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Weintraub é a perfeita tradução do governo Bolsonaro

Ignorância, despreparo e método se somam para destruir instituições KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA O ministro da Educação, Abraham Weintraub, já deu prova do despreparo e incapacidade para a função que ocupa. É mal-educado no trato pessoal, fala português de modo pobre para um titular da pasta da Educação e virou um valentão de rede social disposto a ofender quem o critica, sendo particularmente agressivo com mulheres. A misoginia é uma marca do governo Bolsonaro. Weintraub está no batalhão de frente do ódio às mulheres. Ao comentar os exames do Enem, comportou-se de forma autoritária e infantil ao falar com repórteres. Exibiu sua imensa ignorância histórica ao falar da Proclamação da República no feriado de 15 de Novembro. Num governo normal, já teria sido demitido do ministério. Mas Weintraub é a perfeita tradução da gestão Bolsonaro. Quem paga o pato é o Brasil, que passa por um retrocesso muito grande. Infelizmente, não há possibilidade de arrefecimento das forças do atraso. Bolsonaro e …
Postagens recentes

O Brasil navega na onda da insanidade

Jurista adverte para a tragédia que nos espera, se ninguém fizer nada para frear o festival de sandices do governo Bolsonaro:  ---------------- “Chega a ser assustador a resignação de pessoas normais ante a iniquidade, a desumanidade e a sandice que predomina o discurso do governo Bolsonaro que, definitivamente , atingiu um nível inimaginável de irracionalidade” Os Bolsonaros e os integrantes de seu governo podem fazer o que quiserem, podem até aparecer em vídeos ou áudios comprometedores e antagônicos com a pauta de valores dos bolsonaristas, podem destruir o futuro do país, podem insultar, podem ridicularizar a república, podem tudo. São tão inimputáveis quanto os eleitores do Bolsonaro. Até quando?”
. Do jurista Wilson Ramos Filho sobre o colapso político que bloqueia até o debate público no país

A surtada de um grande imbecil

Carlos Bolsonaro foi a uma livraria na Barra e se deparou com um grupo discutindo a Revolução Russa. 


   .  Deu na coluna de Ascânio Seleme no Globo  "Ao ver aquela turma falando de Lenin, Trótski e Marx, o vereador procurou um funcionário da livraria e perguntou: “Desde quando vocês dão aula de comunismo aqui?”.
O funcionário disse que não era aula de comunismo mas uma etapa de um ciclo de estudos sobre as grandes revoluções da história. Insatisfeito, o Zero Dois circulou, contou o número de presentes, e dirigiu-se ao segurança da livraria. Talvez achando que o uniforme os aproximava, perguntou a ele sobre a aula de comunismo. O segurança, educado, respondeu: “Não se trata de aula de comunismo, senhor, mas de um debate sobre revoluções”. Pois é.



O discurso do presidente incentiva o preconceito social

“É o PT quem gosta de pobre”, “Pobre é título de eleitor numa mão e o diploma de burro na outra”. São frases de Jair Messias Bolsonaro, hoje presidente da república. É uma narrativa perigosa, porque vindo de quem tem a responsabilidade de administrar o país, acaba botando pilha no preconceito social, que leva o Brasil a conviver com cenas como aquela dos moradores de rua envenenados no centro de São Paulo. Um sobrevivente disse à Polícia que pediu dinheiro num semáforo da região da Cracolândia a ao motorista de um carrão de luxo, quando este lhe disse que não tinha trocada, mas lhedeu uma garrafa de pinga. Ele e outros colegas de infortúnio tomaram a bebida. O resultado foi este aí da foto.

De Ciro Gomes:

A luta política, por mais exacerbados que sejam os discursos, se dá no terreno das ideias. Colocar Deus nesse embate é blasfêmia.

Obrigado presidente, por nos presentear com esse notável Chicago boy

A mídia tradicional, principalmente a Globo, abraçou a política econômica de Paulo Guedes, embora bata, por razões óbvias em Bolsonaro. As medidas restritivas de direitos trabalhistas vai dar o start no milagre da recuperação do emprego, embora esteja muito claro que o plano de desonerar a folha para contratações de jovens tem no horizonte empresarial a perspectiva de trocar empregados de maiores salários por novos de salários aviltantes. Se o empregado vai trabalhar domingo, isso faz parte e não é desumano, porque afinal de contas ele vai poder folgar um dia no meio da semana. Então, não se preocupe, porque o trabalhador que perder o emprego para que o patrão possa empregar três ou quatro com o mesmo salários , deve dar graças por estar contribuindo pela abertura de novas vagas.
Ele sacrifica seu emprego formal mas possibilita que dois ou três ocupem seu lugar. Qual o problema se ele vai ficar sem trabalho com carteira assinada? Nenhum. Afinal, o MEI está aí para redimir dos pecados d…

Livre comércio com a China? Parece piada,mas convenhamos, sem nenhuma graça.

Guedes fala em acordo de livre comércio entre Brasil e China. Legal, né? O Brasil exporta comodities e importa produtos industrializados, portanto, de valor agregado. E se os produtos chineses já entram aqui a rolé, imagine num acordo desses. Se isso acontecer, a industria brasileira, que não tem competitividade lá fora estará simplesmente fudida. Tá vendo só como é esse governo? E os empresários ainda batem palmas pra sandices desse tipo. Vamos e venhamos, com uma indústria mais desmilinguida do que já está, aonde é que as futuras gerações vão arranjar trabalho?. Quando a população acordar que este governo quer isto sim, mas é acabar com o nosso país, aí será tarde demais.

Lula deve ir à posse de Fernandez e Cristina. E quem vai pelo governo brasileiro?

O presidente eleito disse que convidará Lula para a sua posse. Bolsonaro já havia dito que não vai o que convenhamos, é uma grosseria diplomática sem tamanho. O vice deve ir no lugar à Casa Rosada. Deve, porque depois de saber que Lula estará lá, será que o general Mourão também vai estar? Se for e se comportar com a civilidade que Bolsonaro não tem, certamente ganhará pontos. Se cumprimentar Lula e der um abraço no ex-presidente do Brasil, o que seria um gesto republicano, Mourão será esculhambado pelas milícias digitais do Planalto, sobretudo por Carluxo. E ouvirá palavrões do Rasputin de lagoa de estabilização Olavo de Carvalho.