“Mais Uma derrapada”. Este é o título da matéria da
Veja dessa semana sobre o ministro da saúde. O assunto é a nomeação da segunda colocada
numa eleição direta da Fiocruz para a presidência da fundação. O cargo máximo é
escolhido de uma lista tríplice, mas há 25 anos o governo federal nomeia o
candidato mais votado. Dessa vez, por questões políticas, Barros quebrou a
tradição e nomeou a médica Tânia Araújo
que fez menos da metade dos votos da pesquisadora Nísia Trindade. Claro que Ricardo
Barros não disse isso publicamente, mas corre nos bastidores que ele, mais
realista do que o rei, quis desprestigiar uma pretensa crítica do desgoverno
Michel Temer. Tanta trapalhada assim, só o Didi Mocó.
Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?
Comentários