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A China, de Mao a Xi Jinping

 


  • Manter “um desenvolvimento econômico sustentável e saudável com base em uma melhoria acentuada na qualidade e eficiência”;
  • “Desenvolver “o mercado interno”, “melhorar a estrutura econômica e fortalecer a capacidade de inovação”;
  • “Modernizar a cadeia industrial”; “desenvolver fundamentos mais sólidos para a agricultura”;
  • “Melhorar ainda mais sua economia de mercado socialista e concluir basicamente a construção de um sistema de mercado de alto padrão”;
  • “A etiqueta social e a civilidade da China serão ainda mais aprimoradas, enquanto os valores socialistas serão mais adotados pelo povo”.

Esses são os eixos centrais do 14º Plano Quinquenal da China, que desde o primeiro, lançado em 1953 por Mao Tsé-Tung, nunca se afastou do seu desiderato. Não é por acaso, por tanto, que a China é hoje o que é, sem dúvida a maior potência econômica e tecnológica do mundo. Sim porque o PIB americano é de 20 trilhões de dólares e o da China está em 25 trilhões, com previsão de crescimento de 8,2¨% em 2021. Na áerea tecnológica, é a detentora da geração 5G.

Digo isso porque não faz nenhum sentido o Brasil hostilizar a China, que é o nosso maior parceiro comercial. É para onde nós mais exportamos commodities e de onde mais importamos produtos industrializados, inclusive insumos para a nossa indústria farmacêutica.


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