31 de dezembro de 2014

Assim CAMINHA o Brasil desde Cabral


“E, pois que, Senhor, é certo que assim neste cargo que levo, como em outra qualquer cousa que de vosso serviço for, Vossa Alteza há-de ser de mim muito bem servida, a Ela peço que, por me fazer singular mercê, mande vir da ilha de S. Tomé Jorge d’Osório meu genro, o que d’Ela receberei em muita mercê.
Beijo as mãos de Vossa Alteza.
Deste Porto Seguro, da vossa ilha da Vera Cruz hoje, sexta-feira, primeiro dia de Maio de 1500.
Pêro Vaz de Caminha”
E assim começa a história das elites brasileiras.
Troca de favores.
O que se lê no último parágrafo da carta de Caminha ao rei dom Manuel é para que ele libertasse do cárcere o seu genro, Jorge d’Osório casado com sua filha Isabel, preso por assalto e agressão.
( Esperto ele. Deixou o pedido por ultimo para que o rei não alegasse esquecimento.)
São as famosas elites que sempre mamaram nas tetas do governo.
Talvez isso explique sua aversão a tudo que é diferente ou novo.
Assalto e agressão.
Passados 500 anos, essas mesmas elites não mudam.
Ao invés de dividir o mel, preferem comer merda sozinhas... "
. Por Georges Bourdokan (Blog do Bourdokan)

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