26 de dezembro de 2012

Por meio de uma manobra contábil ridícula,os Barros continuam no palanque




A rejeição das contas de 2004 (administração do PT) é quase uma obsessão para um certo cacique político local, que  já em 2008 botava pressão sobre os vereadores da base, para que aprovassem o parecer do Tribunal de Contas do Estado. O TC não rejeitou as contas do ex-prefeito João Ivo mas as encaminhou à Câmara Municipal com recomendações para que o fizesse.
2008, afinal era ano eleitoral, e João Ivo,  candidato a prefeito, o mesmo acontecendo com Ênio Verri, Secretário Municipal de Fazenda no período em que Zé Claudio (+) exerceu o cargo de prefeito. Com o falecimento do titular, o vice João Ivo assumiu e Verri  passou a ocupar a Secretaria de Governo.
Estranho que quatro anos depois das investidas de Ricardo Barros pela rejeição das contas de 2004, o assunto volta à tona. Tentaram botar pilha durante o processo eleitoral mas como não deu, continuam insistindo . Por que, se a eleição acabou? Ora pois, não acabou ainda se considerarmos que a vitória do  prefeito eleito Roberto Pupin continua dependendo de decisão colegiada do TSE.
Mas é preciso esclarecer melhor os fatos que levaram à recomendação do TC pela rejeição das contas. Seguinte: João Ivo não conseguiu cumprir o percentual mínimo (25%) de investimento na educação em seu último ano de mandato. Não conseguiu em termos, porque as obras da área de educação que estavam em andamento ficaram empenhadas para serem pagar pelo sucessor. E o que fez o sucessor? Simplesmente cancelou os empenhos.
Segundo estudo do vereador Humberto Henrique , Silvio Barros II não só cancelou os empenhos como enviou relatório fiscal ao TC em desacordo com a legislação. Humberto Henrique, disparado o melhor vereador da atual legislatura joga um facho de luz na escuridão provocada:

“C, considerando o montante excluído do orçamento enviado para o TC, o município atingiu índice de 25,57% na área da educação, portanto acima do mínimo exigido, que é de 25%. Estes dados não foram analisados pelo Tribunal porque a administração dificultou o acesso aos dados contábeis”.

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