4 de outubro de 2016

Nada de cabide



Por Luiz Gonzaga:
Independente do momento, nunca concordei com a existência de cargos comissionados, exceto em raríssimas exceções quando eventualmente e reforço eventualmente não haja este perfil na prefeitura (concursado) ou nas diferentes instâncias dos poderes públicos.
Entendo também, que a legislação é extremamente falha, ao permitir essa prática absurda e ao mesmo instituir uma lei de responsabilidade fiscal (grande farsa).
Em síntese, historicamente a maioria das pessoas que ocupam cargos comissionados, os ocupam em função de barganhas políticas imorais e às vezes ilícitas e quase sempre, não atendem os critérios técnicos mínimos necessários para a função e se tornam um grande ônus ao cidadão contribuinte.
Penso que o único habilitado para mudar definitivamente esta prática vergonhosa e imoral, será o próprio eleitor consciente. Por isto sugiro que os candidatos assumam, publicamente no segundo turno, uma proposta de “Cabide Zero” ou excepcionalmente 10% do atual, quando não for possível buscar em outras instancias públicas ou em casos de notório saber. Chega de errar! Este foi meu slogan de campanha em 2014.

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(*) Luiz Gonzaga é técnico em Agropecuária, zootecnista e professor universitário e maringaense por adoção e foi candidato a Vereador em 2008 e 2012 e a estadual em 2014

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