer quartanista de Direito,lendo o texto da lei, saberia que ele seria inelegível. Não tem como e nem porque, assumiu seis meses antes da eleição de 2008 e seis meses antes da eleição de 2012, está inelegível porque caracteriza de fato a tentativa do terceiro mandato. Buscar jurisprudência no caso Alkmin é ingenuidade, pois são casos completamente diferentes”.


Pupin continua candidato, se elegendo assume, mas não completa metade do mandato. Dificilmente o TSE reformará a sentença do TRE ou contrariará o parecer da subprocuradora da república. Isso parece ponto pacífico para a maioria dos advogados com quem tenho conversado sobre o assunto.

A conclusão é uma só: o vice prefeito caiu numa armadilha. Ele sabe que caiu e anda extremamente irritado. O relacionamento, pelo que se sabe,não anda bom . Com razão, dona Luiza anda inconformada com o que fizeram para o seu marido. "O Pupin é um homem bom, porém foi ingênuo ao cair nessa", diz-me um amigo da família, tão irritado com a situação quanto familiares do agropecuarista. Uma coisa é certa, hanhando a prefeitura e escapando do impugnação, o que parece difícil, Pupin segue carreira solo, consoidando-se como uma nova liderança política de Maringá, mas desde que rompa definitivamente com os irmãos Barros.

Um comentário:

jeferson disse...

"O Pupin é um homem bom, porém foi ingênuo ao cair nessa".. ora caro Messias, Pupin não é ingênuo. "Homens bons" não privam da confiança de mafiosos como RB.Pupin quer bancar a virgem no prostíbulo?Se caiu na armadilha política foi por interesse e ganância pelo poder.Ou então foi pela certeza de que está acima da lei,que aliás é a característica deste grupo medíocre que comanda esta cidade há quase 8 anos.