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Rasteiras palacianas

Aos poucos vão sendo clareados os motivos da exoneração da vice-governadora Cida Borghetti Barros da chefia do escritório político do Paraná em Brasília. Na última nota que dei aqui especulei a possibilidade do marido dela, deputado Ricardo Barros , ter forçado a barra para deixar a esposa livre e com condições de se preparar para a eventualidade de ter que assumir o governo do Paraná. Não foi bem isso, mas pelo que se especula nos corredores do Palácio Iguaçu tem tudo a ver com as articulações de bastidores contra Beto Richa que teria feito Ricardo. Ao saber, o governador ficou vendendo azeite. Informa Esmael Morais em seu blog que a coisa não foi nada pacífica. Pelo jeito, o pau quebrou na casa de Noca.
É fato que o governo Beto Richa cai pelas tabelas após o massacre de 29 de abril e seus desdobramentos. Isso teria feito o insaciável RB crescer os olhos sobre o Palácio Iguaçu, já pensando na queda do titular para que a vice assuma. Esmael diz, então, que rolou nos corredores palacianos, o seguinte comentário de um assessor direto do governador|: “Os Barros conspiram contra o governo de Beto Richa (PSDB). Eles são de extrema-direita. São os que mais atrapalham o acordo com os grevistas, pois estão aflitos, viram a chance de tomar o Palácio Iguaçu, e por isso querem radicalizar propondo o confronto, reajuste zero e cacete. Fizeram até conta da data-base parcelada em quatro anos”.

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