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Zé Simão e a pandemia. Porque o humor é essencial.



Pérolas do “Macaco Simão”, o esculhambador geral da república (UOL) :
“E eu fiquei com muito medo de sonhar com o novo ministro! É mais assustador que o vírus! “
“E atenção: Remédio de Pontes contra o Covid-19 é o vermífugo conhecido como Anitta! Funk-19! Você assiste a dez clipes da Anitta, dá umas vinte reboladas no espelho e tá curado. Não é o vírus Ebola, é o vírus Rebola! Rarará!”
“O Brasil não pode parar.” De bater panela! E não se esqueça: #fiqueemcasa!”
: “Foto de café da manhã mostra Bolsonaro passando cloroquina no pão"

Comentários

Anônimo disse…
E esse gado das Carreantas Contra Isolamento? Em vez de protestar, deviam pastar!
Além da cura pro vírus, precisamos achar a cura pros vermes bolsonaristas.
Irineu disse…
Os militares estão diante de um impasse e de uma vergonha inéditos.

Seu comandante-em-chefe foi para a porta se seu Quartel-General pregar o golpe contra as instituições, em meio a faixas que pregavam a intervenção militar, o fechamento do Congresso e do Supremo e a volta do AI-5.

Se considerarem que lhe devem obediência nesta aventura, vão ter de atirar o Exército brasileiro numa posição que poderá levar a uma ruptura impensável nas cadeias hierárquica.

Não há, é evidente, uma situação mundial que permitir o estabelecimento de um regime autoritário de natureza paramilitar.

Não existe apoio político para uma aventura deste tipo, exceto de meia dúzia de desqualificados e de algumas centenas fanáticos alucinados e pastores picaretas.

O que se exige do exército é a capitulação ao golpe.

Aceitar serem conduzidos a uma derrota massacrante por um ex-capitão psicopata e estão mergulhados até a medula nas estruturas de governo.

Os comandantes das três Forças, sabidamente desconfortáveis com o que está acontecendo, estão pressionados em pinça, pela gerontocracia militar que se encarna no general Augusto Heleno, com seu caquético “foda-se” às instituições, e uama baixa oficialidade e tropa alucinadas pelo bolsonarismo miliciano.

Permitiram, contra todas as advertências, que Jair Bolsonaro ingressasse no alucinado caminho de defender a aventura contaminante em meio a uma pandemia devastadora.

Poderiam tê-lo detido, dizendo que não apoiariam esta loucura, mas não o fizeram e contribuíram ativamente para que ele demolisse o que restava de atuação técnica no combate à doença.

O novo dirigente da Saúde, Nélson Teich, mal entrou virou uma boneco de corda, que repete mecanicamente obviedades , exibindo atrás de si a figura sinistra do presidente, sem dar uma palavra contra as atitudes temerárias do chefe.

Hoje, por todo o país, numa clara evidência do que o bolsonarismo quer arrastar as Forças Armadas para esta loucura, as manifestações dos zumbis fascista foram marcada em frente a instalações militares.

Pode até ter sucesso momentâneo um putsch de um autopretendido Führer tupiniquim. Mas não se sustentará, é óbvio, por falta de apoio aqui e lá fora. Nem mesmo Donald Trump poderia socorrê-lo.

Ou o Exército encontra uma forma de livrar-se do personagem que inventou – um paraquedista indisciplinado, que faz o que sabe, até por instrução: demolir pontes, sabotar, atacar pelas costas e desprezar a defesa da vida – ou, por ele, será arrastado para a derrota humilhante.
Zé disse…
Até agora o rato junior não fez nada combater o coronavirus, que sujeito incompetente.

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O fala rasa

  Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?