Pular para o conteúdo principal

O Oscar das agradáveis surpresas


Parasita é uma história bem humorada de proletários que vão trabalhar numa  mansão em Seul e acabam se surpreendendo com a escala de valores de mulher e filhos do ricaço da Coréia do Sul, em cujo ambiente familiar reina a futilidade e a irrelevância. Vi o trailer e li algumas críticas do longa que foi a grande surpresa do Oscar na noite de ontem. E somando isso ao ganhador na categoria documentário dá pra perceber que a indústria do cinema está se atentando para o processo gravíssimo (e degradante) da exploração do homem pelo homem. Indústria Americana, o documentário produzido pelo casal Obama,  critica a exploração de trabalhadores, escravizados no âmbito da alucinada produção industrial, onde compaixão é tudo o que o capital não tem em relação ao trabalho. Petra Costa, portanto,  perdeu com seu Democracia em Vergigem para ninguém menos que Barack Obama, o que convenhamos, não pode ser considerado demérito. Portanto, Parasita, Democracia em Vertigem e Indústria Americana devem puxar  o debate sobre os contrastes sociais que o mundo capitalista nos apresenta. E nos atormenta.

Comentários

Carlos disse…
Muito merecido!
Renata disse…
Parabéns ministro Guedes rentista que não trabalha e é um parasita social. O filme que retrata o que o senhor realmente é foi premiado.
Renata disse…
Parabéns ministro Guedes rentista que não trabalha e é um parasita social. O filme que retrata o que o senhor realmente é foi premiado.

Postagens mais visitadas deste blog

Um perigo real

 Um leitor do blog faz uma observação, em sinal de alerta, pertinente: "É perigoso sair na rua com camisa do PT ou colocar adesivo de Lula no carro. Você pode estar passando na rua e levar um tiro de um bolsonarista".

Canalhice econômica

  O Lula e a Dilma fizeram um superávit primário gigantesco, acumularam reservas de quase U$ 400 bilhões para Temer e Bolsonaro torrarem. Agora, por exemplo, o Conselho Monetário Nacional autorizou repasse de R$ 325 bilhões do BC ao Tesouro Nacional. Pra que? Pro Bozzo pagar juros da dívida pública e ficar bem com o mercado, meio injuriado por causa da fritura de Guedes e das ameaças de rompimento do teto de gasto.