13 de janeiro de 2013

O IAP dificulta acesso das empresas ao crédito abundante

Nenhum empresário bem intencionado que investiu ou pensa em fazer crescer seu negócio, pode criticar os governos Lula e Dilma. Os empréstimos para compra de máquinas, por exemplo, são abundantes e com juros irrisórios, coisa de pai pra filho. Mas no caso específico do Paraná o empresariado anda passando maus bocados nas mãos do governo estadual,  porque o órgão que  emite os laudos de impacto ambiental senta sobre os pedidos e deixa a maioria mofar nas gavetas. Sem laudo do IAP, no caso de maquinaria, não tem como viabilizar os financiamentos na Caixa Econômica. Em Maringá , são cerca de 300 empresas esperando a boa vontade do Instituto Ambiental

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