30 de julho de 2013

Dois lados de uma moeda

Os médicos estão nas ruas protestando. Pelo que deu pra perceber hoje cedo em frente ao Estádio Willie Davids, não se insurgem contra a vinda de médicos de fora do país, mas acham que o governo poderia resolver o problema da concentração desses profissionais nos grandes centros, com políticas públicas de valorização da atividade, não apenas valorização salarial, mas de melhoria das condições de trabalho, com mais leitos e hospitais públicos melhor aparelhados.
Compreensível este lado da moeda, mas há outro. Não sei exatamente onde está a cara e onde está a coroa. O fato concreto é que a saúde pública vai muito mal e um desses males é exatamente a falta de médicos, sobretudo nas pequenas cidades. E isso com o agravante de que essas pequenas comunas padecem também da falta de hospitais, pelo menos de média complexidade. O descaso, que se abriga nas três esferas de poder, é geral.
Se há pressa do governo Dilma em resolver a questão e por conta do açodamento, tromba com a classe médica brasileira, há também por parte dos médicos uma certa parte pri no tocante à importação de médicos principalmente cubanos. A propósito dos médicos da Ilha, que não se cometa o erro de ignorar a qualificação que o sistema lhes proporciona proporciona. Vale a pena prestar a atenção no testemunho de dois brasileiros que se formaram em Havana e que estão de volta para trabalhar em áreas de extrema carência no nosso país.
Um deles, o jovem Augusto César , de Chapecó (RS) diz estar estudando para fazer a prova de revalidação do diploma e quer trabalhar na área rural, atendendo trabalhadores sem terra. Por sua vez a médica Andreia Comagotto , de Nova Ronda Alta (RS) já trabalha em Cajazeiras, sertão da Paraíba, onde faz residência como médica da família.
Os dois voltaram encantados de Cuba, onde o curso de medicina dura seis anos e os estudantes são obrigados a passar por várias universidades, após o período inicial de dois anos. “O curso de medicina lá não difere muito do daqui, do ponto de vista curricular”, diz Andreia. Logo, não há diferenças teóricas na formação do médico cubano e do médico brasileiro. A diferença é prática, já que “O curso brasileiro é voltado para as altas especialidades. Tem essa lógica de que você faz medicina, entra numa residência e se especializa. Já em Cuba o curso se volta à atenção primária de saúde, para entendermos a lógica de prevenção das doenças e o tratamento das enfermidades que as comunidades possam vir a ter”.
Em contrapartida, aponta o jornalista e blogueiro Luiz Carlos Azenha,que já correu o mundo como correspondente internacional de grandes redes de TV (Globo e Record): “Saúde e medicina no Brasil são sinônimos de pedidos de exames e tratamento com diversos medicamentos, calcados em sua maioria na alta tecnologia. Com isso, a medicina preventiva fica em segundo plano, alimentando uma indústria baseada na exigência destes procedimentos”.
Apesar da equivalência dos dois países na questão curricular, o diferencial cubano está na concepção, pelo que dá a entender a médica residente, Andreia Comargotto : “No Brasil, temos uma limitação na formação do profissional, pois ela é voltada ao modelo hospitalacêntrico, que pensa só na doença e no tratamento. Em Cuba isso já foi superado. Lá eles formam profissionais para tratar e cuidar com qualidade, humanismo e amor cada paciente; aprendemos de verdade a lidar com a saúde do ser humano”.
É positiva a manifestação dos médicos brasileiros, cuja ida às ruas pode ser considerada histórica, posto que quase inédita. Esse dia nacional de protesto dos médicos deve servir para mostrar ao governo que os médicos brasileiros não brigam apenas por salários e honorários, mas também servirá para estimular o debate a certa da “importação”, colocando luz sobre os dois lados dessa moeda.

Não esquecer que esta moeda tem dois lados



Os médicos estão nas ruas protestando. Pelo que deu pra perceber hoje cedo em frente ao Estádio Willie Davids, não se insurgem contra a vinda de médicos de fora do país, mas acham que o governo poderia resolver o problema da concentração desses profissionais nos grandes centros, com políticas públicas de valorização da atividade, não apenas valorização salarial, mas de melhoria das condições de trabalho, com mais leitos e hospitais públicos melhor aparelhados.
Compreensível este lado da moeda, mas há outro. Não sei exatamente onde está a cara e onde está a coroa. O fato concreto é que a saúde pública vai muito mal e um desses males é exatamente a falta de médicos, sobretudo nas pequenas cidades. E isso com o agravante de que essas pequenas comunas  padecem também da falta de hospitais, pelo menos de média complexidade. O descaso, que se abriga nas três esferas de poder, é geral.
Se há pressa do governo Dilma em resolver a questão e por conta do açodamento, tromba com a classe médica brasileira, há também por parte dos médicos uma certa parte pri  no tocante à importação de médicos principalmente cubanos. A propósito dos médicos da Ilha, que não se cometa o erro de ignorar a qualificação que o sistema lhes proporciona proporciona. Vale a pena prestar a atenção no testemunho de dois brasileiros que se formaram em Havana e que estão de volta para trabalhar em áreas de extrema carência no nosso país.
Um deles, o jovem Augusto César , de Chapecó (RS) diz estar estudando para fazer a prova de revalidação do diploma e quer trabalhar na área rural, atendendo trabalhadores sem terra. Por sua vez a médica Andreia Comagotto , de Nova Ronda Alta (RS) já trabalha em Cajazeiras, sertão da Paraíba, onde faz residência como médica da família.
Os dois voltaram encantados de Cuba, onde o curso de medicina dura seis anos e os estudantes são obrigados a passar por várias universidades, após o período inicial de dois anos. “O curso de medicina lá não difere muito do daqui, do ponto de vista curricular”, diz Andreia. Logo, não há diferenças teóricas na formação do médico cubano e do médico brasileiro. A diferença é prática, já que  O curso brasileiro é voltado para as altas especialidades. Tem essa lógica de que você faz medicina, entra numa residência e se especializa. Já em Cuba o curso se volta à atenção primária de saúde, para entendermos a lógica de prevenção das doenças e o tratamento das enfermidades que as comunidades possam vir a ter”.
Em contrapartida, aponta o jornalista e blogueiro Luiz Carlos Azenha,que já correu o mundo como correspondente internacional de grandes redes de TV (Globo e Record):  “Saúde  e  medicina no Brasil são sinônimos de pedidos de exames e tratamento com diversos medicamentos, calcados em sua maioria na alta tecnologia. Com isso, a medicina preventiva fica em segundo plano, alimentando uma indústria baseada na exigência destes procedimentos”.
Apesar da equivalência dos dois países na questão curricular, o diferencial cubano está na concepção, pelo que dá a entender a médica residente, Andreia Comargotto : “No Brasil, temos uma limitação na formação do profissional, pois ela é voltada ao modelo hospitalacêntrico, que pensa só na doença e no tratamento. Em Cuba isso já foi superado. Lá eles formam profissionais para tratar e cuidar com qualidade, humanismo e amor cada paciente; aprendemos de verdade a lidar com a saúde do ser humano”.
É positiva a manifestação dos médicos brasileiros, cuja ida às ruas pode ser considerada histórica, posto que quase inédita. Esse dia nacional de protesto dos médicos deve servir para mostrar ao governo que os médicos brasileiros não brigam apenas por salários e honorários, mas também servirá para estimular o debate a certa da “importação”, colocando luz sobre os dois lados dessa moeda.

Um pra lá, um pra cá...



Passinho pra frente: o prefeito Roberto Pupin anunciou que vai sancionar a lei municipal da ficha limpa e que deverá exonerar os cargos comissionados que tiverem condenação colegiada (ou, evidentemente) transitada em julgado. Ponto para o burgo mestre.
Passinho pra trás:  O prefeito de Maringá disse que espera assinar em agosto o decreto de desapropriação dos 90 mil m2  no entorno do Aeroporto Regional para disponibilizar ao  “mega” investidor Fiocco, dono da  Avio, que ainda não foi além de assinar um protocolo de intenções para implantar a tal fábrica de aviões e helicópteros na cidade.
O Secretário da Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros, pai, mãe e avô do megalômano projeto, está sendo questionado porque promete viajar à Europa para checar, in loco, a idoneidade da empresa, cujo presidente foi condenado a 6 anos de prisão na Itália, por falência fraudulenta.
Quem acompanhou nos últimos dias o noticiário da blogosfera e de alguns grandes jornais do Estado, sabe que falta muito ainda para que o  governador Beto Richa, o prefeito Pupin e o secretário Barros, possam estufar o peito e dizer alto e bom som ao Paraná, que não caíram no conto do “avião de rosca”.

29 de julho de 2013

Para "tucano" ler na cama

"Na última semana, ISTOÉ publicou documentos inéditos e trouxe à tona o depoimento voluntário de um ex-funcionário da multinacional alemã Siemens ao Ministério Público. Segundo as revelações, o esquema montado por empresas da área de transporte sobre trilhos em São Paulo para vencer e lucrar com licitações públicas durante os sucessivos governos do PSDB nos últimos 20 anos contou com a participação de autoridades e servidores públicos e abasteceu um propinoduto milionário que desviou dinheiro das obras para políticos tucanos. Toda a documentação, inclusive um relatório do que foi revelado pelo ex-funcionário da empresa alemã, está em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para quem a Siemens – ré confessa por formação de cartel – vem denunciando desde maio de 2012 as falcatruas no Metrô e nos trens paulistas, em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos. Até semana passada, porém, não se sabia quão rentável era este cartel".

. Revista Isto É (nas bancas esta semana)

Para "tucano" ler na cama

"Na última semana, ISTOÉ publicou documentos inéditos e trouxe à tona o depoimento voluntário de um ex-funcionário da multinacional alemã Siemens ao Ministério Público. Segundo as revelações, o esquema montado por empresas da área de transporte sobre trilhos em São Paulo para vencer e lucrar com licitações públicas durante os sucessivos governos do PSDB nos últimos 20 anos contou com a participação de autoridades e servidores públicos e abasteceu um propinoduto milionário que desviou dinheiro das obras para políticos tucanos. Toda a documentação, inclusive um relatório do que foi revelado pelo ex-funcionário da empresa alemã, está em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para quem a Siemens – ré confessa por formação de cartel – vem denunciando desde maio de 2012 as falcatruas no Metrô e nos trens paulistas, em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos. Até semana passada, porém, não se sabia quão rentável era este cartel".

. Revista Isto É (nas bancas esta semana)

27 de julho de 2013

Dr.Aroeira, que brota depois de morto, só pra desafiar








Está para sair do forno um livro de memórias (e pensamentos aleatórios) do Dr. Sócrates, um dos maiores jogadores de futebol que vi em ação (ao vivo e a cores). Foi líder da Seleção de 1982, que não conquistou o tetra mas deu show de bola. Politicamente correto, dentro e fora de campo, Sócrates  foi para as ruas defender as “diretas já”, depois de comandar a democracia corintiana.
Falecido em 2011, vítima de uma cirrose hepática que adquiriu em decorrência  do alcoolismo, Sócrates vinha escrevendo suas memórias nos últimos anos. Parece que conseguiu concluí-las. Nas livrarias ainda este ano, a obra deve causar muita polêmica e mexer com os brios de craques do passado, que  o Dr. acusa de  omissão ante o regime de repressão que vigorou na “república dos generais”,
Um dos mais criticados é o rei Pelé, que jamais levantou sua voz para contestar a falta de liberdade daquele período. Nem Gerson, apelidado de papagaio por falar demais, tomou qualquer posição. Nem mesmo quando o presidente Médici “fritou” o técnico João Saldanha, a quem caberia os méritos pela formação daquele selecionado mágico de 1970.
Saldanha comandou as “feras” nas eliminatórias de 1969, mas caiu antes da Copa do México porque ousou bater de frente com o ditador de plantão, que queria lhe impor a escalação do Dadá  Maravilha.
Tudo bem que o Dadá fosse um goleador, mas no  ataque formado  por  Pelé, Tostão, Jairzinho e Rivelino não podia mesmo ter lugar pra ele.  Por isso, Saldanha, o “João sem medo”, comunista emérito, foi afastado do comando da seleção. Em seu lugar colocaram o Zagalo, que segundo dizem, não comandou, era comandado por “feras” como Carlos Alberto Torres e Gerson, que escalavam o time e o comandavam em campo.
Sócrates não se conformava com o fato dessa geração de ouro, que o país admirava tanto, ter se calado diante de tanta tortura e de tanta falta de liberdade no país. Aguardemos o livro para  ver como vão reagir os criticados, Pelé inclusive. Talvez nem reagirão e continuarão omissos com relação àquele período de trevas.



23 de julho de 2013

Há um cheiro de nazifascismo no ar

Foi constrangedora a cena do presidente do STF cumprimentando o Papa Francisco e ignorando a presidente Dilma Rousseff. Claro que teve muita gente que vibrou, mas fosse quem fosse o presidente da república, seria inaceitável o que fez o chefe da suprema corte. Aliás, desrespeitar a presidente como vem fazendo parte da mídia e setores organizados da sociedade civil, não significa desrespeitar a cidadã Dilma, mas atentar contra a instituição. Sem fazer nenhuma diferença entre uma coisa e outra, os babacas de plantão estão, consciente ou inconscientemente, atentando contra a democracia.
Há uma onda perigosa de absoluta intolerância com a chefe da nação, que gostemos ou não, foi levada ao Palácio do Planalto pelo voto popular.O ódio , e até uma certa carga de preconceito, contra o PT, não é justificativa para ninguém desqualificar, e até ridicularizar, a presidente da república. Tudo isso é saudade do militarismo? Ou simpatia (recorrente) pelo nazifascismo?  Eu ehim!

22 de julho de 2013

Pupin, Pupin!



É incompreensível que o prefeito de Maringá, Roberto Pupin queira desalojar a Escola Milton Santos, de Agroecologia. Esta escola, mantida em convênio Itepa/Universidade Federal do Paraná forma técnicos  de nível médio em agricultura limpa, totalmente livre de defensivos agrícolas.  O terreno  foi cedido em regime de comodato por lei municipal até 2024. O governo estadual já investiu cerda de R$ 2 milhões nessa escola. Acorda pra vida, prefeito!

20 de julho de 2013

Haverá explicação?

O governador Beto Richa deve cobrar explicações do secretário Barros sobre a parceria com a fábrica da Avio International Group que não passaria de um golpe internacional. O protocolo que habilita a empresa ao Paraná Competitivo seria a consolidação do polo de defesa e aeronáutica do Estado. Ocorre que a Avio teria aplicado o mesmo golpe na Itália, onde  Luigino Fiocco, foi condenado a seis anos de prisão.

. Blog do Cícero Catani

Estarámos diante de um grande mico?


 A ser verdadeira a notícia publicada ontem no Blog do Esmael, Maringá e o Paraná podem virar motivo de piada. É que tudo leva a crer que o protocolo de intenções assinado pelo governador Beto Richa para trazer a tal fábrica de avião e helicópteros pra cá, já fez água e pode ter sido um golpe internacional do tal Luigino Fiocco. Vejam:


"Governador Beto Richa pode ter embarcado num voo de galinha; golpista Luigino Fiocco, que promete investir R$ 174 milhões e gerar mil empregos em Maringá, foi condenado a seis anos de prisão, na Itália, por fraude idêntica; seria o mico do ano?
Na quarta-feira (17), este blog registrou que o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), assinou protocolo para instalação de fábrica de helicópteros e aviões no município de Maringá; também lembrou que o tucano gosta como ninguém desse tipo de “brinquedinho” caro e que teria oportunidade de cumprir promessa de campanha, em 2010, para transportar doentes do interior até a capital com as aeronaves. Entretanto, Richa pode ter sido vítima de uma grande fraude internacional. Leia a investigação de Heraldo Gomes Alesco Neto, especial para o blog: AvioInternational – Uma fraude!
A notícia de que uma empresa Suíça irá fabricar 600 helicópteros por ano no Paraná impressiona. À primeira vista parece ser um grande negócio, mas um pouco de dúvida nos faz achar que se trata de um negócio da China, ou ainda, uma fraude.
A indústria da aviação civil não é esse paraíso que a empresa pintou aqui no Paraná. Desde que me conheço por gente e trabalho com isso, nunca ouvi falar nesses números que essa empresa aponta.
Conforme matéria divulgada na Folha de São Paulo, em São Paulo temos a 2ª maior frota de Helicópteros do mundo, ficando atrás apenas de NY, com 420 aeronaves registradas.
Como uma empresa irá fabricar em um ano 600 unidades? Que capacidade de produção é essa? Para qual mercado?
Como poderão ver nesse artigo do “Asa Rotativa”, que reúne informações do setor, dá para visualizar um panorama do mercado de helicópteros no mundo. Em momento algum você vai encontrar números como o que essa empresa promete fabricar, quanto menos alguma informação sobre a própria empresa, a AVIO INTERNATIONAL.
A única fábrica de helicópteros operando no Brasil é a HELIBRAS, parceira mundial da EUROCOPTER, que nos seus mais de 35 anos de operação no Brasil, produziram apenas 464 helicópteros Esquilo.
Como uma indústria Suíça que ninguém conhece será capaz de fabricar 600 unidades em 01 ano? Independente do modelo proposto pela empresa, isso é impossível".

16 de julho de 2013

O bispo quer nocautear o apóstolo



Edir Macedo se diz bispo e Valdemiro Santiago, apóstolo.  O primeiro é dono da Igreja Universal do Reino de Deus, por meio de cujo império formou outro, o da comunicação, liderada pela Rede Record. O segundo é originário da agora concorrente e, ao se autodenominar  apóstolo fundou a Igreja Mundial, que vem a galope tentando ultrapassar a Universal em número de templos e estratégia de marketing.  Mas agora, segundo reportagem do UOL,  Macedo decidiu atacar Valdemiro,  dificultando sua ampliação de espaços no rádio e na televisão.
Relata  o UOL Notícias: “Duas semanas atrás o ataque começou. Valdemiro tinha a vantagem de opção da compra na rede paranaense CNT de televisão. Até o último segundo do negócio ele avisou que estava levantando fundos para a compra milionária, mas a Mundial falhou em levantar o dinheiro e em achar sócios.
Menos de 24 horas depois a Universal comprou 12 horas diárias de toda a rede CNT, na qual exibe sua ladainha religiosa.

O mesmo estaria ocorrendo na Band e no canal 21. Algumas prestações atrasadas caíram nos ouvidos da cúpula da Universal, que correu informar à Band que, se a Mundial "pisar na bola", a igreja de Macedo tem o maior interesse em preencher os horários.

A guerra está se dando nas rádios de todo o país também: emissários de Macedo têm percorrido o país todo atrás de rádios que estejam em crise devido à falta de pagamentos de Valdemiro. Nesses casos, as rádios têm direito de rescindir o contrato. E é isso que elas estão fazendo. A Universal substitui tudo, e paga melhor, para alegria de donos de pequenas rádios, que não hesitam em fazer a troca”.