30 de abril de 2013

Dilma e Beto saem muito à frente no Paraná



Acaba de sair do forno uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas para governador. O percentual de  eleitores que não fazem a menor idéia de em quem votar chega a 73,92%. Isso preocupa o  time de Beto Richa, porque mostra que, estando ele no poder e dia e noite na mídia, não conseguiu convencer este enorme exército de indecisos.
A pesquisa ouviu de 20 a 24 de abril,  1.507 eleitores de 68 municípios. Na espontânea, Beto tem  12,61%  contra 3,72% de Requião e 3,12% de  Gleisi Hoffmann.  Na estimulada, o governador tem 40,61 dos que declararam intenção de voto, contra 19,71%  de Requião e 18,27% de Gleisi. Noutro cenário, sem a ministra, Beto tem 45,65%, Requião tem 22,03% e Osmar Dias, 18,58%.
O instituto sondou também as intenções de voto do paranaense para a presidência da república. O resultado foi o seguinte:
Na  estimulada, Dilma aparece com 50,83%; Marina Silva, com 15,86%; Aécio Neves, com 13,01% ; Eduardo Campos,  3,32%  e, pasmem, Feliciano, aquele homofóbico da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, aparece com 2,92% .

29 de abril de 2013

Foi-se o grande Vanzolini


Paulo Vanzolini morreu morreu neste domingo aos 89 anos, de pneumonia. Cientista respeitado (era zoóogo) tornou-se conhecido do grande público como compositor, principalmente do clássico Ronda. Ele mesmo reconhecia não entender nada de música, não conhecia uma nota musical sequer. Mas era um letrista de primeira e ao escrever a letra da música já cantarolava no ritmo e no tom que depois eram burilados por amigos do ramo. Ronda é sua música mais conhecida, gravada por um montão de bons intérpretes da MPB, mas o acervo de Vanzolini é enorme. Ouçam só esta pérola:


28 de abril de 2013

De novo na área

O ex-prefeito de Maringá João Ivo Caleffi, que entrou no PMDB em 2007,  atendendo convite pessoal do então governador Roberto Requião, está se desfiliando. Já não  era fácil a convivência com o triunvirato do diretório municipal (Crispim, Grilo e John) , mas depois dos rumos que o partido tomou nas eleições de 2012 então, ficou impossível.
Ano passado, João Ivo ficou longe dos palanques por conta de um problema grave de saúde, já superado. Mas como quem é do mar não enjoa, quem é da política se afasta temporariamente, mas não renega o navio. Para onde vai? João ainda não conta, mas é sabido que tem recebido alguns convites com oferta de legenda para deputado estadual em 2014.

25 de abril de 2013

Tranquilo? Tá bom

Pelo menos no discurso, o prefieto Pupin está tranquilo, administrando a cidade de Maringá como se nada tivesse acontecido. Disse à CBN hoje que acredita na sua vitória no plenário do TSE. O julgamento não foi terça e nem foi hoje, mas uma hora vai acontecer e pode ser na semana que vem.

Claro, Pupin não podia agir de outra forma, senão com otimismo. Mas não dá pra negar a paúra que toma conta do seu staf. Pupin sabe que pode vencer a batalha, mas não será fácil. Essa história de jurisprudência não cola, porque a lei é clara quanto ao vice que assume seis meses antes das eleções no primeiro mandato e seis meses antes das eleições no segundo mandato. Pupin assumiu 11 dias em 2008 e 6 meses em 2012. Para piorar mais a situação, nas duas oportunidades ele foi empossado oficialmente pela Câmara, com direito a registro em ata e tudo o mais. Foi prefeito interino nas duas vezes, com plenos poderes.Portanto, não tem mais, nem porquê.

O caso Alckmin foi diferente, quando assumiu no ano da eleição, Covas tinha falecido e não consta que Alckmin tenha sido governador interino 6 meses antes do pleito no primeiro mandato.
Outra coisa que chama atenção é o fato de que Roberto Pupin está determinado a recorrer ao Supremo em caso de derrota, ao contrário do candidato Ênio Verri, que pretende aceitar como instância final o resultado da sentença colegiada do Tribunal Superior Eleitoral. O Secretário de Comunicação do prefeito tem dito isso em todos os textos que publica sobre o assunto e o próprio Pupin repetiu na entrevista a Ronaldo Nezo na Rádio CBN.

Significa que o grupo político, que tem em Ricardo Barros seu líder máximo, não está tão seguro da vitória quanto deixa transparecer. Passado o alívio momentâneo da retirada de pauta nesta quinta-feira, a sofreguidão tende a voltar com tudo a partir de segunda-feira pros lados do Paço Municipal.

22 de abril de 2013

Maringá pode amanhecer 4a.feira com um novo prefeito. Ou não.

É passada a hora de Maringá saber, enfim, quem vai administrá-la até dezembro de 2016. O processo está na pauta e se nenhum ministro pedir vistas, a coisa se define nesta terça-feira. A favor de quem? Isso só se saberá depois do julgamento, porque previsões temos aqui para todos os gostos e do agrado dos dois lados. Há até quem antecipe o placar, como o jurisconsulto Milton Ravagnani, que sapeca 7 a 0 pró Pupin ou na pior da hipóteses, 6 a 1.
Outros analistas, que torcem evidentemente pelo impedimento, falam em 5 a 2 ou 4 a 3, mas nunca 7 a 0.
Milton, que é o homem da comunicação do prefeito eleito, sustenta que o fato de Pupin ter assumido a titularidade seis meses antes da eleição em 2008 e seis meses antes da eleição de 1012 não caracteriza terceiro mandato. Ouvi vários advogados, inclusive alguns estudiosos da legislação eleitoral, dizerem o contrário. O contrário do entendimento de Milton Ravagnani também disse o TRE do Paraná quando por unanimidade de votos dos desembargadores, impugnou a candidatura da coligação A Mudança Continua.
Segundo o Secretário de Comunicação, ” é pacífico que o vice que disputou uma eleição como prefeito e substituiu nos seis meses que antecedem a eleição no cargo de prefeito tem este período de substituição compreendido por analogia como se fora um mandato. Isto é pacífico no TSE e vem sendo adota nos tribunais regionais.
Este ano, o TRE do Paraná tentou inovar acatando o entendimento de que aquela substituição de 2008 teria, por analogia, o mesmo poder de se transformar em mandato. Bem, a tese não tem respaldo no TSE que já rejeitou situações semelhantes em pelo menos uma dúzia oportunidades”.
Milton sabe exatamente como é que pensa a maioria dos ministros do TSE e compara o caso de Maringá com o do ex-governador Geraldo Alckmin, que assumiu o governo de São Paulo em definitivo com a morte do titular Mário Covas. Aonde está a semelhança entre um caso e outro? Está na cabeça dos que sonham com os quatro anos de mandato do ex-vice e agora prefeito.
Pode ser que esta interpretação seja a mesma dos ministros? Vários advogados com quem conversei, sustentam que não tem nada a ver.
Diante de tanta expectativa e interpretações variadas e algumas até desconexas, o negócio é mesmo esperar o fim do julgamento para ver quem será o prefeito de Maringá a partir dessa quarta-feira, se Roberto Pupin ou Ênio Verri.

Cidade verde vira cidade dos tocos

Minha nossa,o que estão cortando de árvores antigas em Mariná é uma grandeza! Uma dona de casa postou na sua página do facebook foto de árvores cortadas no início da Avenida Kakogawa. Uma lástima o que estão fazendo com a “cidade verde”. Maringá caminha rapidamente para se tornar a cidade dos tocos.
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21 de abril de 2013

Com Gleisi fora, Beto se anima. Não deveria

“Richista de primeira hora conta ter ouvido de Osmar Dias que Gleisi Hoffmann não será candidata ao governo em 2014. E que ele também não será. Sendo assim, porteira aberta para Roberto Requião, único com densidade eleitoral e capaz de herdar o espólio da ministra, que ficará em Brasília para cuidar do governo, aliás, como já vem fazendo, com Dilma solta em plena campanha. Osmar teria assegurado que vai de Requião e o que ele quer mesmo é voltar para o Senado. Aliás, o atual nº 1 do PMDB nacional, Valdir Raupp, em sua rápida passagem por aqui, alertou a companheirada para essa possibilidade e aconselhou que não deixasse Requião sem retaguarda para não se arrepender lá na frente”.
. Blog do Cícero Catani


Meu comentário: não é de hoje que Requião vem trabalhando pra ser candidato em 2014. Perdeu o comando do diretório estadual, mas não desistiu de continuar brigando pela indicação do seu partido. Mas tem porta aberta para seguir tentando se cacifar, ainda mais depois que o Diretório Nacional decidiu que o PMDB deve disputar pra governador em todos os Estados onde tiver nomes fortes. O comentário de Raupp fortalece ainda mais Requiã, que se não vencer, ainda terá mais quatro anos de mandato no Senado.
O governador Beto Richa pode até se alegrar com a possibilidade de não ter que enfrentar Geisi Hoffmann, mas conhecendo Requião como ele conhece, não creio que ele vá dormir tranquilo.
Quanto à disputa pela única cadeira no Senado, o que não deve faltar é concorrente. Osmar quer ser candidato, mas é duvidoso que ele queira enfrentar o irmão Álvaro, que já tem mandato e é o nome a ser consagrado pelo PSDB. Devemos ter também o ex-vice e ex-governador Orlando Pessuti na parada. E Rocardo Barros que fez mais de 2 milhões de votos em 2010? Bem, Ricaro não abrirá mão de fazer uma segunda tentativa de chegar ao Senado da República. O problema dele é um só: Lei da Ficha Limpa. Será que conseguirá registrar sua candidatura?

A propósito do Dia de Tiradentes


17 de abril de 2013

O Dia D se aproxima

O Murilo Gatti deu o furo jornalístico em seu blog do Odiário Online : “No final da tarde de hoje, o Ministro Marco Aurélio Mello encaminhou o recurso eleitoral que questiona a legalidade das candidaturas do prefeito de Maringá Carlos Roberto Pupin (PP) e do vice Cláudio Ferdinandi (PMDB) nas eleições de 2012 para julgamento.Ainda não há nada oficial sobre quando o caso vai ser analisado no pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”.
Agora não tem mais jeito, será julgado mesmo. Senão na sessão de amanhã, certamente terça-ou quinta-feira da semana que vem. Quanto ao resultado, é arriscado prever, mas pelo que ouvi de vários advogados, a tendência é o plenário do Tribunal Superior Eleitoral seguir a decisão unânime do TRE do Paraná, pela cassação. Isso acontecendo, Ênio Verri deverá ser o prefeito, embora haja outra hipótese, muito remota, de um terceiro turno.
Se Pupin vencer na decisão colegiada, vai cumprir integralmente o mandato que lhe foi confiado pelo eleitorado maringaense, que fez ouvidos moucos para o processo.
A verdade verdadeira é que a partir de agora a cidade passa a viver a expectativa de um jugamento imprevisível. O pessoal do PT, claro, torce pela cassação, por razões óbvias. O grupo político de Ricardo Barros, do qual Pupin é um destacado membro, terá dias angustiantes até lá. Muita gente vai suar frio , ficar com o coração na mão enquanto outros mais apegados ao poder certamente esgotarão os estoques de papel higiênico dos supermercados.
É uma situação nova, que Maringá nunca viveu antes. Seja qual for o resultado, haverá comemoração. A manutenção de Pupin no cargo irá gerá frustração na maioria dos petistas, que não pouparão de críticas a Justiça Eleitoral. O impedimento será sinônimo de taquicardia coletiva e muito ranger de dentes.
De minha parte, nada de torcida, a não ser o desejo de que a justiça seja feita, por meio do respeito à Lei, caso ela tenha sido realmente violada.

Reflexo de um clima político muito tenso

“Há uma guerra psicológica para a oposição apátrida, que serve aos interesses dos Estados Unidos. Eles escondem a comida para especular e falam em escassez de alimentos; eram os que entregavam o petróleo aos estrangeiros e agora falam em uso indevido dos recursos para as missões sociais. Nas urnas, elegendo Nicolás Maduro, o povo venezuelano reafirmou o caminho de Chávez pelos pobres e disse não aos bandidos e ladrões”.

. De  German Varela, vendedor de sapatos nas ruas de Caracas,  sobre a vitória eleitoral de Nicolás Maduro para a presidência da enezuea.

14 de abril de 2013

Reduzir a maioridade resolve o que?

É preocupante e ao meesmo tempo assustador, o índice de criminalidade no Brasil. Um percentual considerável dos crimes, principalmente nas grandes cidades é praticado por menores de 18 anos. Daí porque, a redução da maioridade penal está em todas as pautas, em todas as bocas.
Na maioria dos países, principalmente europeus, como mostra o “Mapa Múndi” reproduzido no blog do senador Álvaro Dias, menor de 12,13,14 e 15 anos vai para a cadeia quando comete um delito de sangue. Tomando esse dado como referência, é fácil constatar que a faixa etária da impunidade no nosso país é realmente muito alta.
Ainda presidente, Lula disse uma vez sobre a redução para 16 anos:”Se reduzirmos para 16, o menor asslata e mata com 15; reduzindo pra 15, comete o crime com 14; se a maioridade for 14, o crime organizado recruta meninos de 13 e assim vai, até chegarmos ao útero materno”.
Há de se concluir desse raciocínio, que o problema nosso nao é a maioridade penal, é a falta de combate à causa da criminalidade, cuja matriz é sem dúvida, a péssima distribuição de rendas. Adicione-se a ela, a falta de preparo do aparelho repressor,a total falta de estrutura para acolher e ressocializar o menor infrator e a vergonhosamente precária estrutura física do sistema prisional brasileiro, verdadeira fábrica de delinquentes, de todas as idades.
Não dá pra fechar os olhos para o fato do crime organizado se valer da maioridade penal para recrutar menores de 18 anos. O menor infrator, que mata aos 17 anos e 364 dias, mas não cumpre pena prisional por cometer um crime de sangue um dia antes de completar 18 anos é um componente explosivo da crônica policial.
Como resolver isso? Não dá pra imaginar que se reduzirmos a maioridade penal para 16 anos o Brasil estará em paz, os latrocínios e homicídios cairão para níveis menos escabrosos. O incompreensível em toda essa tragédia diária, é a falta de empenho do Congresso Nacional em tratar da questão como prioridade das prioridades. Mais incompreensível ainda, é a sonolência do Estado na implementação de estruturas físicas que o permita tirar do convívio social, bandidos perigosos, ao memso tempo em que negligencia a estruturação de aparelhos policiais melhor qualificados (e em quantidade suficiente) para dar tranquilidade ao povo, este sim, o verdadeiro prisioneiro da violência urbana.

13 de abril de 2013

Aos que se acham...

Postado pelo amigo Luiz Caros Altoé no facebook

11 de abril de 2013

O fruto da Outorga Onerosa? O gato comeu



Pra não dizer que não falei das flores, gostaria de saber a quantas andam o Fundo Municipal de Habitação. Informação não oficial que obtive esta semana dá conta de que ultrapassou os R$ 6 milhões no exercício fiscal de 2012. E 90%  dessa receita seria originária da Outorga Onerosa.

Que bicho é esse? Outorga onerosa nada mais é do que um instrumento jurídico usado para incentivar o desenvolvimento urbano. Outorgar, como o nome já diz, é conceder e onerosa indica que a concessão tem ônus para o beneficiário, neste caso, o empreendedor da área de construção civil.

O município cobra por aquilo que for edificado acima do limite estabelecido pelo Coeficiente de Aproveitamento Básico. No caso de Maringá, a Administração Municipal não tem tradição nesse tipo de taxação. Mas agora é obrigado pelo Estatuto da Cidade  a cobrar. E a cobrança está regulamentada pelo Plano Diretor que prevê aplicação dos recursos em habitações de interesse social. Prevê não, previa, porque depois de uma dessas audiências públicas manipuladas a  Câmara de Vereadores acabou aprovando projeto de Lei do Executivo, mudando a destinação do dinheiro arrecadado com a Outorga Onerosa.

Agora, essa grana, que com a cobrança obrigatória deve quadruplicar, não vai necessariamente para o Fundo Municipal de Habitação. Vai também para a infra-estrutura da cidade, mas para projetos de interesse geral, principalmente do setor da  própria construção civil. E o que é pior: a nova lei deixa implícito que o empreendedor pode usar a parte que recolheria aos  cofres municipais  na infra-estrutura do seu empreendimento.
Parece lícito, parece normal. Mas do ponto de vista das políticas públicas de interesse social, é uma tragédia. Ou, como diria o Boris Casoy, entortando a boca: “Isso é uma vergonha!”.

Alfinetadas geriátricas



Aliados antigos, adversários em passado recente, novamente amigos circunstanciais enquanto durou o rompimento do tucano com o governador Beto,  Álvaro Dias e Roberto Requião voltaram a se estranhar esta semana nos corredores do Congresso Nacional. O motivo foi uma ironia de mau gosto soltada a esmo pelo sempre ácido senador peemedebista.
Requião colocou no seu twitter o seguinte comentário: “Assessores de Sergio Sousa asseguram que ele disputará o senado, vencendo Alvaro Dias. ‘Vamos arquivar o velhinho’, dizem nos corredores”.
Irritado com a brincadeira, Álvaro não deixou por menos quando se viu cara-a-cara com colega paranaense: “Se eu sou um ‘velhinho’ você é o Tutancâmon”.
Tutancâmon é aquele faraó que morreu aos 19 anos em 1324 a.

10 de abril de 2013

PEC 37 e o crime de colarinho branco



O Ministério Público , por meio de uma operação chamada Jolly Roger, desbaratou ontem um grande esquema de pirataria no Norte do Paraná. Foram detidos vários empresários e o  delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana, Valdir Abrahão, preso às 19h30 desta terça-feira.

Com certeza, este delegado e os empresários com ele presos são a favor da PEC 37, motivo de protestos em todo o país. A propósito, agora de manhã haverá uma manifestação de quase 50 entidades da sociedade civil na Câmara Municipal de Maringá contra esta absurdo Proposta de Emenda Constitucional, que visa tirar o poder investigatório dos promotores.

9 de abril de 2013

A era do tomate

Um amigo meu disse que foi assaltado hoje cedo ao sair de um supermercado na região central de Maringá. O assaltante não exigiu a carteira, nem o celular, nem o rolex e muito menos a chave do carro, queria mesmo era o pacotinho de tomate que a vítima ia colocando no porta-malas.

8 de abril de 2013


Eis uma grande estrela...o tomate


A montagem é um pouco ofensiva à figura da presidente(a vaquinha do canto pode dar margem a interpretações maldosas)  mas não dá pra ignorar a criatividade de quem a fez. O brasileiro é assim, perde a compostura cívica, mas não perde a piada.

Extraída do facebook

7 de abril de 2013

Dia do jornalista



Hoje é o dia do jornalista, comemoração oficializada 100 anos depois do assassinado  do homenageado,  grande jornalista Líbero Badaró, em 1830. Lembrando que este crime, por motivação política, foi a causa principal da abdicação do trono, por Dom Pedro I.
Quando se fala em jornalismo hoje, temos que colocar o papel desse profissional no seu devido lugar. Ele não é representante de nenhum poder  constituído, daí que acho uma bobagem esse negócio de quarto poder. Ainda tem pseudo jornalista que se vale da sua condição profissional  para botar banca, achar que pode delinqüir em nome de uma imunidade que não tem e jamais terá.
Tenho” A Regra do Jogo”, do saudoso Cláudio Abramo como meu livro de cabeceira. E de Abramo, guardo pra mim, como regra de conduta o seguinte ensinamento: “Sou jornalista mas também gosto de fabricar cadeira. Minha ética de jornalista e a minha ética de marceneiro é a mesma. Não tenho duas. Não é por ser jornalista que vou achar que posso sair por aí batendo carteira. Minha ética é uma só, a ética de cidadão”.
É como cidadão que procuro agir, encarar minha profissão, sempre fazendo o dever de casa que é ter compromisso social, sobretudo com a verdade. Num momento ou noutro, por uma contingência ou outra, posso me render a manuais de prudência que me impeçam de expor a verdade. Mas uma coisa que nunca fiz e jamais farei, é brigar com a verdade dos fatos.