Vi hoje na
TV Cultura de São Paulo (Fundação Anchieta) um documentário muito interessante
sobre o fim da II Guerra Mundial, mais especificamente sobre a derrota das tropas de Hitler na Rússia e a teimosia
do Japão para se render,o que só aconteceu após a segunda bomba atômica jogada
no país, em Hiroshima e Nagazaki , respectivamente. Foi muito bom o editorial da
emissora, que fecha o documentário. Fala da intolerância e da incoompreensão de elites políticas de alguns países, inclusive o Brasil, de não terem
aprendido nada com a história. Diz o
editorial que tem chefes de estado que se elegem com o voto popular e chegam ao
poder pensando que o poder lhe pertence, E, em cima dessa conclusão estúpida, atropelam os princípios básicos da democracia, que é o respeito às opiniões contrárias. Não coloco isso entre aspas, porque é uma interpretação e não
o texto literal. Mas uma coisa fica clara: o documentário lança uma carapuça
que se encaixa direitinho na cabeça do atual presidente do Brasil, pra mim, um
mequetrefe que não esconde o desejo de aplicar um ipon na democracin
brasileira.
Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?
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