Pular para o conteúdo principal

A questão não é semântica


O presidente da Venezuela Nicolás Maduro decidiu pulverizar as verbas publicitárias do governo, incluindo na partilha que geralmente fica entre as grandes grupos de comunicação,  canais regionais de televisão,  rádios públicas  e pelo menos 500 emissoras comunitárias de rádio e tv.

Para aliados do governo isso  é democratização da informação, mas para  os  donos dos monopólios midiáticos  trata-se de  algemas na liberdade de imprensa. Aliás, essa vitimização da liberdade de imprensa é um clichê meio desgastado por aqui, principalmente depois que o governo Lula,  tentou colocar em discussão um projeto da Lei de Meios, de autoria do jornalista Franklin Martins.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.