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O jornalista Luis Nassif sabe das coisas


 "É óbvio o envolvimento  da família Bolsonaro com as milícias que mataram Marielle. Há um jogo de  acomodamento da mídia que vai até determinado ponto, para mostrar alguma independência. Mas recua imediatamente, quando percebe que bateu em matéria sólida, capaz de afundar o barco Bolsonaro.
É o caso, agora, da surpresa com a morte do ex-capitão Adriano Nóbrega, chefe do escritório do crime, depois de ter ignorado solenemente indícios veementes da ligação dos Bolsonaro com o crime e de ter se calado com a blindagem de Queiroz, o elo explícito dos Bolsonaro com as milícias".

Comentários

Renata disse…
O miliciano morto na Bahia foi morto a manda do MOro para proteger a família Bozo.
Anônimo disse…
A Polícia do Rui Costa(governador do PT da Bahia) está fazendo o jogo deles?? Por que não prenderam? Não seria mais util tê-lo como testemunha?


Mas o BOPE de lá não estava no meio da matança? A polícia de lá colaborou.

É isso aí. É o PT dando sua mãozinha na queima de arquivo.

Nada a estranhar.

Então você quer me convencer de que o governador do estado da Bahia não controla a sua polícia? É isso mesmo? Que governador é nesse? Em segundo mandato? É refém da polícia? Coitadinho…

Mais uma história da carochinha petista.

Se não controla a polícia, pede o boné e se manda.

Ou se controla, como preferível, é tão chacineiro quanto o Auschwitzel. Em 2015, início do primeiro mandato, houve a chacina do Cabula, em Salvador. E ele adorou. “Estavam na marca do pênalti!”.

A polícia da Bahia está, sim, sob o controle, comando, orientação, ordens de um governador PETISTA. Ou o Rui Costa não é do PT?
Anônimo disse…
É claro que o BOzo tá envolvido, mas cadê o governador do PT da Bahia, estado que vc nasceu Messias.

Se não expulsar o Rui Costa, o PT se compromete terrivelmente.
Xico disse…
Arapuca também para o governo baiano, que entrou de gaiato e pode pagar caro por isso, principalmente se houver balas do Bope baiano no corpo do defunto. Lembrando que, algumas semanas atrás, o secretário de segurança de Rui Costa, em reunião de secretários de segurança no palácio do planalto, prestou-se ao triste papel de porta-voz dos que queriam a recriação do ministério da segurança pública, entrando de palhaço na briga entre as máfias bolsonarista e morista do governo. Seria bom que Rui Costa afastasse logo este secretário, para não se levantar a pergunta: qual é a tua, Rui Costa?

Anônimo disse…
Passou da hora da população tomar às mãos os destinos do país, ou reagimos agora com povo nas ruas, ou perderemos tudo incluindo ai a nossa dignidade.

O Globo dá razão à versão da "invasão" do sítio do cara do PSL. O jornal bate a porta na minha cara, mas pelo pouco que consegui ler, a versão é que Adriano fugiu de onde estava e "invadiu" o tal sítio horas antes de ser executado. Ou seja, não teria sido atraído a ficar no sítio justamente para ser executado. Ah, a matéria fala também de apenas dois tiros no miliciano. https://oglobo.globo.com/ri...

O proximo alvo de Moro e sua puliça , deve ser o Queiroz.
Anônimo disse…
Uma das taras que as polícias brasileiras têm é a de - a torto e a direito, precisando ou não - jogar bombas de gás em cima de mulher, idoso, estudante, criança, aleijado e quem mais lhes apetecer.

Numa situação como essa de domingo, com um bandido amigo do presidente e da família Bolsonaro, cercado numa casa isolada, sozinho, sem manter refèns, por que será que a ninguém das polícias baianas e cariocas no cerco ocorreu a lembrança de jogar bombas de gás lacrimogêneo para obrigar o miliciano amigo da família presidencial Bolsonaro a sair da casa e ser preso?

Alegar falta de gás é difícil, pois estas bombinhas sexy (para os tarados) fazem parte da necéssaire de cada PM, PC ou PF, principalmente os dos bopes.

As autoridades policiais baianas têm muito que explicar nesta história tortuosa, em que se prestaram a por suas tropas no triste papel de executores sanguinários de interesses sombrios de poderosos mafiosos federais.
Anônimo disse…
Duas hipóteses.....forjaram a morte do cara...pra ele desaparecer....haja vista NÃO EXISTIR NENHUM ALERTA DE CAPTURA DELE....Não é seu Sérgio Moro.....e se não me falhe a memória....estas regiões são repletas de Aeroportos Clandestinos.....OU APAGARAM o cara na cara dura....algum ou alguns infiltrados na operação...e o restante que não tinham combinado...Lei da mordaça....tipo...."olha a sua família"....ou de repente NEM PRECISA ser clandestino....com essas FFAA transportando cocaína em vôo internacional!!!! Lista de Aeroportos Municipais na Bahia https://pt.wikipedia.org/wi........
Aeroporto de Esplanada (IATA: ***, ICAO: SNES) - Esplanada..a essa altura o condecorado pode estar em Israel...sem nenhum alerta internacional ou nacional de captura.....Vai ter DNA no corpo?
Deusdete disse…
De Ciro Gomes:

– Se Sérgio Moro não esclarecer cabalmente esse estranhíssimo encadeamento de fatos que inequivocamente estabelece vínculos entre Bolsonaro, filhos e mulher, Queiroz, as milícias do Rio e o assassinato de Marielle e Anderson, terá se transformado em cúmplice.
Irineu disse…
Adriano da Nóbrega, miliciano do Escritório do Crime, ligado a Flávio Bolsonaro e suspeito de envolvimento no assassinato de Marielle morreu em “troca de tiros” na Bahia. É preciso investigar as circunstâncias, mas há cheiro de queima de arquivo no ar… Guilherme Boulos, ex-candidato do Psol ao Planalto, no twitter.

Quem mandou matar Marielle seguramente ordenou a execução de Adriano. Isolado em uma moradia rural na Bahia, cercado por número razoável de policiais, não foi morto em confronto, seguramente foi executado. Roberto Requião, ex-senador, no twitter.

Pedra cantada: Miliciano ligado a Flávio Bolsonaro é localizado e morto em operação na Bahia. Fernando Haddad, ex-candidato do PT ao Planalto, no twitter.

Os segredos de chefes de jogo do bicho, de autoridades, de policiais corruptos e milicianos morrem com Adriano da Nóbrega. Flávio Costa, jornalista.

Irineu disse…
Xadrez de Bolsonaro, Marielle e de como está sendo sua blindagem, por Luis Nassif

Juntando todos os pontos, chega-se ao envolvimento dos Bolsonaro. Mas a cobertura hesita em ir até o fim.

O Xadrez visa mostrar dois pontos relevantes:

Ponto 1 – o envolvimento óbvio da família Bolsonaro com as milícias que mataram Marielle.

Ponto 2 – o jogo de acomodamento da mídia. Vai até determinado ponto, para mostrar alguma independência. Mas recua imediatamente, quando percebe que bateu em matéria sólida, capaz de afundar o barco Bolsonaro.

É o caso, agora, da surpresa com a morte do ex-capitão Adriano Nóbrega, chefe do escritório do crime, depois de ter ignorado solemente indícios veementes da ligação dos Bolsonaro com o crime e de ter se calado com a blindagem de Queiroz, o elo explícito dos Bolsonaro com as milícias.
Tema – o Coitus Interruptus da Globo

No dia 29 de outubro de 2019, o Jornal Nacional divulga a informação bombástica sobre a entrada, no condomínio de Bolsonaro, de Élcio Queiroz, o motorista que guiou o carro que conduziu Ronnie Lessa, o assassino de Marielle.

A reportagem dizia que o porteiro admitiu duas vezes que a autorização foi dada pela casa 58, de Bolsonaro. Depois de entrar, o carro rumou para a casa 66, de Ronnie Lessa.

A reportagem dava a dica para o álibi de Bolsonaro: naquele dia ele estava em Brasília e, portanto, não poderia ter recebido a ligação. Nem se preocupou em analisar as características do sistema de telefonia do condomínio, para saber se permitia ou não transferência para celulares.

Logo depois, seu filho Carlos Bolsonaro divulgou um vídeo mostrando o sistema de telefonia do condomínio e uma gravação no horário de entrada do carro de Élcio, na qual o porteiro supostamente liga para a casa de Ronnie, não para a casa 58.
Irineu disse…
fatos objetivos:

Um twitter de uma jornalista respeitável, Thais Bilenky, no dia 14 de março, informando que Bolsonaro seguiria para o Rio por estar com problemas de intoxicação.
O depoimento do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra, dizendo ligou para Bolsonaro para obter autorização para a entrada de Elcio Queiroz no condomínio. E a anotação no papel indicando a casa de Bolsonaro como destino.
A sessão da Câmara mostrando que, naquele dia, Bolsonaro estava lá, participando das sessões.
O sistema de telefonia do condomínio, que permite transferir ligações para celulares.
Posteriormente, vazamentos aos Bolsonaro de trechos da investigação de interesse deles, mais a identificação de dois promotores como bolsonaristas ativos, mostrando acesso da família às investigações.

Teoria do fato

Em cima desses dados, formulei uma hipótese – repito, hipótese – sobre o que teria ocorrido naquele dia.

Bolsonaro articulou uma reunião com Ronnie Lessa (do Escritório de Crime) e Elcio Queiroz para o dia 14, no Condomínio Vivendas da Barra.
Preparou um álibi para faltar à sessão daquele dia na Câmara Federal. A jornalista Thais Belinski foi informada de que ele iria voltar para o Rio de Janeiro por um problema de intoxicação alimentar. Era um álibi curioso: viajar intoxicado, podendo descansar e ser tratado em Brasilia.
Naquele dia, trocando ideias com assessores, Bolsonaro se deu conta de que a ida para o Rio de Janeiro poderia expô-lo. Assim, decidiu ficar na sessão da Câmara, onde apareceu sem nenhum sinal de quem estava intoxicado. A reunião no Condomínio foi mantida com os demais participantes.
Ao chegar ao condomínio, Élcio deu o número da casa de Bolsonaro. O porteiro ligou para o celular anexado ao número, Bolsonaro atendeu em Brasília e autorizou a entrada. E Élcio rumou para a casa de Ronnie Lessa, que fica na mesma rua da casa de Bolsonaro, cerca de duas ou três casas depois.
Quando a reunião foi identificada, após perícia no celular de Ronnie Lessa, os Bolsonaro foram informados por aliados infiltrados nas investigações, que atrasaram a perícia a fim de permitir que as provas fossem alteradas.

Peça 3 – as evidências que surgiram

Nos dias seguintes, outros indícios começaram a aparecer, fortalecendo as hipóteses apresentadas, implicando fortemente os Bolsonaro, e sendo solenemente ignorados pelas investigações e pela própria mídia.
As postagens apagadas de Bolsonaro

No dia da morte de Marielle, Bolsonaro pai almoçou na residência do deputado Carlos Manato, correligionário do Espírito Santo. Comentários no post do almoço comprovam que, naquele dia, foram apagados todos as postagens de Jair Bolsonaro no Facebook.
Irineu disse…
A presença de Carlos no condomínio

Mais que isso, quando foi divulgado o depoimento do porteiro, sobre a entrada no condomínio do motorista que conduziu Ronnie Lessa para o assassinato de Marielle, a primeira reação de Carlos Bolsonaro foi dizer que não estava no condomínio naquela hora. Apresentou, inclusive, publicação do Diário Oficial do Município, para comprovar que estava em sessão.

Pouco depois, no entanto, admitiu, por descuido, que estava no condomínio na hora em que os assassinos de Mariella estavam reunidos. A confissão involuntária ocorreu quando mostrava o vídeo com as chamadas recebidas pelos porteiros do condomínio. Uma das chamadas era para sua casa, às 17 horas. Para mostrar que a chamada era inócua, Carlos clicou o arquivo e apareceu a voz do porteiro informando que havia chegado um Uber para levá-lo. Estava ali a comprovação, que foi amplamente ignorada pela imprensa.



Nos dias seguintes, Carlos foi obrigado a apagar todas as suas postagens e aceitou-se passivamente a explicação de que a razão foi a irritação do pai com um comentário dele sobre a administração.
O sistema de telefonia que ligava para celular

O principal álibi de Bolsonaro, para rebater a versão do porteiro, de que o motorista tinha pedido autorização na casa de Bolsonaro, é que estava em Brasília naquele momento. Logo em seguida, mostramos aqui (com base no depoimento de um visitante do condomínio) que o sistema interno não tinha interfone. As chamadas eram remetidas para os telefones fixo ou celular dos moradores.

Logo depois, um blog do Rio de Janeiro comprovou que o sistema de telefonia do condomínio permitia essas transferências de ligação.

As informações foram completamente ignoradas pela imprensa. As investigações sequer procuraram levantar as chamadas para celular e os registros do sistema.
Irineu disse…
A presença de Carlos no condomínio

Mais que isso, quando foi divulgado o depoimento do porteiro, sobre a entrada no condomínio do motorista que conduziu Ronnie Lessa para o assassinato de Marielle, a primeira reação de Carlos Bolsonaro foi dizer que não estava no condomínio naquela hora. Apresentou, inclusive, publicação do Diário Oficial do Município, para comprovar que estava em sessão.

Pouco depois, no entanto, admitiu, por descuido, que estava no condomínio na hora em que os assassinos de Mariella estavam reunidos. A confissão involuntária ocorreu quando mostrava o vídeo com as chamadas recebidas pelos porteiros do condomínio. Uma das chamadas era para sua casa, às 17 horas. Para mostrar que a chamada era inócua, Carlos clicou o arquivo e apareceu a voz do porteiro informando que havia chegado um Uber para levá-lo. Estava ali a comprovação, que foi amplamente ignorada pela imprensa.



Nos dias seguintes, Carlos foi obrigado a apagar todas as suas postagens e aceitou-se passivamente a explicação de que a razão foi a irritação do pai com um comentário dele sobre a administração.
O sistema de telefonia que ligava para celular

O principal álibi de Bolsonaro, para rebater a versão do porteiro, de que o motorista tinha pedido autorização na casa de Bolsonaro, é que estava em Brasília naquele momento. Logo em seguida, mostramos aqui (com base no depoimento de um visitante do condomínio) que o sistema interno não tinha interfone. As chamadas eram remetidas para os telefones fixo ou celular dos moradores.

Logo depois, um blog do Rio de Janeiro comprovou que o sistema de telefonia do condomínio permitia essas transferências de ligação.

As informações foram completamente ignoradas pela imprensa. As investigações sequer procuraram levantar as chamadas para celular e os registros do sistema.
Zé disse…
Que o ministro e presidenciável Moro já sabia dos procedimentos para passar o cerol no Adriano a mídia acaba de divulgar.

Quando se deu a suspensão da inclusão do seu nome na lista de procurados? Antes ou depois da tentativa fracassada de sua prisão em Sauipe?

Se foi depois isso indica que o ministro/candidato estava no centro das operações e tomou a medida para tranquilizar o futuro morto, para deixá-lo relaxado e não para prestar-lhe um serviço.

O serviço prestado, aí no caso mais um, foi a família Bolsonaro.

O ministro/candidato é uma pessoa sem qualquer escrúpulo ou caráter, é alguém frio e calculista como um psicopata e está dando corta a família Bolsonaro para ela se enforcar.
É uma dívida que Bozo e família vai contraindo com ministro/candidato que só poderá ser paga com desistencia do Bozo a reeleição e o total apoio ao ministro/candidato em troca de blindagem para ele e seus filhos.

Conhecendo Moro como conheço, vai fechar o negócio nesses termos e depois eleito manda prender a família toda.

Essa confronto anunciado entre Bozo e Moro só terá fim quando uma das partes for eliminada fisicamente pela outra.
Carlos disse…
Pra onde, eu não sei, mas quem puder, fuja deste país da mesma maneira que muitos europeus fugiram de seus países nos anos que antecederam a consolidação do nazismo, a perseguição a judeus e "raças ou pessoas inferiores" e, por fim, a segunda guerra. Eu mesmo não teria nascido se meus avós não tivessem realizado uma verdadeira aventura para fugir de seu país em direção ao brazil. Não eram judeus, mas devido aos acontecimentos que todos conhecemos, é muito provável que eles tivessem morrido durante a guerra porque a guerra chegou até o país e a região em que eles viviam. Viveram uma vida simples e humilde aqui no brazil, criaram os filhos, viram os netos e os bisnetos nascerem e morreram em paz. Eu não sei pra onde se poderia fugir hoje em dia, mas aquelas pessoas todas que ficaram por lá morreram a troco de merda nenhuma e é o que pode acontecer por aqui também.
Anônimo disse…
A VERGONHA MUNDIAL do Brasil atual não tem limites. Viramos o lixo do mundo. Como o mundo aceitará que um país continente como o Brasil seja governando por um grupo criminoso?

Há gente bem mais graúda que os Bozo-milicianos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco. Aliás, nenhum dos bozo-milicianos obteria ou obteve alguma vantagem com o assassinato da vereadora. Eles são criminosos vis, matadores covardes ou contratadores destes, como até as velhinhas de Taubaté já sabem. É bom não esquecer que o RJ estava sob intervenção militar do exército, comandado pelo generalato golpista, vira-lata e entreguista, cujos nomes mais famosos são sérgio etchegoyen, eduardo villas bôas, augusto heleno, hamilton mourão e quejandos.

Quem não estabelecer a relação entre a intervenção militar no RJ, os generais, o golpe de Estado, a submissão do Brasil aos EEUU, a implantação do narco-evangelistão - comandado pela DEA, DOJ, FBI, Deep State et caterva, não está interessado em que as pessoas (leitores, ouvintes, espectadores) saibam a verdade.

Lucio Roberto disse…
Messias, você viu que vergonha na Jovem Pan ontem? primeiro o jornal local onde os comentaristas são um blogueiro que recebe jabá d prefeito e o secretário de comunicação do prefeito, que jornalismo comprado este e ai veio o jornal o programa a nivel nacional, defendendo a todo custo os criminosos Bozo e Moro.

A turma da Jovem Pan não faz jornalismo. São todos bajuladores do Bolsonaro. São antiéticos, defensores de milícias, protegem a corrupção n o Governo Bolsonaro e ñ toleram divergência. São xiitas chapa branca. Num episódio dantesco, o Augusto Nunes agrediu o Gleen , jornalista convidado da rádio. Uma atitude covarde, indecente e vergonhosa. Quem quer informaçao confiável, fuja da Jovem Pan. Lá é lugar jabá de gado e milicianos.

Depois de todas estas provas que a Jovem Klan e o Sampaio apresentaram me convenci. O miliciano em questão foi morto a mando do Lula, do Lulinha e tô Zé Dirceu. Os recursos para pagar a operação? Para mim, óbvio: vieram do ouro desviado de Pasadena, depositados na Venezuela.


Anônimo disse…
A verdade é a seguinte se quisessem resolver este caso e de tabela o da "rachadinha", iam atrás de interrogar e investigar o depoimento tanto dos que ajudaram na fuga já sabidamente, do Queiroz e seus familiares e dos familiares do Adriano, que devem estar todos com o c. na mão pensando quem será o próximo da fila.
Xico disse…
Esta é para o GGF e o Maso(que diziam que não tinham bandidos de estimação):

Extra: o dono do sítio não é o Lula, é o Haddad, que usava o sítio pra tirar férias com a família. O Gilsinho , na verdade, era um miliciano que protegia Haddad, primo do Adriano. O Lula pediu a Haddad que organizasse uma rachadinha com Adriano, usando o gabinete de Flávio. Na verdade, o dinheiro da rachadinha os pro PT, pra ser usado na emboscada contra Marielle, que estava crescendo muito na esquerda. As investigações estão avançadas ...
Sergipano disse…
Incrível como o brasileiro encontra um "eufemismo" para crimes: rachadinha ( na minha terra é outra coisa) , bala perdida ,queima de arquivo ,.etc. Diz o adágio popular " Segredo a dois, só matando um".
Cassio disse…
Moro tem de explicar sua participação nessa queima de arquivo. Retirou o miliciano da lista de mais procurados. Fez contato c policia da BA. Ontem fez postagem no Twitter sobre programa e propagandas infantil. Nenhum pio sobre a morte de Adriano. Moro virou cúmplice de milicianos e age a mando de Bolsonaro p encobrir seus podres. Tá mais p ma fio so do q para herói nacional. Moro é a degradação moral e política do país. Uma farsa bajulado p "gente" q tem ódio do PT.
Fazzio disse…
Exatamente. Fosse apenas um miliciano... mas é um miliciano, amigo da família presidencial, que comanda um esquema de extorsão, ajuda num esquema de rachadinha, foi condecorado pelo filho do presidente e depois participou da morte de uma vereadora . Você quer que o chame só de Adriano pra encobrir o mais importante? Moro está protegendo assassinos.

A polícia matou um arquivo de provas sobre a relação da família presidencial com uma Maia de assassinos. Essa máfia tem conexão com o desvio de dinheiro público das rachadinhas e com a extorsão de cidadãos do Rio. Também tem ligação direta com a morte de uma vereadora. Estamos de diante de um governo de criminosos? Ou não? Está muito cansativo a tentativa dos bolsonoides de tapar o sol com peneira.
Samuel disse…
E ainda falta muito o que explorar. O presidente envolvido em um assassinato por encomenda seria o maior escândalo da história brasileira em período democrático
Murilo disse…
A pergunta importante para a história, quantos personagens de nosso governo chefiado por um amigo de toda hora dos milicianos sabiam dessa execução e portanto de um assassinato programado? Até quando bandidos civis e militares governação o Brasil?
Valdo disse…
QUANDO O EX-JUIZ CORRUPTO MORO tirou o cara da lista de procurados era porque já sabia o que iria lhe acontecer! E TUDO INDICA QUE NÃO HOUVE REAÇÃO À UM MANDATO DE PRISÃO,MAS SIM A UMA ORDEM DE EXECUÇÃO!

Luizão disse…
Já foram noticiadas as sondagens do MP e PC do Rio com o Ministério da Justiça e a PF de Moro para que os federais participassem da operação de assassinato da testemunha-bomba contra os Bolsonaro, o capitão amigo de Jair Bolsonaro e sua família, e que a PF não participou porque não houve formalização do pedido. Bem, isto fez os agentes estadunidenses que participaram informalmente da operação lavajateira darem muitas risadas, mas essa é outra história..

Ou seja, deram conhecimento antecipado ao maior interessado em calar a boca do miliciano, Jair Bolsonaro, através da PF do seu MJ, Sérgio Moro, da operação para liquidar o parceiro de longa data da família presidencial. E aí, de repente, Sergio Moro publica uma lista dos criminosos mais procurados, SEM o nome do bandido capitão Adriano, o amigo querido e tão homenageado dos Bolsonaros..A lista de Moro transmitiu ao bandido a certeza de que estava protegido pelos amigos lá em cima, e, mais ainda se algum emissário lhe confirmou que era isso mesmo. Não sabia que se tratava de uma arapuca para matá-lo. Lista publicada no dia 30/jan. Na bucha, apenas 3 dias após, a primeira tentativa de assassinato, no domingo, 02/fev. Sete dias depois, no domingo, 09/fev, o assassinato.

Depois disso, há quem diga que não houve participação do governo Bolsonaro no assassinato. Brincadeira.
Anônimo disse…
Milicianos por todos os lados…a minha pergunta: será que foi morto mesmo? Ou foi morto apenas formalmente e recebeu uma nova identidade e CPF? Somos tolos em acreditar nessas versões dos fatos. Cadê o cadáver? Onde estão as provas?
Anônimo disse…
BEM FEITO QUEM MANDOU VOTAR NELE, E O GOVERNO DAS ELITES DESTRUIU OS POBRES NAS APOSENTADORIAS, AGORA E A CLASSE MEDIA BAIXA. SO MILITARES ESTA BEM, PARA MANTER AS ELITES NO PODER,, APOIADO POR RELIGIOSOS BANDIDOS E BANCADA DA BALA, ALIAS A RELIGIÃO E A CAUSA DISSO TUDO, QUE ESTA AI,,TODO MAL VEM DA RELIGIÂO.. NÂO SE ENGANE,,
Anônimo disse…
O Governador da Bahia disse agora que não sabia da operação que matou o Adriano. Isso suscita uma enxurrada de indagações que o jornalismo investigativo deve tentar responder. Se o governador não sabia, estão o secretário de segurança da Bahia também não sabia? Ou o secretário sabia, e não comunicou a seu chefe? Se o secretário sabia de uma operação de tamanha importância e não comunicou a seu chefe, então temos um caso raríssimo de inacreditável negligência, inacreditável, mesmo. E porque a primeira reação oficial do governo baiano foi tentar minimizar a importância de um fato que jamais poderia ser minimizada, ao tentar qualificar o Adriano como apenas mais um bandido comum que morreu? E supondo-se que o secretário também não sabia da operação, então quem a comandou e autorizou o seu desfecho? Aliás, quem estava no comando no local? Quantos eram e quais eram os policiais cariocas que dela participaram?

Quem atirou à queima roupa no Adriano? Era baiano ou carioca? Quem acionou o gatilho do tiro de misericórdia em seu pescoço? Quem lhe deu a coronhada na cabeça, evidentemente depois dele rendido, para que ficasse quieto? E a mílicia da Bahia, continua existindo? Quanto poder e quanta influência ela tem?

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