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Nada de semântico nesse "pedala Robinho"




A Lei de Responsabilidade Fiscal é, teoricamente, uma barreira à improbidade no setor público. Mas só teoricamente, porque se há uma coisa que o brasileiro sabe fazer muito bem é driblar. O drible é uma arte do futebol, celebrizada pela dupla Pelé e Garrincha, mas que na política tem vários adeptos e hábeis dribladores. Uma das saídas para auferir vantagens é pelas laterais do campo, com dribles chamados aditivos em contratos de execução de obras licitadas. Outra, que pode ser chamada também de “pedala Rodinho” é a colocação de venda nos olhos da fiscalização  de prédios públicos, para evitar obras de boa qualidade, o que impede reformas em curto espaço de tempo. Talvez fosse o caso do Ministério Público ser melhor instrumentalizado ou, quem sabe, dos observatórios dito sociais usarem lentes “olho de peixe” no seu trabalho de vigilância e proteção do erário.


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