7 de junho de 2016

A Maringá da era Barros

Foto: Blog do Rigon
Na Maringá dos Barros, onde Ricardo é que corta o bralho e dá as cartas, sacrificam-se árvores sadias, sem que haja o devido replantio, e deixa-se em pé, quase caindo, árvores que ameaçam desabar a qualquer momento sobre residências, carros e até pessoas. Essa aí, que qualquer leigo percebia que estava pela hora da morte, deveria ter sido substituída há tempo. Como tantas outras, a Prefeitura deixa como está pra ver como é que fica, por mais que os moradores solicitem o corte. Enquanto isso, avenidas inteiras ficam seminuas da  noite para o dia, como foi o caso da Dezenove de Dezembro e fachadas de empresas,  cujos donos são amigos do rei, acabam sendo descobertas pelo corte de árvores frondosas e em boas condições. Como perguntar não ofende, o que fizeram com o censo das árvores elaborado há vários anos pelo Cesumar?

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