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Aditivos em série

"A Prefeitura de Maringá assinou o quarto aditivo do contrato com a Engemim Engenharia e Geologia, de Pinhais, e prorrogou até novembro deste ano a entrega dos serviços contratados há mais de dois anos, ou seja, a elaboração de projeto e estudo de viabilidade, técnica, econômica e ambiental, estudos ambientais, desapropriação e projeto básico e executivo, para implantação e pavimentação do Contorno Sul Metropolitano de Maringá, na BR-376/PR, trecho de 32,2 quilômetros. A empresa foi contratada por R$ 1.704.090,61. A licitação é de março de 2010 e os serviços deveriam estar concluídos em até seis meses após a homologação do certame". Lendo esta nota no blog do Rigon não resisti a tentação de relembrar o caso do Novo Centro. A possibilidade de fazer aditivos e mais aditivos é que provocou um atraso de pelo menos 4 anos nas obras de rebaixamento. E um projeto que seria executado em 40 meses ao preço de R$ 43,8 milhões já passa dos R$ 100 milhões.

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Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.