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Assédio e burrice, tudo junto e misturado



 Ao dizer que os jornalistas são animais em extinção, o presidente Bolsonaro não quis  ser irônico.  Até porque ironia é um recurso de linguagem que exige bastante do cérebro. E usar o cérebro a gente sabe que não é o forte do presidente, que tem sim um histórico de agressões. É a avaliação que faz Míriam Leitão em sua coluna desse domingo no jornal O Globo. Suas ofensas frequentes aos repórteres na porta do Palácio da Alvorada podem ser definidas como assédio. Como fazem os valentões, ele sempre se cerca da sua claque, aposta na impunidade e dispara seus mísseis cheios de machismo, homofobia, mentiras e desprezo por valores democráticos",  concluiu.

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