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O Oscar das agradáveis surpresas


Parasita é uma história bem humorada de proletários que vão trabalhar numa  mansão em Seul e acabam se surpreendendo com a escala de valores de mulher e filhos do ricaço da Coréia do Sul, em cujo ambiente familiar reina a futilidade e a irrelevância. Vi o trailer e li algumas críticas do longa que foi a grande surpresa do Oscar na noite de ontem. E somando isso ao ganhador na categoria documentário dá pra perceber que a indústria do cinema está se atentando para o processo gravíssimo (e degradante) da exploração do homem pelo homem. Indústria Americana, o documentário produzido pelo casal Obama,  critica a exploração de trabalhadores, escravizados no âmbito da alucinada produção industrial, onde compaixão é tudo o que o capital não tem em relação ao trabalho. Petra Costa, portanto,  perdeu com seu Democracia em Vergigem para ninguém menos que Barack Obama, o que convenhamos, não pode ser considerado demérito. Portanto, Parasita, Democracia em Vertigem e Indústria Americana devem puxar  o debate sobre os contrastes sociais que o mundo capitalista nos apresenta. E nos atormenta.

Comentários

Carlos disse…
Muito merecido!
Renata disse…
Parabéns ministro Guedes rentista que não trabalha e é um parasita social. O filme que retrata o que o senhor realmente é foi premiado.
Renata disse…
Parabéns ministro Guedes rentista que não trabalha e é um parasita social. O filme que retrata o que o senhor realmente é foi premiado.

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