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No dia do jornalista me pego pensando:



Como ficaria a sociedade brasileira diante dessa pandemia, não houvesse um jornalismo comprometido com o seu verdadeiro papel social ? De que mecanismo disporia o povo para se defender das fake news ? Imagine a doença se alastrando devido à falta de cuidados e o povo, navegando na desinformação total , acelerando o passo rumo ao precipício.
A reflexão é sim, mórbida, mas oportuna nesse 7 de abril, em que o calendário gregoriano registra o Dia do Jornalista. A data foi instituída pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em 1931, em homenagem a Líbero Badaró, morto um século antes por seguidores do Imperador Dom Pedro I, a quem combatia.
Sou jornalista há meio século e me orgulho da profissão que abracei, sentimento que compartilho com as dezenas de bons jornalistas maringaenses que, como eu , continuam na labuta.
PARABÉNS PRA NÓS.

Comentários

Anônimo disse…
Temos um senhor com problemas psicológicos na presidência. Em sua mente povoam teorias da conspiração, desde os tempos em que foi expulso do exército. Assim se foram bebiano, Joice, Frota, alguns generais, assim foi com próprio PSL, assim foi com Lobão, com Vereza, até Olavo já lavou as mãos para o presidente, humihando-o em alguns tweets. E assim continuará sendo com toda e qualquer pessoa que supostamente ameaça seu poder, sem perceber que ele é que se sente paranoicamente ameaçado. Assim foi com Mourão, assim foi com Moro (que só quer ficar quieto esperando sua vez no STF), assim está sendo com Mandetta. Não contente, continua a ofender quem pensa diferente, da jornalista do furo até a primeira-dama francesa. É um típico Simão Bacamarte, acredita estar com a verdade e quem o contraria só pode ser inimigo, e assim de FHC à Globo, todos viraram esquerdistas comunistas. As pessoas vão demorar mas vão entender que mito é fantasia, mentira, ilusão.

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