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Caso Mariele ajuda a desmontar rede criminosa dentro da polícia carioca



A morte da vereadora Mariele Franco não foi em vão. A repercussão, que continua intensa no Brasil e no mundo (ela vai ser nome de rua em Berlim), está levando a Polícia Federal a ir fundo nas investigações. Agora , por exemplo, descobre que milicianos ligados ao Escritório do Crime pagava propina para delegados da Delegacia de Homicídios do Rio, que afrouxavam a tanga em inquéritos envolvendo até o jogo do bicho.

O brutal assassinato da combativa vereadora do Psol, desencadeou uma espécie de efeitos dominó no desmonte do esquema criminoso chapa branca. No foco da PF está, principalmente, o tal Escritório do Crime, formado por dois milicianos já presos e acusados de apertar o gatilho. Junto com outros cabeças de milícias, eles chegaram a ser homenageados na Alerj pelo então deputado estadual  (hoje senador) Flávio Bolsonaro.


Comentários

Thiago disse…
Infelizmente a policia do Brasil é considerada uma das mais corruptas do mundo.
Anônimo disse…
Qual a novidade da notícia? Esta atitude está encarnada no sistema há muito tempo. O crime é o Estado. Dentro deste sistema, não existe saída para que a lei realmente seja executada. Agora, então, com o acesso oficial dos milicianos, é que fica mais difícil ainda. Se não banir este comando de governo que aí está nada mudará. País desgovernado e sem rumo...
Renata disse…
Cadê o ministro da justiça Sr. Moro? ele tem medo do Bozo?

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