
Li no blog do Mello que a comentarista da CBN, Lúcia Hipólito, tinha comemorado com muitas gargalhadas a morte de Kadafi. Fui conferir e era mesmo. Cruzes, como pode uma cientista política celebrar a morte de alguém com tanta galhofa? Pior: como pode uma rede de comunicação permitir que um dos seus comunicadores vibre ao microfone com a morte de alguém, seja lá quem for?
Escreveu o blogueiro, e concordo com ele:" Por mais que Kadafi tenha tido ações extremamente condenáveis (como ajudar os Estados Unidos na tortura de presos políticos), ele também teve papel positivo para seu povo. Evitou a sangria das riquezas do petróleo que, antes, jorravam para o exterior, combateu o analfabetismo, fortaleceu e projetou o seu país no mundo".
Comemorar o linchamento de um líder é como achar que a barbárie deva servir para combater a barbárie.
O que devemos celebrar é a punição de alguém que cometeu crimes, não com a vida, mas com a supressão da liberdade.
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