Pular para o conteúdo principal

No país das contradições



Entre as grandes contradições do empresariado brasileiro está esta do setor educacional: a maioria dos donos de grandes escolas, do básico ao terceiro grau, apoiou o impeachment de Dilma Rousseff e na campanha de 2018 fecharam com Bolsonaro contra Haddad, um professor universitário de alta qualificação . Hoje o que se vê? Vê-se que 27% dos alunos da rede privada, principalmente do ensino médio, migraram para a escola pública ou simplesmente abandonaram os estudos. São mais de 300 mil alunos de 2014 a 2018. Hoje, a esmagadora maioria dos brasileiros defende o ensino público de qualidade, enquanto o governo Bolsonaro, remando na contra-mão da história, tenta dinamitar o ensino público, começando de cima pra baixo, ou seja, começando pelo desmonte das universidades federais.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pronto, falei !

 Sempre ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Por isso,não há que se questionar as liminares cedidas a grandes supermercados de Maringá que insistem em abrir aos domingos, apesar do caos sanitário que a cidade vive, com 100% dos leitos de UTI ocupados. Não discuto também, mas fico indignado com tanta falta de humanidade, de quem abre e de quem permite que abram.

Covardia diplomática

  Já passa de 200 o número de mortos no confronto Israel x Palestinos. Por obra e graça de Benjamin "Bibi" Netanyahu, Tel-Aviv massacra os palestinos da Faixa de Gaza. Isso vem provocando reações diplomáticas em todo o mundo, mas o Brasil continua em silêncio sepulcral. Bolsonaro, que batia continência para Trump e beijava a mão de “Bibi”, tem medo de se manifestar. Sabe que se externar apoio a Israel fica mal com a colônia árabe, que é muito grande no nosso país. E se censurar os ataques do exército israelense, se indisporá com o primeiro ministro carniceiro. Além de reticente, o governo brasileiro é covarde.