29 de maio de 2013

Só querem venha a nós...



A passagem de circular em Maringá iria subir dia 1º de junho, sábado. Mas a Câmara interferiu e pediu para esperar ao aprovar requerimento do vereador Humberto Henrique. Ocorre que a empresa não está considerando o rosário de isenções que veio e continua vindo  por aí, desonerações que partem do Palácio Iguaçu e também do Planalto. Não é possível que o prefeito Pupin assine o reajuste de tarifas sem levar isso em consideração.

De acordo com Humberto, “desde janeiro deste ano a empresa já está sendo beneficiada pela desoneração da folha de pagamento. O recolhimento era de 20% do INSS sobre a folha e passou a ser de 2% da receita. Segundo o vereador, isso representa cerca de 0,10 no valor atual da passagem. “No entanto, o desconto não foi repassado aos usuários e tem sido ignorado tanto pela prefeitura quanto pela empresa”.

Além disso, vem aí as isenções do ICMS sobre o combustível, prometida pelo governo estadual, e do PIS e Cofins, medida anunciada pelo governo federal e que entra em vigor a partir de 1º de junho. Na avaliação do vereador petista, As três ações dos governos representam cerca de 10% dos custos apresentados na planilha que define o preço da passagem. Para o usuário, explica o vereador, isso resultaria em uma redução estimada em torno de R$ 0,25 a R$ 0,30 no valor atual. “Mesmo com o aumento de outros custos alegados pela empresa, eu acredito que a tarifa tem que reduzir”.

É na base do venha a nós, ao Vosso reino, nada.


28 de maio de 2013

Blog do Rigon sob ataque

 


Os hackers estão judiando do Angelo Rigon. Agora mesmo o seu blog, o mais acessado da cidade , está sob ataque. De onde será que vem isso?

 

Cala a boca, Batista!!!



Essa do  Amado Batista dizer que foi torturado pela ditadura militar  mas que mereceu apanhar , foi mesmo o fim da picada. Ao ficar cara-a-cara com  Marília Gabriela, no SBT,  o cantor  comparou a tortura que sofreu  a um "castigo de criança".

"Eu acho que quando uma criança cospe na sua cara, chuta sua canela, o que o pai deve fazer? Não deve corrigir? Então, eu estava fazendo a mesma coisa, que não era uma coisa correta. Fui torturado porque, na época, trabalhava em uma livraria e permitia que professores procurados pelos militares lessem livros proibidos naquele período. Eu acho que eu não tinha de estar contra, brigando contra o governo. O governo estava nos defendendo de pessoas que estavam querendo tomar o País à força, com armas nas mãos."

Gabi reagiu: "Você está louco, Amado?"
 Amado ficou sem saber o que dizer, porque simplesmente não tinha o que dizer depois das bobagens que disse. No dia seguinte ele foi procurado por vários jornalistas, mas sumiu, não atendeu ninguém. E porque atenderia? Para desmentir o que disse sem meias palavras?
Para quem via nele um alienado, o negócio é virar o disco, porque o cara é mais do que isso, é um perfeito idiota.
Lembram do Planeta dos Homens, daquele personagem que o Jô Soares mandava calar a boca?

Quem vestirá esta carapuça?

" O problema no Brasil é que tem muitos recursos e o processo eterniza. Tem que ter direiro de entrar; de recorrer; mas todo mundo é contra morosidade. A morosidade da Justiça deve interessar a alguém. O processo é um jogo. Quem está ganhando quer que acabe logo. Quem está perdendo, quer estender".
 
Cármen Lúcia - Ministra do STF e presidente do TSE. 

. Do Blog do Dinor Chagas

27 de maio de 2013

Franqueza requiônica


As declarações do senador Roberto Requião, via Twitter, sobre a morte do empresário Roberto Civita, diretor do Grupo Abril e fundador da revista Veja, viraram notícia nacional. O site Brasil 247, por exemplo, reporta que, enquanto muitos políticos lamentaram a morte de Civita, Requião “não demonstrou exatamente o mesmo sentimento”.
Foram três as postagens de Requião sobre Civita:
- Não ha mal que sempre dure nem Civita que nunca se acabe...
- Não me alegra ou entristece a morte de um Civita, alegria me traria a aprovação de meu projeto de lei do direito de resposta.
- A morte de alguém jamais me causaria alegria, mas a do Civita não me traz nenhuma tristeza. Simples assim.

. Blog da Roseli Abrão

Voltei

Depois de duas semanas estou de volta. Estava fora do ar porque mudei de casa e  a GVT alegou não ter como colocar banda larga no meu novo endereço. Mudei de operadora, voltei ao ar hoje. Espero poder atualizar o blog com mais frequência.

12 de maio de 2013

Na contramão da historia




Informa o Diário de hoje que 74,6% dos maringaenses iriam aos supermercados nos domingos. Mas não precisam ir comprar aos domingos, porque os supermercados ficam abertos de segunda a sábado, alguns ate tarde da noite. O dinheiro que o consumidor gastaria no domingo e o mesmo dinheiro que tem para gastar durante a semana, apenas mudaria o dia das compras, o que seria extremamente injusto com quem trabalha em supermercados.

Alem disso, a abertura dos grandes supermercados no domingo, mata os mercados da periferia, onde trabalham os donos e familiares e que justamente  nos domingos e feriados, vendem pela semana.

Tenho certeza absoluta que a pesquisa deixou centenas de trabalhadores em supermercados com a pulga atrás da orelha. Imagine o comerciário trabalhar a semana toda e no domingo fica sem tempo para a sua vida social. Lembrando que em vários países da Europa, o comercio , exceto os shoppings não abrem aos domingos. Em alguns países do velho continente, nem sábado a tarde.

Quer dizer, a nossa concepção de progresso e modernidade parece vesga e na contramão da historia.  

8 de maio de 2013

A disputa pelo que ainda não existe

O ministro Joaquim Barbosa nem disse nada ainda e as editoras já estão contabilizando a estrondosa venda do livro sobre o mensalão que sonham que o presidente do STF vá escrever. Já há disputa entre editores que não têm nenhuma dúvida sobre o sucesso do best seller que ainda não foi escrito. Eles sequer, combinaram com o provável autor da obra que poderá ser publicada, ou não.

5 de maio de 2013

O desabafo do " pai dos pobres" e "mãe dos ricos"



Lula tornou-se uma espécie de  inimigo número 1 de grandes grupos empresariais do setor de comunicação, Abril e Globo à frente. Em um livro-reportagem que sai agora dia 13 de maio, o ex-presidente  se queixa do tratamento que vem recebendo da grande mídia: “Eu não tenho raiva deles, não guardo mágoas. O que guardo é o seguinte: eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida como ganharam no meu governo, quando estavam quase todos quebrados, tanto emissoras de televisão como grandes jornais e revistas”.
É recorrente as criticas da grande imprensa e do empresariado ao ex-presidente. Quando falam em corrupção, não poupam o governo do PT, nem Lula e nem Dilma. Isso pode ser explicado a partir do fato de que o Partido dos Trabalhadores, enquanto estilingue, se colocava como vestal da moralidade. Chegou ao governo e não praticou o que pregou enquanto esteve na oposição.
Mas vamos e venhamos, quando o assunto é o ex-sapo barbudo, verifica-se, de maneira clara, toda a carga de preconceito que a elite cultiva e potencializa, apesar de Lula ter sido em 8 anos, pai dos pobres e mãe dos ricos.
Nunca o agronegócio cresceu tanto quanto no governo Lula, garoto propaganda, aqui e lá fora, da energia limpa, incentivador mor do biodiesel, do etanol e das termoelétricas a partir  do bagaço da cana. Enfim, Fernando Henrique come milho e Lula leva a fama, tal qual o periquito da máxima popular.
Só um pequeno e singelo exemplo do que foi um e do que foi o outro presidente da república para o setor sucroalcooleiro: FHC criou o  programa de incentivo à  produção de energia elétrica pelas usinas e destilarias, chamado Proinf, salvo engano. Este programa injetou muitos milhões no setor , com o compromisso do governo comprar, via Eletrobrás, todo o excedente produzido. O tucano só criou,  quem implantou foi Lula, embora Dilma tenha agora desativado o Proinf, o que foi lamentável.
 O  governo Lula aparelhou de maneira extraordinária a Polícia Federal  que vai fundo nas investigações dos crimes contra o erário. Por ironia, o PT tem sido vítima  dessa eficiência. Que bom que isto esteja acontecendo, porque o Brasil vai, aos poucos sendo passado a limpo. Mas há uma coisa muito estranha na posição dos jornalões e revistonas  no que diz respeito à corrupção. O foco é sempre os últimos 10 anos.Daí pra trás não há que se investigar, nem mesmo a raiz do mensalão, que começou em Minas com o então governador  tucano Eduardo Azeredo.
É estranho o silêncio da Veja e da Folha de São Paulo, por exemplo, em relação ao escândalo das privatizações da era FHC, retratadas e documentadas em livro do jornalista Auamry Júnior, cuja edição foi simplesmente ignorada pela grande mídia. Amaury fala da entrega da Vale do Rio Doce para grupos privados, da vendas das teles . É escândalo pra mais de metro, que os partidos de oposição e o tal PIG fazem questão de deixar  embaixo do tapete. Varrer só de 2003 pra cá; recuar mais no tempo, nem pensar.