Pular para o conteúdo principal

Quando a SER pensa que é, mas não é



A Câmara aprovou a toque de caixa  o projeto da tal Cidade Industrial de Maringá, cujo processo de desapropriações é alvo do Ministério Público. Observa o Aquino (Blog do Rigon) que “nunca na história desta cidade houve tanta pressa na implementação de uma obra como no caso do Parque Industrial Barros. Quinta-feira passada o projeto foi apresentado em regime de urgência e aprovado em primeira discussão. Nesta terça foi aprovado definitivamente, apesar dos argumentos dos vereadores Humberto Henrique e Marly, que entendem que o mesmo é ilegal”.
Uma pergunta se faz necessário: aonde estão a SER e o Observatório Social? Estiveram na linha de frente quando os temas eram “aumento do número de vereadores” e “aumento dos salários” dos nobres edis.
Diante do que parece estar ocorrendo com o processo de implantação dessa parque industrial, salário e número de cadeiras no Poder Legislativo são temas irrelevantes.
Eu sempre me posicionei contra o carnaval que se faz sempre que há aumento de salários na Câmara. Pela simples razão que o maior problema da atuação dos vereadores não é nem fixar os próprios salários, mas negligenciarem a fiscalização do Poder Executivo e aprovar projetos danosos para o conjunto da sociedade.

Comentários

jeferson disse…
Concordo plenamente, mas também destaco o oportunismo político do movimento "super salários não!" Onde andam esses "indignados"? Maringá está eivada de oportunistas que só existem porque ainda têm quem lhes dê atenção.

Postagens mais visitadas deste blog

Um perigo real

 Um leitor do blog faz uma observação, em sinal de alerta, pertinente: "É perigoso sair na rua com camisa do PT ou colocar adesivo de Lula no carro. Você pode estar passando na rua e levar um tiro de um bolsonarista".