10 de março de 2015

Obrigado Laércio, em nome do mano

Por Laércio Souto Maior:

REENCONTRO COM OS AMIGOS AO SOM DO VIOLÃO DE ANTONIO MENDES

Atualizado: há ± um minuto
O lançamento de um livro é sempre uma grande incógnita para o autor que momentos antes queda-se a ruminar com seus botões de que tamanho será o comparecimento ao evento literário que ele vai protagonizar. Pois todo escritor sabe que, conforme a circunstância objetiva, a noite de autógrafos pode tomar dimensões inusitadas tanto pela grandiosidade como, ao inverso, pelo número liliputiano do público presente.

Na cada vez mais bela e encantadora Cidade Canção, aconteceu no último dia 05 de março de 2015 o lançamento do meu livro, "Será que é poesia?", no Sesc Maringá, o emblemático templo da cultura maringaense. Foi uma noite maravilhosa que vai ficar na minha memória por vários motivos. No evento literário revi velhos amigos que marcaram, uns mais, outros menos, minha vida na época em que residi em Maringá; e iniciei com muito prazer novas amizades.

Um destaque surpreendente foi a belíssima apresentação do violonista clássico Antonio Mendes, discípulo de Andrés Segovia, pai do violão erudito. Antonio Mendes, apesar do seu virtuosismo e alto nível musical é cultuado por poucos privilegiados que teve a sorte de ouvir em sua plenitude a interpretação de um refinado e raro artista que resiste as barulhentas músicas e ritmos daqui e d'além mar. Foi uma honra conhecê-lo.

Continuando, quero pedir licença às dezenas de amigos(as) e companheiros(as) que foram prestigiar o autor para, em nome de todos eles, citar duas personalidades maringaenses presentes ao evento que ajudei no começo de suas vitoriosas carreiras profissionais: o advogado e professor universitário Alaércio Cardoso, que trabalhou como acadêmico de direito no meu escritório de advocacia trabalhista, no quinto andar do edifício Atalaia entre a rua Joubert de Carvalho e a praça Raposo Tavares. E o jornalista Angelo Rigon, que iniciou suas lides na imprensa de Maringá (quase um menino), ajudando o saudoso jornalista Valdir Pinheiro, na editoria de Esportes do "O Diário do Norte do Paraná", na época em que comandei sua redação.
Mas o que transbordou de alegria meu coração foi o encontro dos meus seis filhos que felizes e sorridentes prestigiaram o pai escritor.

Em tempo: no dia anterior, convidado pelo professor Reginaldo Dias, importante historiador paranaense, fui cumprimentar e abraçar minha estimada amiga e companheira Anita Leocádia Prestes, que proferiu palestra para os professores em greve da Universidade Estadual de Maringá, sobre a Aliança Nacional Libertadora e seu pai, Luiz Carlos Prestes. Ao cumprimentá-la, como acontece todas as vezes que a encontro pelo Brasil afora me cobrou indagando quando vai sair a segunda edição do meu livro " Luiz Carlos Prestes na Poesia". Meu filho Téo Souto Maior (que estava ao meu lado), dono da editora Banquinho Publicações, informou a professora Anita que a segunda edição vai sair em breve. Ela sorriu satisfeita. Até o próximo lançamento Maringá!

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