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Um legado de terror

O deputado Fernando Destito Francischini (PSDB-PR) está sendo apontado como o novo valentão da Câmara Federal, principalmente depois de partir pra cima do Dr. Rosinha, petista de porte físico diminuto. Como ele vem chamando a atenção na CPMI do Cachoeira, a mídia passou a se ocupar da sua biografia. O jornalista Paulo Henrique Amorim escreve no blog Conversa Afiada:" Seu legado de sangue e abusos, que custaram ao ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung (que teve a infeliz idéia de fazê-lo seu secretário de segurança pública) é uma denúncia da OAB e da Anistia Internacional à ONU pelos massacres no sistema penitenciário. Há fotos no processo enviado à Koffi Anan, que mostram presos castrados ainda vivos e obrigados a engolir seus pênis decepados! E foi o próprio O Globo que denunciou o holocausto promovido por Francischini".

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  Sérgio Moro deu entrevista à CNN e mostrou-se despreparado e por fora de tudo quando foi instado sobre problemas sociais. Não consegue se aprofundar em nada, não vai além do senso comum, seja qual for o tema abordado. Ele só não é tão raso quanto seu ex-chefe Bolsonaro, mas consegue ser pior do que o cabo Daciolo. O papo do ex-juiz tem a profundidade de um pires. Essa é a terceira via que a Globo e certos setores da elite e da classe média metida a besta defendem?