31 de março de 2015

Indústria automotiva afasta temporariamente 7,3 mil metalúrgicos




No dia em que cerca de 2 mil trabalhadores da Fiat em Betim (MG) retornaram ao trabalho após 20 dias afastados, a Volkswagen concedeu férias coletivas a 4,2 mil dos 5 mil funcionários da fábrica de Taubaté (SP), no Vale do Paraíba. De acordo com o sindicato dos metalúrgicos da região, os trabalhadores ficarão afastados até 18 de abril. Com a decisão, pelo menos 7.354 metalúrgicos estão afastados temporariamente do trabalho por decisão das montadoras em todo País.

Segundo o sindicato, a decisão da Volks decorre da suspensão do terceiro turno na fábrica, que emprega cerca de 970 funcionários. Eles serão remanejados para os outros dois turnos, o que exigiu a paralisação para alterações no sistema de produção. Outros 250 trabalhadores da unidade estão em lay-off até agosto. Em nota, a Volks disse estar fazendo uso de "ferramentas de flexibilização" para adequar volume de produção à demanda do mercado. Há ainda outros 500 funcionários afastados na unidade por motivos pessoais, como férias regulares e tratamento médico. 

Também em Taubaté, a Ford tem 137 trabalhadores com contratos suspensos até amanhã. Na quinta-feira, o presidente do sindicato da região, Hernani Lobato, reuniu-se com o governador Geraldo Alckmin e com o prefeito de Taubaté, José Bernardo Ortiz Júnior, para debater a situação desses trabalhadores, mas nenhuma ação concreta foi tomada. Outros 424 funcionários da montadora em São Bernardo do Campo (SP) estão em banco de horas desde 23 de fevereiro, por tempo indeterminado. 

A Mercedes-Benz tem 750 metalúrgicos em lay-off em São Bernardo. A empresa possui ainda 170 trabalhadores afastados na fábrica de Juiz de Fora (MG). Em ambos os casos, os afastamentos seguem até 30 de abril. Já a GM tem 950 trabalhadores em lay-off em São Caetano do Sul (SP). Desses, 100 devem retornar ao trabalho em abril e 850 somente em maio. A montadora americana possui ainda 473 trabalhadores afastados em São José dos Campos (SP), desde 9 de março, por cinco meses. 

Paradas planejadas. Além dos afastamentos temporários, as montadoras também têm recorrido a programas de demissão voluntária (PDVs) ou a paradas programadas para adequar produção à demanda. Na fábrica de ônibus da Marcopolo em Caxias do Sul (RS), por exemplo, sindicato e montadora acertaram a possibilidade de até seis paradas por mês. Já na fábrica da Scania em São Bernardo estão planejados cinco dias de paradas de produção em abril, de acordo com a empresa.

Fonte: Estadão


Nem OMO dá jeito



Nem OMO dá jeito


"Deve-se a criminalização do PT aos petistas que, ocupados em salvar o país, não tiveram tempo de ser honestos. A Procuradoria da República e o juiz Sérgio Moro elegeram como inimigo número 1 da honra petista o tesoureiro João Vaccari Neto. José Dirceu, reincidente, está na bica de ser convertido em inimigo número 2".

. Josias de Souza (F. São Paulo)

Nem OMO, que outrora lavava mais branco (pelo menos na propaganda) será capaz de recuperar a vestal petista

29 de março de 2015

Cultura da vergonha na cara. É disso que o país precisa

Os valores das doações feitas por empreiteiras de obras públicas aos principais partidos do país , PT e PSDB à frente, mostram porque é preciso colocar um fim no financiamento privado das campanhas eleitorais. As doações mascaram a propinas, e isso é fato. E como do couro sai a correia , é fato também que o custo social dessa brincadeira é elevadíssimo, com impactos direto no comportamento ético da maioria que disputa cargos eletivos.
 Segundo notícia publicada no UOL (edição  online da Folha de São Paulo), “O conjunto das empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato foi responsável, em média, pela doação de 40% dos recursos privados canalizados para os cofres dos três principais partidos do País - PT, PMDB e PSDB - entre 2007 e 2013. No período, as legendas, somadas, receberam pelo menos R$ 557 milhões de 21 empresas envolvidas no escândalo”.
É ou não é um escárnio? Como admitir que empresas que prestam serviços para governos estaduais, municipais e federal, acabem superfaturando seus preços para poder oxigenar o processo eleitoral do país? Que democracia do mundo resistiria a tamanha distorção de valores ,econômicos e éticos? Portanto, é urgente uma reforma política, não uma reforma saída de gabinetes com ar refrigerado, mas saída do seio da sociedade, que é, afinal, quem paga o preço de tanta corrupção.
Tudo bem que os partidos alegam sempre terem recebido doações legais e declaradas à Justiça Eleitoral. Pode ser legal isso mas moral certamente não é. Como não se pode considerar moral esta última providência do Congresso Nacional de triplicar a destinação de recursos públicos para o Fundo Partidário, que banca o funcionamento das legendas, mas sem socializar a dinheirama para os candidatos que disputam cargos eletivos. Geralmente os  que não integram as chamadas “panelinhas” partidárias ficam chupando o dedo na hora da partilha.
O combate à corrupção eleitoral passa pelo controle social (rigoroso) dos recursos disponibilizados par candidaturas proporcionais e majoritárias. Paralelamente ao disciplinamento dos gastos de campanha, necessário se faz que as agremiações partidárias se deem ao respeito e escolham candidatos comprometidos com suas linhas programáticas, sempre propaladas mas nunca praticadas por quem dos discursos partidários se apossam.

Não é tão simples o Brasil resolver seu dilema ético, mas se pensarmos na  Lei Capistrano de Abril, podemos ter o mote de uma grande campanha nacional pela moralidade pública: “ Artigo 1º. Todo brasileiro deve ter vergonha na cara. Parágrafo  único: revogam-se as disposições em contrário”

Beto x Zé Dirceu. Quem tem o maior estoque?



O governador Beto Richa deu entrevista à RPC sobre os escândalos no seu governo, envolvendo inclusive um primo, que ele insiste em dizer que é parente distante e portando nem parente pode ser considerado. Já vi desfaçatez estampada no rosto de alguém, mas igual tõ pra ver ainda. Antes ele havia falado à TV Veja, cujo programa de entrevistas é ancorada pela paranaense Joice Hasselmann. Ali, Beto Richa defendeu o parente distante, criticou o Gaeco e deu versões diferentes para as licitações fraudulentas denunciadas pelo braço policial do Ministério Público. Enfim, Beto deve ter em casa um estoque muito grande de óleo de peroba, talvez maior ainda do que o do Zé Dirceu.

25 de março de 2015

Governo bom, governo ruim. Isso não existe



                                          . Por Georges Bourdoukan



Vamos esclarecer uma coisa e colocar um ponto final nessa história de que há governos bons e governos maus.O que há são corporações  com interesses distintos. Elas decidem quem serão os governantes.

E todos esses governantes, sejam de “esquerda” ou de “direita” são escolhidos apenas para dar sobrevida ao sistema. Essa é a única razão de sua existência.
É verdade que alguns são brutais, outros nem tanto, mas visam a mesma coisa.

A frase mais ridícula repetida ad nauseam foi a tal de “primavera árabe”.
Uma frase lamentável, que não significa absolutamente nada, mas serve para amainar os espíritos. Desgraçadamente, países árabes não existem.

Existem países de língua árabe.Assim como existem países de língua espanhola, inglesa ou francesa.Seus governantes nada mais são do que servos das corporações.Elas é quem decidem quem será o governante de plantão.Seja qual for a sua “ideologia” ou “religião”.

Ideologia e religião tornaram-se duas abstrações altamente manipuláveis.
Os países de língua árabe são  países como os demais, com governantes como os demais e com ditaduras que em nada diferem das demais.

Ou alguém acha que há alguma diferença, de fato, entre o capitão-do-mato que governa os Estados Unidos e os governantes da Arábia Saudita?Ou dos governantes do Golfo? Ou dos governantes europeus?

A única diferença é que Estados Unidos e Europa sabem manipular muito bem a mídia e a indústria de entretenimento.Tirem isso deles e vejam o que sobra.Uma repressão brutal da qual ninguém escapa.

 Desde a aurora da História tem sido assim. E se antes utilizavam a religião para domesticar, hoje eles usam a mídia e a indústria de entretenimento.

Pense nisso.

24 de março de 2015

Requião chama tucano para a briga


O senador Roberto Requião marca no próximo sábado por Apucarana e Londrina, o início de uma campanha estadual contra o que chama de "corrupção do governo Beto Richa". Ao mesmo tampo aproveitará para organizar o seu PMDB de guerra que encontra-se esfacelado. Estou curioso para  saber  como será sua passagem por Maringá, onde dois dos seus fiéis escudeiros (Crispim e Grillo) servem como secretários o governo municipal, dominado por Ricardo Barros, marido da vice-governadora Cida Borgheti. 

22 de março de 2015




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Surrealismo em estado bruto


Acredite, Rosane Malta, ex-mulher de Fernando Collor, estava nas manifestações do dia 15 contra a corrupção no país. Sim , é ela mesma, ex-esposa do ex-presidente Fernando Collor, portanto, ex-primeira dama de um governo impichado exatamente por corrupção da grossa. Morro e não vejo tudo.


20 de março de 2015

Reforma e despolitização




A reforma política está agora na boca dos políticos e passando ao largo dos olhos e ouvidos do povo. O que se sabe pela proposta do PMDB – proposta de gabinete sem qualquer discussão com a sociedade – é de uma reforma do sistema eleitoral mais na perspectiva de despolitização do que qualquer outra coisa.

Na Câmara Federal o tema passa por discussão em audiência pública chamada pela Comissão Especial da Reforma Política, mas nada tão relevante. Um dos itens de destaque da pauta é o financiamento de campanha, que o PMDB defende que continue privado, embora com modificações substanciais. Esse PMDB vou te contar!!!

18 de março de 2015

Gula incontrolável




Ele que já tem a vice-g0vernadoria do Paraná, uma cadeira na Assembleia Legislativa, uma secretaria no governo estadual, a prefeitura de Maringá, um mandato de deputado federal e a vice-liderança do governo Dilma.Agora, está brigando  pela liderança da bancada paranaense na Câmara Federal. Ricardo Barros disputa o cargo com o sobrinho do senador Requião, João Arruda. 

Entenda o significado histórico dos titubeios da presidente Dilma



Mais vereador para Maringá. E porque não?





Me perguntaram ontem o que penso dessa tentativa dos vereadores aumentarem o número de cadeiras na Câmara Municipal de Maringá. Minha resposta foi, é e  sempre será bem objetiva.

Se for pelo fortalecimento do legislativo enquanto poder, tudo bem. O que questiono não é o número de vereadores existente, mas sim a qualidade destes. Uma legislatura não pode ser avaliada a partir do número de representantes do povo e pela forma como a Mesa Executiva  conduz os gastos que lhe cabem na peça orçamentária aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito. Não é o que se gasta , mas como se gasta. O fato de devolver dinheiro ao Executivo não pode ser tomado como referencial de boa gestão da Casa de Leis.

Na minha modesta visão, o que qualifica a Câmara como legítima representante do povo é a forma como os vereadores se comportam diante de projetos importantes e de temas polêmicos para a cidade. Um vereador bom, cumpridor do seu papel custa barato para a sociedade, por maior que seja seu salário. Um  vereador ruim é caro , mesmo que ele pague para exercer o mandato.


Esse é o ponto. E é a partir desse ponto que acho que a discussão acerca do aumento de cadeiras na Câmara Municipal deve ser conduzida. Aumentar o número e manter a representação ao nível de hoje, é amplificar a subserviência (e a incompetência) do Poder Legislativo ante o Executivo. Mas se os partidos tiverem juízo e forem realmente bem intencionados, inclusive criteriosos na hora de escolher seus candidatos, aí pode valer a pena. Caso contrário, melhor continuar com os 15 atuais, já que aqueles que realmente honram o mandato são exceção e não regra. Infelizmente.

16 de março de 2015

Caso de polícia!



Dá pra imaginar que uma obra de quase meio bilhão de reais esteja nesse estado menos de um ano depois de inaugurada? Esse aí é o transtorno norte, que deve estar na lista de obras superfaturadas do governo federal a ser investigada numa nova etapa da Operação Lava Jato.
A foto é do blog do Rigon

15 de março de 2015

Pra não dizer que não falei das flores...


Intervenção militar? Pára, ô! Tem gente aí que não sabe o que está falando. Não tem ideia do que vem a ser uma ditadura. E o Brasil, depois de lutar tanto pela restauração da democracia vai jogar tudo no lixo e dar alguns passos atrás? O país está podre, chafurdado na lama da corrupção? Não está,sempre esteve. O que vivemos hoje, como diz o filósofo Sérgio Cortela, não é o ápice da sujeira e sim o início da limpeza.
Compreender isso é coisa de pessoas bem intencionadas. Da mesma forma que só quem tem um mínimo de inteligência e de boa intenção, para compreender que o momento não é de pedir impeachment da presidente e sim de pugnar por uma reforma política profunda, que iniba a corrupção e que ponha fim na cultura da propina, principalmente acabando com o financiamento privado de campanha. Senão no todo, pelo menos impedir que empresas que prestam serviço e ganham fortunas em obras públicas superfaturadas, possam dar dinheiro para agentes políticos.
Querem tirar a presidente Dilma, legitimamente reeleita? Tirem e verão que a cultura da corrupção não cessará no país , se não mudarem o sistema político-partidário. Afinal, quem são os corruptos? De onde eles vem? Segundo o jornalista gaúcho Bob Fernandes, podem acreditar que os políticos são daqui mesmo, nascidos da própria sociedade e não são de outro planeta. Quem os elege? Você, que certamente está se preparando para ir à rua chamar a presidente de tudo que é nome feio.

Se vivemos um quadro de corrupção endêmica, adianta chamar o Bolsonaro, o Caiado, o tucanato e o demo pra resolver uma questão que você mesmo pode resolver, se informando mais e votando melhor? Ou será que a corrupção é exclusividade da ação política? Pense nisso, invés de ir pra rua com o coração cheio de ódio e o cérebro lavado pela cultura nefasta da casa grande.

10 de março de 2015

Obrigado Laércio, em nome do mano

Por Laércio Souto Maior:

REENCONTRO COM OS AMIGOS AO SOM DO VIOLÃO DE ANTONIO MENDES

Atualizado: há ± um minuto
O lançamento de um livro é sempre uma grande incógnita para o autor que momentos antes queda-se a ruminar com seus botões de que tamanho será o comparecimento ao evento literário que ele vai protagonizar. Pois todo escritor sabe que, conforme a circunstância objetiva, a noite de autógrafos pode tomar dimensões inusitadas tanto pela grandiosidade como, ao inverso, pelo número liliputiano do público presente.

Na cada vez mais bela e encantadora Cidade Canção, aconteceu no último dia 05 de março de 2015 o lançamento do meu livro, "Será que é poesia?", no Sesc Maringá, o emblemático templo da cultura maringaense. Foi uma noite maravilhosa que vai ficar na minha memória por vários motivos. No evento literário revi velhos amigos que marcaram, uns mais, outros menos, minha vida na época em que residi em Maringá; e iniciei com muito prazer novas amizades.

Um destaque surpreendente foi a belíssima apresentação do violonista clássico Antonio Mendes, discípulo de Andrés Segovia, pai do violão erudito. Antonio Mendes, apesar do seu virtuosismo e alto nível musical é cultuado por poucos privilegiados que teve a sorte de ouvir em sua plenitude a interpretação de um refinado e raro artista que resiste as barulhentas músicas e ritmos daqui e d'além mar. Foi uma honra conhecê-lo.

Continuando, quero pedir licença às dezenas de amigos(as) e companheiros(as) que foram prestigiar o autor para, em nome de todos eles, citar duas personalidades maringaenses presentes ao evento que ajudei no começo de suas vitoriosas carreiras profissionais: o advogado e professor universitário Alaércio Cardoso, que trabalhou como acadêmico de direito no meu escritório de advocacia trabalhista, no quinto andar do edifício Atalaia entre a rua Joubert de Carvalho e a praça Raposo Tavares. E o jornalista Angelo Rigon, que iniciou suas lides na imprensa de Maringá (quase um menino), ajudando o saudoso jornalista Valdir Pinheiro, na editoria de Esportes do "O Diário do Norte do Paraná", na época em que comandei sua redação.
Mas o que transbordou de alegria meu coração foi o encontro dos meus seis filhos que felizes e sorridentes prestigiaram o pai escritor.

Em tempo: no dia anterior, convidado pelo professor Reginaldo Dias, importante historiador paranaense, fui cumprimentar e abraçar minha estimada amiga e companheira Anita Leocádia Prestes, que proferiu palestra para os professores em greve da Universidade Estadual de Maringá, sobre a Aliança Nacional Libertadora e seu pai, Luiz Carlos Prestes. Ao cumprimentá-la, como acontece todas as vezes que a encontro pelo Brasil afora me cobrou indagando quando vai sair a segunda edição do meu livro " Luiz Carlos Prestes na Poesia". Meu filho Téo Souto Maior (que estava ao meu lado), dono da editora Banquinho Publicações, informou a professora Anita que a segunda edição vai sair em breve. Ela sorriu satisfeita. Até o próximo lançamento Maringá!

Sadismo puro





O senador Aluísio Nunes, tucano de bico grande é contra o impeachment da presidente Dilma. "Eu quero mesmo é ver ela sangrar", disse.

8 de março de 2015

Falta alguém na lista de Janot?

                                           . do Blog de Cícero Catani

“Meu defeito é falar o que penso? Não acredito na participação pessoal de Gleisi na Lava Jato e suas investigações. Mas sinto falta de outros”, tuíta o senador Roberto Requião. Quem seriam eles? Novos nomes de paranaenses vão surgir com o desdobramento nas investigações autorizadas pelo ministro Teori Zavascki, com certeza. O partido com o maior número de suspeitos do esquema do Lava Jato é o Partido Progressista, com 36 nomes arrolados.


Caso  Ricardo Barros, dono do PP paranaense, por exemplo, estivesse no cargo de deputado federal e líder do governo na Câmara, certamente estaria na lista dos que recebiam a “mesada”. Mas sua mulher, hoje vice-governador Cida Borghetti, sim. De todos os pepistas paranaenses citados, nenhum teve ou tem a importância de Barros dentro do partido. Ligado ao falecido José Janene – o cérebro da organização criminosa – Barros comanda até hoje a política e suas consequências no eixo Maringá-Londrina.

Antonio Belinati, várias vezes prefeito de Londrina e ex-deputado pela região, tem muito a contar. Os deputados Nelson Meurer e Dilceu Sperafico, ambos do PP,  citados por Rodrigo Janot, são anjinhos de procissão perto do capo Barros. Os londrinenses Alberto Youssef e André Vargas sempre foram peças importantes dentro esquema

7 de março de 2015



Será que é? Tá mangano d´eu, conterrâneo?




Será que é Poesia? Indaga no título do livro o poeta que sempre foi sem saber que era, Laércio Souto Maior, de quem me orgulho de ser amigo. O lançamento em Maringá foi quinta-feira (5/3) no SESC do também amigo Vieira. O público não era numeroso como merecia o autor, mas era de alta qualidade, como reconheceu, envaidecido, o ilustre terra seca.
Já em casa, folheando o livro, magistralmente editado pelo Téo, um dos tesouros do pernambucano de Caruaru, percebi que Laércio manga de quem vê a capa do livro ao fazer aquela pergunta descabida do título. Poesia pura, meu caro. Dessas que Mário Quintana assinaria embaixo e ficaria lambendo os beiços, com gosto de quero mais, quando terminasse de ler a obra num piscar de olho. Parabéns, meu comandante, grande Ministro Plenipotenciário do Nordeste.

Segue o baile


Uns comemoraram a não inclusão de Ricardo Barros na lista da Lava-Jato divulgada nesta sexta-ferira, outros se acautelaram e continuaram esfregando as mãos e outros, adeptos mais fervorosos da "barromania"  preferiram se manter de joelhos, orando pela Nossa Senhora do Impossivel. Não tanto ao céu e nem tanto ao mar, o fato concreto é que Operação Lava-jato deve ter vários outros desdobramentos. Nessa lista divulgada ontem vieram peixes graúdos. Nas próximas virão peixes menores,  que andaram envolvidos com licitações de obras em rodovias, alguns do Paraná e que serão  citados como beneficiários de propinas oriundas de superfaturamento de rodovias, pontes rotatórias e contornos.


3 de março de 2015

O fim da estrada da vida...

Zé Rico, que formou com Milionário a dupla sertaneja de maior sucesso nos últimos 30 anos era uma das vozes mais bonitas do cancioneiro nacional. Mas hoje finalmente, sua longa estrada da vida terminou. E ele foi embora deixando aqui na terra um fã clube tão imenso quanto seu potencial vocal.
Como apreciador da boa música, curtia de montão Milionário e José Rico. Entre as tantas páginas musicais de rara beleza melódica e de belas poesias, esta é das que mais gosto: