Umberto Crispim chegava a espumar pelos cantos da boca quando falava de Ricardo Barros para todo mundo ouvir alí pelos lados da Banca do Massao. Foi, durante muitos anos, o político que mais deitava falação sobre RB, seu maior desafeto. Mas na política fisiológica, onde o que fala alto são interesses pessoais e de grupos, tudo pode acontecer. Hoje, Ricardo e Crispim estão juntos na disputa eleitoral, "para o bem de Maringá" e em nome de uma lógica partidária torpe que, mais dia, menos dia, sempre coloca os iguais do mesmo lado.
Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?
Comentários
Meu nome é Laís, e a poucos dias te mandei um e-mail sobre uma obra na qual você e Ernesto Piancó foram os organizadores, que conta a história de municípios do Paraná. Eu uso como fonte em minha pesquisa a obra sobre Astorga. Ficaria muito feliz se o Sr. pudesse entrar em contato comigo, adoraria conversar com o Sr! Desde já agradeço, e me desculpo pelo incomodo.