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A Inês é morta.

Algumas lojas da Av. Brasil já fecharam suas portas, outras tantas estão para abrir o bico. Hoje conversei com um comerciante que há 8 anos tem uma loja de roupas entre a Getúlio Vargas e a Herval . Ele desancou o tal o tal projeto de "revitalização" que, pelo jeito, vai transformar o centro de Maringá num deserto. "Ninguém pára mais para comprar nesse trecho, pois não tem como estacionar e atravessar a avenida de um lado para outro é uma aventura", protestou.
Por falar nisso, a maioria dos engenheiros com quem conversei esta semana, reprova as intervenções que estão sendo feitas e que foram empurrada goela abaixo da população pela gestão Pupin/Barros. Impressiona a passividade da Associação Comercial, cujas manifestações contrárias à "revitalização" foram tão tímidas, que o prefeito e sua eminência parda (o Rasputin sem cavanhaque), nem ligaram. Agora a Inês é morta.

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Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.