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Hoje é dia de panelaço

 Bolsonaro vai à TV hoje  anunciar isenção de impostos para o diesel e gás e anunciar a sanção da lei que autoriza a compra de vacinas pela iniciativa privada. A primeira medida é paliativa,nada resolve o problema se o governo não mudar a política de preço dos combustíveis, inclusive reativando refinarias. A segunda é criminosa, mesmo com o discurso de que as vacinas serão compradas por empresários e repassadas para o Sus. O governo quer tirar novamente o dele da seringa?
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Requião, imprescindível

 Requião está de volta com o "me chama que eu vou". Deve disputar o governo do Estado, o que significa garantia de uma campanha quente. Cá entre nós: Roberto Requião ainda é uma figura imprescindível no cenário político estadual e nacional.

Ele é o grande culpado, sim senhor!

  O governo brasileiro esteve com a faca e o queijo não mão para comprar 70 milhões de doses da vacina da   Pf izer no ano passado e Bolsonaro não quis. Depois lhe foram oferecidas 150 milhões de doses da Coronavac, que já estariam sendo aplicadas ,e novamente o presidente esnobou, dizendo que não compraria vacina chinesa, que quem tomasse poderia virar jacaré. Mal sabia ele que mais da metade dos insumos da indústria farmacêutica mundial é produzida na China e a quase totalidade dos insumos das vacinas são de lá ou da Índia. Portanto, se o Brasil tivesse um presidente de fato, já teria imunizado metade da população   e a situação, claro, não estaria nesse pé. Some-se aos agravantes da crise sanitária sem precedentes no país, o fato de Bolsonaro desestimular o distanciamento social e fazer um discurso criminoso contra o uso da máscara.

Pois é, por quê?

  O governo quer privatizar a Eletrobrás por quê? Porque é uma estatal de vital importância   estratégica para o Brasil? Porque teve um lucro de R$ 30 bilhões   nos últimos três anos e os “urubus” do capitalismo     estão   sobrevoando sobre ela? Porque   faz parte do projeto de desmonte do estado brasileiro? Porque , dane-se os consumidores, o que interessa é elevar a conta de luz   para ferrar o pobre e o remediado? Não se iludam:   atrás da Eletrobrás vem a Petrobras, as estatais de   água e luz dos estados, vem o Banco do Brasil, vem   a   Caixa Econômica. O Correio já entrou na   dança. O que querem que o ventríloquo do Planalto faça, devidamente   manipulado pelo banqueiro Paulo Guedes, é mesmo acabar com a saúde, com a educação, com as políticas sociais, com o cacete a quatro. Tudo isso acontecendo e as instituições sem nada fazer, a mídia tradicional   batendo tambor para celebrar a desgraça   e o erário pagando as carpideiras para chorar a morte das quase 300 mil

A cobertura canalha da política de preços da Petrobrás

  Chega ao nível do descaramento a maneira enfática como os veículos tradicionais de comunicação e jornalistas de economia defendem a privatização e mentem sobre a necessidade do país importar derivados de petróleo a preços estratosféricos. Ao mesmo tempo, sonegam a informação sobre a auto-suficiencia que o Pre-Sal conferiu ao país e e ignoram o sucateamento deliberado (e criminoso) das refinarias nacionais, parcialmente desativadas a partir do governo Temer. É o caso ,por exemplo, das refinarias Getúlio Vargas, no Rio Grande do Sul, Paulínia, em São Paulo e Araucária , no Paraná. Ouvir Carlos Alberto Sardenberg, Mírian Leitão, Vera Magalhães e outros, defendendo a atual política de preços da Petrobrás é de dar ânsia de vômito. Claro, não dá pra apoiar a estupidez com que Bolsonaro agiu para conter a alta dos combustíveis, mas também é entreguismo demais defender o atrelamento dos preços do diesel e da gasolina na bomba ao dólar e às cotações internacionais do barril de petróleo. M

Reflexão de uma manhã ensolarada

Não vamos apagar 2020 do nosso calendário gregoriano. Ele foi duro ,dificílimo, porém de grandes aprendizados. A história vai contar, quando a esmagadora maioria de nós não seremos mais nem vagas lembranças , que 2020 foi o ano da valorização da vida, do destaque da solidão como um bem e não como um mal da humanindade. Foi,   sobretudo , o ano em que a solidariedade humana esteve acima e além de tudo. Dia 1º. De janeiro, torci para que   2021 chegue chegando, nos brindando logo de cara com a vacinação em massa contra a Covid 19 e com a disseminação do germe da paz. Isso não aconteceu ainda e se depender do presidente da república, esquece. Mas o Brasil é bem maior do que o dublê de ditador que ocupa a principal cadeira do Palácio do Planalto. E vamos vencer, não só o corona, como também o bolsonavírus.  

A ditadura e as manchas de sangue espalhadas pelo mapa do Brasil

           . Por  Elio Gaspari , em  O Globo :     Em 1974, quando Elzita Santa Cruz de Oliveira procurava seu filho Fernando, escreveu cartas a chefes militares contando seu caso, e um tenente-coronel acusou-a de caluniar o Exército, pois “seria desonrar todo nosso passado de tradições, se nos mantivéssemos calados diante de injúrias ora assacadas contra nossa conduta de soldados da Lei e da Ordem que abominam o arbítrio, a violência e a prepotência”. Meses depois, o mesmo tenente-coronel estava na sala do comandante do II Exército, general Ednardo D’Avila Mello, quando o ministro Sylvio Frota interpelou-o por que um oficial da Polícia Militar de São Paulo “tinha sido insultado e agredido a socos durante um interrogatório” no DOI. Nas palavras de Frota: “Não é possível, Ednardo, que isso aconteça! Você deve tomar enérgicas providências. É preciso mudar, logo, alguns dos oficiais que trabalham no DOI; substituí-los, porque estão ocorrendo exageros que não podemos admitir.”