Quem há de dizer que o ex-ministro da economia Bresser Pereira, do governo Sarney , é de esquerda? Só alguém de ignorância extrema diria. Pois vem dele, Bresser, uma crítica contundente ao programa de privatizações do governo Bolsonaro. Para o economista, privatizar empresas estatais monopilistas, de setores vitais para a segurança nacional, é um equívoco e uma burrice sem tamanho. Segundo ele, só a ganância do setor privado (interessado) e a estupidez dos gestores públicos, explicam a política privatista do governo Bolsonaro. Bresser não disse com essas palavras, mas deixou claro que considera crime de lesa pátria a privatização, por exemplo, da Eletrobrás.
Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?
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E se o golpe se materializar com os milicos e o centrão a corrupção vai crescer até explodir os caixas e voltar a inflamaçfatorialmenteão exponencial dos anos 70, 80 e 90, a fase pós milicos. A elite só trabalha para que a riqueza e a miséria fiquem endêmicas, ou seja, a riqueza eternamente com poucos e a miséria também eternamente com muitos. Triste sina!
O golpe teocrático-miliciano já se encontra em marcha batida, em plena luz do dia, e só não se sabe ainda se será consumado antes ou depois da abertura das urnas, a depender do cenário desenhado pelas pesquisas eleitorais. Uma coisa é certa: Bolsonaro e os militares já deixaram claro que não admitem deixar o poder por nada nesse mundo. O voto popular para eles é apenas um detalhe.
Nas redes sociais, vê-se insultos de parte a parte como “MILICO NÃO DÁ PALPITE” ou “#LulaNuncaMais” para divertir [desviar a atenção] do distinto público.
O debate é falso porque os militares estão sendo ‘brifados’ pelos jornalões para um crise inexiste para ocultar a discussão sobre a crise econômica no País.
A fuga continua sendo a tática da velha mídia corporativa, que torce por Bolsonaro, contra Lula.
O objetivo dos jornalões é manter Bolsonaro no oxigênio. O mandatário cessante está atrás nas pesquisas e pode perder já no 1º turno. Por isso a gritaria.
A tentativa de desviar do real debate foi intensificada com o indulto do presidente ao deputado bolsonarista Daniel Silveira (PTB-JR); depois avançou para as requentadíssimas urnas eletrônicas; passou pelo bate-boca com a cantora Anitta; Daniela Mercury; etc.
O acerto no discurso da oposição, que utilizou o 1º de Maio para calibrar a pontaria, incomodou muito o establishment e o setor financeiro.
E qual seria o verdadeiro debate?
O desemprego, a fome, a inflação, a perda de compra dos salários e os preços abusivos nas tarifas do governo – como água, luz, combustíveis -, bem como a carestia.
A questão econômica tira o sono das elites, as mesmas que deram os sucessivos golpes de Estado desde a Proclamação da República em 1889.
Desconfie do “apreço” da velha mídia golpista com a democracia. Como diz a música do Barão Vermelho, declare guerra para quem finge te amar.
O ‘falso debate’ também oculta a tendência de o eleitorado inclinar-se para a mudança, qual seja, escolhendo Lula como próximo presidente.
E como se combate o ‘falso debate’ nas eleições de 2022?
Ora bola, carambolas. Fazendo aliança com o povo, mobilizando-o, saindo às ruas, e ampliando a denúncia do colapso econômico.
que nomeia o Presidente da Petrobras que institui a Política de Preços
de Paridade de Importação que são atrelados à Cotação do Petróleo
em nível internacional e, portanto, ao Dólar.
E se existe importação dos Derivados de Petróleo (Gás, Diesel, Gasolina)
é porque o País deixou de refinar o Óleo Bruto produzido aqui mesmo.
Da mesma forma, a Política de Exportação Descontrolada de Grãos e
Carnes produzidos no Brasil, sem a devida Reserva de Estoque para o
o Consumo dos Brasileiros no Mercado Interno, é Culpa da Péssima
Gestão da Economia do País pelo desgoverno Guedes/Bolsonaro.
Para resumir, estes são apenas dois exemplos de Má Administração
que provoca essa Inflação Desmedida que provoca a Carestia que
prejudica gravemente as Pessoas Mais Pobres, causando Fome.
E além disso também está onerando a Classe Média Brasileira.
E o Banco Central aplica um Manual Neoliberal Ultrapassado,
aumentando a Taxa de Juros, diminuindo o Crédito, sabendo
que essa Inflação não é de Demanda. Depois o Presidente do
BACEN vem dizer na cara dura que está surpreso que os preços
não baixaram.
Portanto, pode-se afirmar, sem erro, que a causa da Miséria e da Fome
aqui no Brasil é causada pelos Maus Gestores do próprio desgoverno
e não é exagero dizer que o País vive uma GRAVE CRISE ECONÔMICA
gerada em Anos Consecutivos de Incompetência e Má-Fé.
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