Com o avanço impressionante das redes sociais, qualquer cidadão hoje em dia pode ser um comunicador, um formador de opinião. Nós jornalistas não temos mais o monopólio da informação, o que transforma em balela esse conceito de quarto poder que ostentamos a vida inteira. Isso é bom ou ruim? Isso é ótimo, pois obriga a nossa categoria profissional a repensar seu papel na sociedade. Mais do que isso: obriga as faculdades de comunicação, os sindicatos, a Federação Nacional de Jornalistas e até a ABI a aprofundarem o debate sobre a qualidade de informação que o jornalismo tradicional produz. Obriga a “ tigrada” toda a pensar no seu ofício como um sacerdócio, como um compromisso ético com a realidade social que a cerca. Que maravilha!
Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?
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