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A hora e a vez do papel higiênico

A Operação Lava-Jato parece um  far west  em cinemascope: quanto mais o cavalo corre mais tem tela pela frente. Pelo jeito as investigações não devem terminar tão cedo, apesar de já se arrastarem por quase um ano. Agora está para começar uma nova fase, a fase em que a força-tarefa do Ministério Público Federal se dedicará ao trabalho de identificação de novos tentáculos (ainda ocultos) da engrenagem criminosa. Os procuradores e a Polícia Federal deverão investigar não só o esquema Petrobrás, mas de propina e superfaturamento de outras obras públicas federais. O objetivo principal é desestruturar esquemas de lavagem de dinheiro e de superfaturamento no país. Com isso, os supermercados vão tomar o porre de vender papel higiênico. O desarranjo intestinal está chegando por aqui, onde o gato já começa a subir no telhado.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.