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Parar? Parar não paro

PARAR? PARAR NÃO PARO.
ESQUECER? ESQUECER NÃO ESQUEÇO
SE CARÁTER CUSTA CARO
PAGO O PREÇO

Conheço dois políticos que adoram introduzir nos seus discursos este verso do poeta português (exilado no Brasil durante o salazarismo) Sidónio Muralha. São eles: Roberto Requião e Pedro Brambila. Requião suou para vencer as eleições no Paraná este ano, mais pelo que falou do que pelo que fez. Fez um bom governo, levou o Paraná a avanços sociais incríveis nessses últimos quatro anos, mas sua conhecida contundência verbal quase lhe custa a reeleição. Brambila não teve um discurso tão cortante na sua Santa Fé, mas em campanha distribuiu umas camisetas, fez uns agrados ao aleitor e foi cassado pela justiça, acionada por seus adversários. Em compensação conseguiu eleger o filho para ocupar o cargo que lhe foi tirado. Estive junto com o Moscardi , o Abrão Vagner e o Osvaldo Reis na posse do menino. Brambila fez um belo discurso, cheio de frases feitas, versos cortantes, mas repleto de emoção. O auditório da Biblioteca Municipal explodiu em aplausos quando ele citou, com ênfase quase requianista, o verso de Sidónio.

Comentários

Anônimo disse…
Patético, mané, patético. Avanços sociais? Onde? Estive em Londrina e só via muambeiros. Em Maringá que avanços sociais? Pior cego é o que não quer ver. Ou só ver o que quer ver. E o Pedro Brambila é um nepotista de marca maior. É preciso dizer isto. Santa Fé não é só Brambila. Assim como o Paraná não é só Reqião e Lerner. E quanto a este verso imbecivel, gosta que não conhece poesia. Como o Requião, um boçal, e seus asseclas.
Good Night, boy. Já que consegues.

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