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Um pra lá, um pra cá...



Passinho pra frente: o prefeito Roberto Pupin anunciou que vai sancionar a lei municipal da ficha limpa e que deverá exonerar os cargos comissionados que tiverem condenação colegiada (ou, evidentemente) transitada em julgado. Ponto para o burgo mestre.
Passinho pra trás:  O prefeito de Maringá disse que espera assinar em agosto o decreto de desapropriação dos 90 mil m2  no entorno do Aeroporto Regional para disponibilizar ao  “mega” investidor Fiocco, dono da  Avio, que ainda não foi além de assinar um protocolo de intenções para implantar a tal fábrica de aviões e helicópteros na cidade.
O Secretário da Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros, pai, mãe e avô do megalômano projeto, está sendo questionado porque promete viajar à Europa para checar, in loco, a idoneidade da empresa, cujo presidente foi condenado a 6 anos de prisão na Itália, por falência fraudulenta.
Quem acompanhou nos últimos dias o noticiário da blogosfera e de alguns grandes jornais do Estado, sabe que falta muito ainda para que o  governador Beto Richa, o prefeito Pupin e o secretário Barros, possam estufar o peito e dizer alto e bom som ao Paraná, que não caíram no conto do “avião de rosca”.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.