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A cada sessão do TSE o clima de apreensão aumenta em Maringá

O plenário do TSE será na próxima terça-feira, reduto de esperança para uns e de desespero para outros. Quatro candidatos e vereador de Maringá tiveram insônia na última terça-feira quando viram na pauta de julgamento do Tribunal Superior Eleitoral o caso do PV local, cujos votos nas eleições proporcionais foram desconsiderados na totalização. Haviam duas chapas do Partido Verde, a chapa pura mantida pela teimosia do Alberto Abrãao e o chapa do diretório estadual, que estava na coligação da “Maringá de toda nossa gente”.
Mas o julgamento não houve, uma ministra pediu vistas e a agonia dos envolvios se prolongou. Agora, espera-se que finalmente o processo tenha um fim na próxima terça-feira ou no mais tardar, quinta. São duas as possibilidades: validados os votos do PV do Abrãao o quadro continuará inalterado, porque o número de votos da chapa é insuficiente para mexer no quociente eleitoral. Mas se validados forem os votos do PV do Joba, aí vai ter alegria e ranger de dentes. Nesse caso, perdem suas cadeiras os candidatos Mariuce e Márcia Socrepa . Ganham, Luizinho Gari e Da Silva.
O caso Pupin também deverá criar situação parecida, de festa de um lado e ranger de dentes do outro. O TSE deverá julgar o processo de impugnação ainda este mês. Nesse caso as hipóteses são três. Mantida a candidatura, Pupin será o prefeito conforme manifestação das urnas. Cassado Pupin, Ênio será o prefeito na interpretação de alguns advogados e haverá terceiro turno entre Ênio e Quinteiro, na interpretação de outros.
Ao arrepio da lei, como diriam os advogados de antanho, entre eles meu amigo Amaro Faria, com especialização em legislação eleitoral, Pupin não teria escapatória. “Mas considerando que onde cabe interpretação nem sempre a letra fria da lei prevalece, completa o mesmo Faria, Pupin tem chance”. Nesse caso, a prudência desaconselha aos interessados de ambos os lados, foguetórios antecipados ou lágrimas precipitadas.

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