31 de dezembro de 2014

Assim CAMINHA o Brasil desde Cabral


“E, pois que, Senhor, é certo que assim neste cargo que levo, como em outra qualquer cousa que de vosso serviço for, Vossa Alteza há-de ser de mim muito bem servida, a Ela peço que, por me fazer singular mercê, mande vir da ilha de S. Tomé Jorge d’Osório meu genro, o que d’Ela receberei em muita mercê.
Beijo as mãos de Vossa Alteza.
Deste Porto Seguro, da vossa ilha da Vera Cruz hoje, sexta-feira, primeiro dia de Maio de 1500.
Pêro Vaz de Caminha”
E assim começa a história das elites brasileiras.
Troca de favores.
O que se lê no último parágrafo da carta de Caminha ao rei dom Manuel é para que ele libertasse do cárcere o seu genro, Jorge d’Osório casado com sua filha Isabel, preso por assalto e agressão.
( Esperto ele. Deixou o pedido por ultimo para que o rei não alegasse esquecimento.)
São as famosas elites que sempre mamaram nas tetas do governo.
Talvez isso explique sua aversão a tudo que é diferente ou novo.
Assalto e agressão.
Passados 500 anos, essas mesmas elites não mudam.
Ao invés de dividir o mel, preferem comer merda sozinhas... "
. Por Georges Bourdokan (Blog do Bourdokan)

30 de dezembro de 2014

Carta de Natal põe fogo na fundanga e dá comichão em quem prega o golpe


“Em 24 de agosto de 1954, o Presidente Getúlio Vargas se matou em seu quarto com um tiro no peito. Na carta-testamento ele registrou: “Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história”, preferindo o suicídio a se submeter à humilhação que os adversários queriam com a sua renúncia.
Em 1961, o então Presidente Jânio Quadros, alegando “forças ocultas”, renunciou e disse: “Desejei um Brasil para os brasileiros, afrontando, nesse sonho, a corrupção, a mentira e a covardia que subordinam os interesses gerais aos apetites e às ambições de grupos ou de indivíduos, inclusive do exterior. Sinto-me, porém, esmagado. Forças terríveis levantam-se contra mim e me intrigam ou infamam, até com a desculpa de colaboração”.
No próximo dia 1º, Vossa Excelência subirá a Rampa do Planalto em direção à governança. No entanto, a subida será solitária, ainda que partidária e com bases aliadas. Mas saiba que duzentos milhões de brasileiros, mais uma vez, subirão com a Senhora, na esperança de se desenvolverem como cidadãos, e de ascenderem coletivamente num país melhor. Por isso, reforço o meu pedido inicial de “renúncia”.
Como chefe maior dessa Nação, como Presidente ou Presidenta, renuncie à corrupção, aos corruptores, aos corrompíveis, aos corrompidos; renuncie à roubalheira política, aos escândalos na Petrobras; renuncie à falta de vergonha e aos salários elevados de muitos parlamentares; renuncie aos altos cargos tomados por ladrões; renuncie ao silêncio e ao “eu não sabia”; renuncie aos mensaleiros; renuncie ao apadrinhamento político, aos parasitas, ao nepotismo; renuncie aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF; renuncie à falta de planejamento, à economia estagnada; renuncie ao assistencialismo social eleitoreiro; renuncie à falta de saúde pública, de educação, de segurança (Unidade de Polícia Pacificadora não é orgulho para ninguém); renuncie ao desemprego; renuncie à miséria, à pobreza e à fome; renuncie aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT.
Dizem que o Natal é uma época de trégua e que em Brasília a guerra só recomeça depois do Ano Novo. Para entrar na história, porém, não será necessário ser extremista como Getúlio e Jânio e renunciar a Presidência da República, mas será necessário não renunciar ao seu país, ao seu povo. Governe com os opositores, governe com autonomia. Faça o seu Natal ser particularmente inspirador e se permita que a sua história futura seja coerente com o seu passado, porque o brasileiro tem o coração cheio de sonhos e alma tomada de esperanças”.

Eis um trecho da  Carta de Natal do ator Ary Fontoura, que alguns jornalistas PTfóbicos entenderam como uma lição de moral na presidente Dilma Roussef.
Fontoura, do alto dos seus 81 anos e da carreira gloriosa de ator talentoso que ainda o coloca como um dos melhores do time dos globais, tem crédito para o desabafo. Isso mesmo, entendi como um desabafo, de alguém angustiado com a situação do país e sobretudo , indignado com a corrupção.
Mas vamos e venhamos, governar com a oposição,  Ary? Existe isso em algum lugar do mundo, onde um governo eleito governa com a oposição, a não ser em casos excepcionais, quando a coalizão se impõe, como forma de salvação nacional?
Quanto à comparação que fez do atual momento político com Vargas e Jânio, não há nenhuma relação entre um fato e outro, posto que as circunstâncias históricas são, nos três casos, diametralmente opostas. A começar pela qualidade da oposição nos períodos Vargas e Jânio, que nem se compara com a oposição atual.
Lamentável ter que dizer isso, mas da carta de Ary Fontoura, se apropriaram alguns setores da elite política e da mídia nacional, para reoxigenar a onda de ódio e xenofobismo que tomou conta do país logo após a vitória da petista contra o tucano Aécio.
A PTfobia se dissipava aos poucos, levada pela própria enxurrada de baboseiras que tomou conta das redes sociais desde que começou o segundo turno da eleição presidencial. Claro que o oxigênio veio em cilindro miniatura, mas com pressão suficiente para assanhar, por exemplo,  os apresentadores do   Manhattan Connection ,  que no último domingo fizeram um esforço danado para obter apoio do ex-presidente Fernando Henrique na nova cruzada do programa, que é tentar colocar o PT  na clandestinidade.



29 de dezembro de 2014

Uma forma civilizada de protestar


Em andamento uma campanha, via redes sociais, contra os elevados preços do pedágio no Paraná. Alguém encontrou uma forma criativa e civilizada de protestar: pagar o pedágio com notas altas, como essas aí, de R$ 100,00, para dificultar o troco.


28 de dezembro de 2014

Dilma e seu dilema kafkiano

           (o título é meu)

“A divulgação de duas listas complementares — a de 28 políticos arrolados na delação premiada de Paulo Roberto Costa (19/12) e a de 13 ministros indicados por Dilma Rousseff (23/12) — deram um toque de absurdo ao Natal de 2014. É tal a proximidade entre uma e outra que a presidente chegou a consultar, sem sucesso, a Procuradoria Geral da República para evitar repetições. Parece anedota: “Em que lista você entrou?”. “Na da Dilma”. “Ufa!”.
Tem mais. Depois de entregar a política econômica à direita, tendo feito uma campanha classista, a nomeação de símbolos conservadores para outras pastas sem, por enquanto, qualquer compensação à esquerda, somou o insulto à ofensa. A presidente parece uma personagem de Kafka, condenada a cumprir papel que sabe não ter sentido”. 

Com o megaescândalo da Petrobras, o intuitivo seria Dilma nomear um honrado ministério técnico de alto nível. Além de ser compatível com o seu próprio perfil, isso a blindaria contra qualquer possível denúncia. Porém, por mais paradoxal que pareça, à medida que as revelações prosseguem, a presidente fica refém da opção oposta.
Ocorre que Dilma precisa munir-se agora da maior base congressual possível, pois quando o navio começar a balançar, os mais fisiológicos irão rápido para a oposição, tornando o palácio alvo de isolamento e a chantagem. Mas para montar tal suporte, ela precisa recorrer exatamente àqueles que estão na mira da Operação Lava a Jato. Afinal, simplesmente não há outras forças com as quais possa se aliar”.



. Do jornalista e cientista político André Singer

27 de dezembro de 2014

Grandes empresários que disseram NÃO à ditadura


Esses são empresários que, segundo o relatório da CNV, não fizeram como Roberto Marinho, do jornal “O Globo”, que não hesitou em apoiar a conspiração e o golpe de 1964, primeiro, e que, depois, na fase mais dura, apoiou diretamente o porão da tortura, das mortes e desaparecimentos.
José Mindlin (1914-2010), empresário, dono da Metal Leve, bibliófilo e escritor.
Antonio Ermírio de Moraes (1928-2014), empresário, dono do grupo Votorantim.
Fernando Gasparian (1930-2006), empresário, editor e político.
Mario Wallace Simonsen (1909-1965), empresário, foi um dos criadores da Panair do Brasil e da TV Excelsior.
Celso da Rocha Miranda (1917-1986), empresário, foi um dos criadores da Panair do Brasil e da TV Excelsior.

. Blog da Laura Capriglione

26 de dezembro de 2014

E agora, bicho?





Documentos existentes  no Centro de Informações do Exército dão cona de que  Roberto Carlos contribuiu com os órgãos de repressão durante a ditadura. Não seria justo exigir de sua majestade engajamento político a favor da democracia, mas a constatação de que ele era dedo-duro  é frustrante para boa parte dos seus fãs.







Foi buscar lã e acabou tosquiada





Segundo o Estadão, delegados e procuradores da Operação  Lava Jato vazaram estão de posse de documentos  que comprovam o envolvimento de Venina Venola da Fonseca com os principais envolvidos nos golpes contra a Petrobras. Na verdade, ela foi ao Fantástico buscar lã e saiu tosquiada.
 

A intolerância em estado puro



É legítimo o antipetismo, e desde já deixo claro que não sou petista. O problema é que cenas como esta aí  significam  a manifestação pura da intolerância, misto de ignorância e fascismo. Se é pra queimar bandeira de partidos políticos, o que fere de morte a democracia, então seria justo que se queimasse bandeiras dos demais, inclusive PSDB,PP (também envolvido até a medula com a corrupção), PMDB, etc? Claro,seria também agressão ao regime democrático. Se os partidos não prestam e andam pisando na bola (as exceções quase inexistem) então que se brigue por uma reforma política profunda, com a criação de mecanismos que inibam, de maneira definitiva a roubalheira que, pode acreditar, não foi menor na gestão tucana e muito menos lá atrás, no próprio regime militar. A diferença é que hoje se apura, se escancara e se pune,como vem ocorrendo com grandes corruptores. Se é pra passar o país a limpo, que se limpe tudo, inclusive tirando a sujeita acumulada ao longo de décadas embaixo do tapete. Essa manifestação de ódio contra o PT , isso só ajuda a fortalecer o neofascismo, que toma conta de muitas cabeças que se imaginava minimamente providas de inteligência.



23 de dezembro de 2014

Coragem para ser o antibarros de 2016? Se tiver, pode virar prefeito


“Dizer que aumentar o número de vereadores não implica em aumento de custos é pura hipocrisia. Como não aumenta custos  se indo  de 15 para 23 , teremos   8 vereadores a mais, cada vereador com um gabinete e assessores?”. Foi o que disse agora há pouco na Rádio CBN o presidente da Câmara  Ulysses Maia, não reeleito para continuar comandando a Câmara, num pleito cheio de senões éticos em que venceu o nome da preferência do manda-chuva   Ricarddo Barros, Chico Caiana.
Numa conta simples, só de salários a Câmara gastaria mais R$ 3,4 milhões por ano, fora custos de manutenção dos novos gabinetes e claro,  os gastos com a reforma da estrutura física da Casa, para acomodar tanta gente. O que se constata  com facilidade no interesse dos atuais vereadores em aumentar o número de cadeiras, é a maior facilidade com que a maioria conseguiria se reeleger em 2016. “Uma coisa é você disputar 15 vagas, outra é disputar 23”, diz Ulysses Maia, que nos últimos dois anos enxugou de maneira impressionante a estrutura de funcionamento do Poder Legislativo de Maringá, que na época do John chegou a gastar cerca de R$ 80 mil de combustível por mês e atualmente gasta entre R$ 3 e R$ 5 mil.

Politicamente, Ulysses pode se firmar nos próximos dois anos como  uma alternativa consistente para as eleições majoritárias, com condições objetivas de se contrapor ao poderio dos Barros. Porém, se fraquejar na sua postura atual de enfrentamento, aí  pode esquecer, o nome que Ricardo indicar se elegerá com um pé nas costas. 

22 de dezembro de 2014

Empresa é punida por destratar empregado que tinha ido a velório

A terceira turma do Tribunal Superior do Trabalho confirmou o valor da indenização de R$ 3 mil por danos morais a um caldeireiro da Araucária Nitrogenados S.A. , destratado pelo supervisor ao retornar do velório de um colega. No recurso de revista o trabalhador pleiteou aumento da indenização mas a Turma considerou a quantia dentro do critério de razoabilidade.
Na reclamação trabalhista o caldeireiro afirmou que ao voltar do velório foi advertido na frente dos colegas. E, mesmo liberado pela chefia para comparecer, ouviu do supervisor que “não valia o salário que recebia e que seu trabalho não tinha nenhum valor para a empresa”. Testemunhas afirmaram ainda ter ouvido o supervisor chamar o empregado de vagabundo.
Para o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª. Região , apenas a atitude inadequada do supervisor, quando do retorno dos empregados do velório, foi suficiente para comprovação no processo . Ele assinalou que o processo foi decidido com base em provas, que não podem ser reexaminadas em recurso de revista

Fonte: TRT/Pr

Coisas da "sustentabilidade"


O que aconteceu com esta passarela, construída na primeira gestão Silvio Barros II? Informa o blogueiro Paulo Vidigal (servidor público municipal)  que ela está lá,abandonada. Custou  na época cerca de R$ 140 mil e, segundo denunciaram ambientalistas, foi uma interferência criminosa na reserva florestal. Enfim, um corpo estranho dentro da mata que, abandonado, ficou mais estranho ainda. Melhor seria desativar a passarela,  mas com a devida ação do Ministério Público para que o município seja ressarcido do dinheiro irresponsavelmente gasto. E pensar que SBII , que será Secretário do Planejamento do segundo governo Beto Richa, é versado em sustentabilidade. Imagine se não fosse.

 I

19 de dezembro de 2014

O Secretariado de Richa para o segundo mandato



Secretarias de Estado
Administração e Previdência
Dinorah Botto Portugal Nogara
Agricultura e Abastecimento
Norberto Anacleto Ortigara
Casa Civil
Eduardo Francisco Sciarra
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
João Carlos Gomes
Comunicação Social
Marcelo Simas do Amaral Cattani
Cultura
Paulino Viapiana
Esporte e Turismo
Douglas Fabrício
Desenvolvimento Urbano
Ratinho Jr.
Educação
Fernando Xavier Ferreira
Fazenda
Mauro Ricardo Costa
Infraestrutura e Logística
José Richa Filho
Justiça, Cidadania e Direitos Humanos
Maria Tereza Uille Gomes
Planejamento e Coordenação Geral
Silvio Magalhães Barros
Saúde
Michele Caputo Neto
Meio Ambiente e Recursos Hídricos
Ricardo Soavinski
Segurança Pública e Administração Penitenciária
Fernando Francischini
Trabalho e Desenvolvimento Social
Fernanda Richa
Assessorias
Assuntos Estratégicos
Flávio José Arns
Cerimonial e Relações Internacionais
Ezequias Moreira Rodrigues
Chefia de Gabinete
Deonilson Roldo
Apoio Técnico
Casa Militar
Cel. Adilson Castilho Casitas
Controladoria Geral do Estado
Carlos Eduardo de Moura
Procuradoria Geral do Estado
Ubirajara Ayres Gasparin
Empresas
Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina
Luiz Henrique Tessutti Dividino
Companhia de Habitação do Paraná – Cohapar
Abelardo Luiz Lupion Mello
Companhia Paranaense de Energia – Copel
Luiz Fernando Leone Vianna
Companhia Paranaense de Gás – Compagas
Fernando Eugênio Ghignone
Companhia de Saneamento do Paraná – Sanepar
Mounir Chaowiche


Belo exemplo


Foto: Daniel Jaeger/Arquivo pessoal - extraído do Blog do Hilário Gomes

Esta araucária aí fica em uma rua da cidade paranaense de Pato Branco. Para não cortar a  árvore centenária,  o autor do projeto de pavimentação encontrou esta saída aí. Reconheça-se que algo semelhante ocorreu em Maringá, onde o prefeito João Ivo Calefi não permitiu que se sacrificasse em 2004 um velho pé de cedro da  Gurucaia, durante execução do projeto de duplicação da  avenida.
Já seu sucessor, Silvio Barros II, não teve dó e nem piedade quando mandou cortar uma canafístula de quase 100 anos de um terreno particular, só por coincidência, da família do primeiro prefeito de Maringá, Inocente Vilanova Júnior.




18 de dezembro de 2014

Mariuci desmente procurador




"Integrantes da administração municipal têm divulgado informações falaciosas sobre o fim da dupla função dos motoristas de ônibus da TCCC. Em entrevista à rádio CBN, a procuradoria jurídica do município relatou que “a lei do vereador Mariucci” teria motivado o decreto da prefeitura que institui o fim do pagamento em dinheiro nos ônibus de transporte coletivo de Maringá. Não é verdade.
A lei que acaba com a dupla função dos motoristas de ônibus em nenhum momento faz referência à proibição de pagamento em dinheiro nos ônibus. O fim da dupla função é uma vitória da sociedade e a prefeitura tem tentado confundir a população com esse decreto absurdo. Proibir o uso de dinheiro é inconstitucional. A prefeitura e a concessionária devem encontrar caminhos para resolver este assunto, e não criar mais problemas.
Quando a administração acabou com a função dos cobradores, disseram que iriam diminuir o valor da tarifa e implementar uma grande rede de ponto de venda de cartões. Isso nunca aconteceu”.

Do ex-vereador  Carlos Mariuci, autor da lei do fim da dupla função

.

Enfim, Tio San olha diferente para a Ilha


Enfim, os Estados Unidos parece que vai suspender o bloqueio comercial a Cuba, que vigora desde 1961. Os presidentes Barack Obama e Raúl Castro se conversaram e anunciaram ontem que o fim das animosidades está próximo. As relações diplomáticas serão restabelecidas, como um primeiro passo. Depois vem a suspensão do bloqueio e por último, a libertação de 53 presos políticos nos dois países. Aos que vivem falando em cubanização do Brasil, é bom se informar sobre a nova realidade cubana, cuja revolução se expirou, sendo que o bloqueio não faz mais nenhum sentido, Não fazia, aliás, desde que a queda do Muro de Berlim decretou o fim da guerra fria.



17 de dezembro de 2014

Os críticos do governo




De 2000 a 2013 os grupos de comunicação mais fortes do país  - Globo, Estadão, Folha, Abril e quejando  faturaram  cerca de R$ 15,7 bilhões de empresas estatais controladas pelo governo federal, aí incluída a Petrobrás. Só a Globo ficou com R$ 5 bilhões e a Abril, que edita a Veja, abocanhou R$ 523 milhões. A Carta Capital, que dizem , é a revista oficial do governo petista recebeu R$ 44,3 milhões, R$ 480 milhões a menos que a revista que mais bate no ex-pre4sidente Lula e na atual presidente Dilma. Isso é apenas um registro, mas mostra que é injustificável o ódio que o  Grupo Abril tem dos governantes petistas. Nem vamos falar de jornalismo, porque é tudo o que a Veja não tem praticado ultimamente.

Coisa de quem não sabe da missa a metade

Difícil encontrar um prefeito no Paraná mais feliz que Roberto Pupin, prefeito de Maringá. A partir do ano que vem, a cidade contará com Cida Borghetti no Palácio Iguaçu; quatro deputados federais Ênio Verri, Luiz Nishimori, Edmar Arruda e Ricardo Barros e mais quatro estaduais Evandro Jr, Maria Victória, Dr. Batista e Wilson Quinteiro (primeiro suplente que deve assumir). Seu provável sucessor, Silvio Barros, é nome quase certo no novo secretariado de Beto Richa. Para completar, nos últimos dias Pupin emplacou seu líder como novo presidente da Câmara, o vereador Chico Caiana (PTB).

. Blog do  Fábio Campanna 

16 de dezembro de 2014

Que Odorico Paraguaçu não nos ouça




“O blog soube que Ricardo Barros (PP) estava tão determinado em ferir alguns egos, por ocasião da eleição da nova mesa executiva da Câmara de Maringá, que chegou a oferecer a presidência ao vereador Jones Dark, o Negrão Sorriso (PP).
Ele não aceitou, crente que não estava preparado para exercer o cargo. Aí sobrou para Chico Caiana (PTB), a segunda opção do dono da cidade”.
. Site Maringá News

Meu comentário: 
quem conhece sabe que é assim mesmo que a coisa anda funcionando por aqui. Absurdo? Põe absurdo nisso, mas Maringá virou mesmo a cidade de um dono. Nunca houve isso por aqui. Nem João Paulino, que foi o prefeito que mais marcou a história do município com sua personalidade centralizadora e, reconheça-se, competência gerencial, chegou a tanto. O domínio é evidente e se dá , sem disfarce, por meio de jogadas políticas de pura esperteza, verdadeiras chicanas que, sabe-se lá porque mistérios, nunca são desfeitas e sequer contestadas pelas ditas forças vivas da sociedade local. Inexplicável essa blindagem, não?

Fala apaziguadora





A presidente Dilma Rousseff presidiu agora a tarde a cerimônia de apresentação de 117 novos oficiais-generais do Exército, Marinha e Aeronáutica . Fez um discurso breve, mas apaziguador, com certeza ficando bem nas três Forças. Bom para o país, que não terá generais da ativa irritados com o Relatório Final da Comissão da Verdade e melhor para a presidente, que não precisará se confrontar com a caserna por conta do relatório.
A presidente cumprimentou os novos oficiais generais e disse que seu governo tem investido na modernização dos meios operativos das Forças Armadas e na valorização da carreira militar. Disse ela: "Com a política e a estratégia nacionais de defesa, o Brasil tem rumo certo na proteção de sua soberania, tema que interessa a todos os setores da sociedade brasileira e orienta a ênfase que temos dado à política de defesa. São essas as razões que me permitem afirmar que, ao concluir meu primeiro mandato, estamos mais seguros no ar, em terra e no mar".
Os saudosistas da ditadura militar é que não devem ter gostado

15 de dezembro de 2014

Recordar é viver


Olha só que achado: esta foto rolou no face por milhares de páginas e com muitos compartilhamentos. É de 1990, época em que, trabalhando na TV Cultura de Maringá como editor de telejornal, volta e meia eu ia cobrir férias no Canal 12 (TV  Paranaense) de Curitiba. O outro de barba (em pé) é o Manoel Carlos Karan, grande jornalista, poeta formidável e notável escritor, que infelizmente não se encontra mais no mundo dos vivos. o Mesmo acontece com o Edgar Yamagami, o japonesinho de óculos, ao lado do Pedrinho Chagas. A turma aí é essa: Manoel Carlos Karam,Carlos KleinaMessias Mendes AlmeidaLuiz Costa,Fernando RodriguesCarlyle ÁvilaJosé Carlos Ribeiro PedrosoJairton ConceiçãoEdgar YamagamiPedro Chagas NetoGilberto Fontoura e Marcos Antonio Batista.

13 de dezembro de 2014

É Maringá, crescendo com cidadania





Denuncia em sua página do Facebook a professora da UEM Marta Bellini que na Rua Florindo Redivo, no bairro Cidade Jardim, perto da Vila Esperança,  a Prefeitura faz uma devassa das arvores!
É assim que a cidade verde que se fez canção cuida atualmente dos seus fundos de vale. 

Cuidado, a roupa que você compra pode ter origem no trabalho escravo


                                       *   Blog do Sakamoto (Leonardo Sakamoto) – UOL

Disponível gratuitamente para download em versões para iPhone e Android, o aplicativo Moda Livre avalia as ações que as principais marcas e varejistas de roupas no país vêm tomando para evitar que as peças de vestuário de suas lojas tenham sido produzidas por mão de obra escrava.
O Moda Livre avalia as 45 principais marcas e grupos varejistas de moda, além das empresas em que a produção de roupa foi marcada por casos de trabalho escravo flagrados por fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego e procuradores do Ministério Público do Trabalho. A Repórter Brasil, responsável pelo aplicativo, convidou todas as companhias a responder a um questionário-padrão que avalia basicamente quatro indicadores:
1. Políticas: compromissos assumidos pelas empresas para combater o trabalho escravo em sua cadeia de fornecimento;
2. Monitoramento: medidas adotadas pelas empresas para fiscalizar seus fornecedores de roupa;
3. Transparência: ações tomadas pelas empresas para comunicar a seus clientes o que vêm fazendo para monitorar fornecedores e combater o trabalho escravo;
4. Histórico: resumo do envolvimento das empresas em casos de trabalho escravo, segundo o governo.
As respostas geram uma pontuação e, com base nela, as empresas são classificadas em três categorias de cores: verde, amarelo e vermelho. Aquelas que não responderam ao questionário, apesar dos insistentes convites, foram automaticamente incluídas na categoria vermelha. A razão é simples: considerou-se que elas zeraram o questionário.
Passei anos ouvindo que o consumidor é o culpado pelas desgraças do mundo ao não adotar um comportamento mais responsável ao escolher os seus produtos. Esse discurso, é claro, tira parte do peso da cobrança de cima das costas de empresas e de governos e ignora um elemento básico: falta informação de qualidade para que a maioria das pessoas possa tomar sua decisão. Daí surgiu a ideia do aplicativo, que tive o prazer de coordenar.
O Moda Livre não recomenda que o consumidor compre ou deixe de comprar roupas de determinada marca. Apenas fornece informação para que faça a escolha de forma consciente. O aplicativo é fruto da apuração da equipe de jornalismo da Repórter Brasil e do design e desenvolvimento da agência PiU Comunica e já teve milhares de downloads.
O aplicativo, que também conta com uma seção de notícias sobre trabalho escravo e o setor de vestuário, atualizada quando ocorrem resgates de trabalhadores e surgem outras informações relevantes, também pode ser encontrado na loja da Apple e no Google Play com os termos de busca “moda livre'' e “moda livre repórter brasil''.




Vem aí a campanha "Fora Beto" que deverá ser desencadeada em todo o Paraná. O embrião da campanha nasceu ontem durante debate na Universidade Federal . Motivo não falta. Além do tarifaço, o sucateamento das universidades estaduais e a política nefasta de desvalorização do professor da rede pública.

12 de dezembro de 2014

Um duro recado do Conselho de Leigos

Por falar em Luizinho Gari e PPP do lixo, quem está mal no meio sindical que o ajudou muito na sua eleição é o vereador Luis Pereira. O presidente do Conselho de Leigos da Arquidiocese de Maringá, Walter Fernandes deu uma dura no vereador dia desses, por causa da sua posição de total subserviência ao comandante-mor da cidade, o todo poderoso Ricardo Barros. "Ano que ve vai ser uma no de muita pressão da sociedade para os vereadores que andam pisando na bola. Se prepare".
Pereira perguntou se aquilo era uma ameaça. E ouviu a resposta que não esperava: "Não, não é uma ameaça, é um alerta, porque esteja certo que a pressão  vai existir mesmo".

Luizinho Gari é ele e suas circunstâncias



Seguinte: não tenho procuração e nem quero defender o vereador maringaense  Luizinho Gari, que precisa ser entendido a partir da sua fraqueza, que não é de caráter (longe disso), é sim ideológica. Quando não se tem consistência ideológica, fica-se vulnerável a “convencimentos”, venham eles de onde vierem. No caso do vereador em questão, é compreensível que ele esteja perdido nas suas contradições, ao ponto de morder e assoprar, quando suas circunstâncias  lhe indicam o caminho da hora.

Ele tem estado ao lado do grupo político dominante na cidade, o mesmo que o perseguiu quando,  na oposição, não dispunha de mandato para se proteger. Aí buscou abrigo no guarda-chuva petista de Enio Verri, que o acolheu com uma assessoria bem remunerada para sua esposa. Guindado ao cargo de vereador, por conta de vitórias nas urnas e depois na Justiça, não resistiu ao poder  de “sedução” do todo poderoso RB, que como eu observei certa feita, não tem amigos e nem aliados, tem sim, interesses e interessados.

Luizinho Gari, pois, não é um caso perdido, como provou ao votar pelo regime de urgência que o presidente Ulysses Maia colocou visando a revogação da lei da PPP do lixo. Depois da espinafrada que levou ao cutucar Maia com vara curta na sessão da última quinta-feira, Gari se quedou e votou com a minoria. Isso prova que Maringá perdeu com a saída de Mariucci, mas pode reduzir o prejuízo no dia em que o menino Luizinho conseguir se livrar dos seus problemas existenciais. Por isso eu defendo: peguem leve com o garoto, enquanto ele ainda é reserva no Amém F.C.


10 de dezembro de 2014

Curtam este lindo clip

O solo de violão é do meu mano querido, Antônio Mendes, discípulo de Segóvia :

Dilma chora ao relembrar torturas


A presidente da República, Dilma Rousseff, recebeu na manhã desta quarta-feira (10), em Brasília, o relatório final da Comissão Nacional da Verdade sobre crimes e violações de direitos humanos que ocorreram no período entre 1946 a 1988, com foco na ditadura militar (1964-1985). A presidente chorou ao se lembrar, em discurso, daqueles que morreram durante a ditadura.
Ao se emocionar, Dilma disse que "o Brasil merecia a verdade, que as novas gerações mereciam a verdade, sobretudo aqueles que perderam familiares, parentes, amigos, companheiros, e que continuam sofrendo "como se eles morressem de novo e sempre a cada dia". Durante a pausa, Dilma foi aplaudida.
"Nós que acreditamos na verdade esperamos que esse relatório contribua para que fantasmas de um passado doloroso e triste não possam mais se proteger nas sombras do silêncio e da omissão", afirmou a presidente, que foi torturada durante o regime militar. Ela já havia se emocionado na cerimônia em que a Comissão da Verdade foi instalada, em 2012.
. Portal UOL


“Pé Vermelho”, uma discussão fora dos trilhos



                                                                                                 
Houve um tempo em que se viajava muito de trem. A viagem era demorada, mas segura e, dependendo da classe, prazerosa. Mas hoje  a realidade é outra. E sendo outra, a discussão em torno do trem  “Pé Vermelho”, perde o sentido, na medida em que é levada inteiramente para o campo da demagogia. Isso, pela simples e boa razão de que antes de se reativar esse trem de passageiros do Norte do Paraná é preciso incrementar o sistema de transporte ferroviário de carga no Estado, começando pela modernização dos vagões que, como se vê quando passa um comboio da ALL, estão caindo aos pedaços.

Investir no transporte ferroviário é coisa da modernidade, porque é um transporte  eficiente e infinitamente mais barato de que o rodoviário. Por isso, acho que o Brasil andou na contramão da história nas últimas décadas,  principalmente a partir dos anos 1970, quando , no período do “milagre”,    construiu a  Ferrovia do Aço e pouco mais tarde (1982/1985),  a Estrada de Ferro Carajás.

Agora , a passos de tartaruga, caminhamos para ter a Norte Sul  e  a  Ferronorte, com tentativas, ainda tímidas, de expansão dos trilhos em pelo menos mais 1,8 mil km pelos estados de Pernambuco, Mato Grosso, Tocantins e Goiás. Nossa malha ferroviária chega (ainda) perto dos 30 mil km, boa parte inoperante. É menos do que  tínhamos nos anos de 1950, quando o Brasil chegava próximo dos 40 mil km, mesclando trens cargueiros com trens de passageiros.

 Pouca importância se dá ao fato, mas o custo do transporte rodoviário é muito alto para o país, sem contar que pouco eficiente. Quantos caminhões são necessários para levar para o Porto de Paranaguá  a mesma quantia de soja que leva uma composição férrea? Não sei, mas quem é da área certamente sabe que são centenas, talvez milhares  e a custos sabe-se lá quantas vezes maior. Portanto,  antes de  levantar a bandeira do trem de passageiros, as lideranças locais e regionais deveriam, primeiro, questionar a qualidade do sistema de transporte ferroviário de cargas, totalmente sucateado. E só não está pior graças a alguns grupos empresariais que se uniram para comprar vagões da China e melhorar as condições de acondicionamento dos produtos que exportam, via  Porto de Paranaguá.

Questionar a privatização absurda que fizeram  da  RFFSA, mandando-a para o arquivo morto da história, isso ninguém quer . E sabe por que? Simplesmente porque não é tema que rende dividendos eleitorais. Já o “Pé Vermelho” dá bons argumentos para serem desenvolvidos no palanque eletrônico.  É de bom alvitre, por tanto, que a demagogia do trem de passageiros seja substituída pela defesa sincera de um projeto de modernização do transporte ferroviário de carga. E aí sim,  a discussão do resgate histórico do trem de passageiros no Norte do Paraná  fluiria naturalmente.

Só a título de curiosidade:  o fantasma de uma invasão argentina no período que antecedeu a II Guerra Mundial assombrava os militares brasileiros. Isso explica a bitola estreita  nas ferrovias do sul do Brasil . Ela decorre, portanto, do  medo  existente   de que os argentinos pudessem invadir o nosso País via trem, já que lá a bitola é larga. 

Por falar nisso, alguém se lembra do que aconteceu com a estação ferroviária de Maringá, por onde chegaram sonhos e de onde partiram desilusões? A Ferroviária , local de desembarque de muita gente que para cá veio fazer história, foi simplesmente demolida, como ocorreu com a rodoviária velha, jogada no chão a golpes de insensatez.


Bem, mas eu estava falando de trem, de transporte ferroviário. Fiz este parêntese só para não dizerem que não falei das flores, daquelas flores que estariam embelezando o Novo Centro de Maringá caso a febre imobiliária e o conceito distorcido de modernidade de gestores estúpidos ,  não houvessem  assassinado o projeto original de Oscar Niemayer que previa, para o trecho Herval/São Paulo,  um grande jardim, concebido por  Burle Max.

9 de dezembro de 2014

O primeiro NÃO ninguém esquece


O clima no gabinete do prefeito e adjacências é de velório. O TCE suspendeu a privatização do lixo, devido a erros de origem no edital de licitação. A briga  deve continuar nos tribunais ano que vem, mas uma coisa é certa: as entidades que lutam contra mais esta tentativa da administração municipal  penalizar a população com uma coleta cara e uma destinação duvidosa do lixo urbano, ganharam tempo e acumularão força para impor esta derrota ao "condomínio barroso". Trata-se apenas do primeiro NÃO a favor do povo,  nessa trajetória de luta da sociedade local contra os abusos de um grupo político que tanto dissabor tem trazido para a cidade.

8 de dezembro de 2014

O impeachment via judiciário incendiaria o país


Técnicos do TSE se manifestaram hoje pela rejeição das contas da candidata à reeleição Dilma Rousseff e do PT. Deram as armas que o ministro Gilmar Mendes devia estar esperando para detonar a presidente, dando o primeiro e decisivo passo para o impeachment via tapetão.
Se isso acontecer, o país pode entrar num clima de guerra civil, porque os ânimos se exacerbarão , com o xenofobismo tupiniquim recrudescendo com a corda toda. É um perigo para as instituições e um risco para a democracia brasileira que, por mais que pareça sólida, ainda é uma planta  muito tenra.
O que tranquiliza um pouco é o fato de que o impedimento não se dará por uma decisão monocrática do ministro, mas as contas terão que ser submetidas ao Plenário do Tribunal Superior Eleitoral em sessão pública. De qualquer forma, é bom que o PT fique esperto e que o Congresso Nacional se posicione, não a favor da ilegalidade, mas das instituições democráticas. Uma coisa é certa: não dá para subestimar o perigo.
O jornalista Paulo Moreira Leite postou hoje em seu blog 247 que é o país precisa ficar alerta e as instituições sólidas e de peso , caso da OAB e CNBB (o grifo é meu)  devem se mobilizar para impedir que  Judiciário seja arrastado numa aventura delirante, capaz de comprometer o destino do país e o elemento mais valioso dos regimes democráticos — a soberania popular.


5 de dezembro de 2014

Se assim é que lhe parece...



Parece que o processo que o PT move  contra Aécio Neves , por conta  daquela entrevista em que o tucano diz ter perdido a eleição para uma “organização criminosa”, caiu nas mãos do  ministro Gilmar Mendes. Alguém é capaz de adivinhar o destino dessa ação?

Em nome da fé

Perguntado por uma repórter da CBN porque tinha votado no Chico Caiana para presidente da Câmara de Maringá, Luizinho Gari respondeu:" Porque ele é da igreja da minha mãe". Simples assim.

OAB-PR é multada por descumprimento de ordem judicial



Acreditem: a OAB-Paraná foi multada pela Justiça Trabalhista (leia-se TST) por ato atentatório ao exercício da jurisdição. A entidade deixou de atender a dois ofícios da 2ª. Vara do Trabalho de Maringá para apresentação de cópias de representações disciplinares contra um advogado reclamante em ação trabalhista.
O advogado havia acionado o escritório para o qual trabalhou entre 2005 e 2012, solicitando vínculo de emprego, verbas rescisórias , horas extras , depósito do FGTS e demais verbas. Atendendo  ao requerimento de um dos sócios do escritório, o juízo de primeiro grau enviou dois ofícios seguidos à OAB-PR, solicitando cópia das representações contra o autor do processo. Se uma respostas da entidade aos ofícios , o juízo determinou o pagamento da multa, prevista no artigo 14 do Código de Processo Civil, no valor de R$ 1.250,00, correspondente a 5% do valor da causa.

A Ordem dos Advogados tentou reverter a multa no TRT, ganhou, mas perdeu no TST, onde o ministro Douglas Alencar Rodrigues entendeu que a OAB-PR descumpriu a ordem judicial e por isso tinha que ser multada.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Tribunal Superior do Trabalho